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Sadia valoriza a importância de ganhar tempo para curtir a vida em nova campanha “Praticidade”

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Sadia valoriza a importância de ganhar tempo para curtir a vida em nova campanha "Praticidade"
A marca de alimentos Sadia lança nova campanha com conceito de praticidade. A marca, que tem a categoria de Pratos Prontos como um de seus principais pilares, mostra nos novos filmes que, com a praticidade dos pratos Sadia, o consumidor economiza tempo no preparo e ganha muito momentos gostosos no dia, temperados com afeto, união, diversão. Esta é mais uma forma da Sadia demonstrar que há anos está ao lado dos brasileiros promovendo os vínculos familiares. Assinada pela Africa, as peças serão veiculadas na televisão aberta e nas redes sociais a partir de 22 de julho e terão como destaque: lasanha bolonhesa, escondidinho de frango, strogonoff de frango e parmegiana de frango.

Os filmes retratam atividades de valor inestimável que podem ser feitas com a economia de tempo que os Pratos Prontos Sadia proporcionam, como uma brincadeira com os filhos, um momento focado para si mesmo – coisas que podem parecer simples, mas que muitas vezes ficam em segundo plano para dar lugar as tarefas do dia a dia. Os filmes também reforçam o cuidado e a dedicação da Sadia na produção dos Pratos Prontos, que podem ir do freezer ao micro-ondas e ficar prontos em cerca de 15 minutos. “No final, é tudo sobre o benefício do produto exposto de maneira óbvia, direta e clara. O mérito dessa campanha é a simplicidade”, comenta Rynaldo Gondim, Diretor Executivo de Criação da Africa.

“A Sadia tem a inovação no seu DNA e é uma das marcas precursoras da categoria de pratos prontos. Há anos fazemos parte da vida dos brasileiros, estando ao lado deles por meio de soluções práticas, saborosas e completas, para que as pessoas tenham tempo para aquilo que mais gostam de fazer. A nova campanha traz esse espírito e busca promover os bons e saborosos momentos do dia a dia”, explica Gisela Toledo, Gerente Executiva da Sadia.

A campanha contará ainda com desdobramentos no digital, por meio de ações que apostam na interação direta com o consumidor convidando todos a terem a sua #HoraSadia que são os minutos de tempo ganho para se fazer coisas que alegram o dia. Nos stories do Instagram Sadia, por exemplo, o usuário poderá responder enquetes temáticas sobre o que gostam de fazer na sua #HoraSadia, como: cuidados com a pele, maratonas de séries, descansar, praticar esportes. A marca ainda dará, em conjunto com os consumidores, dicas de como aproveitar o ganho de tempo que ganharam com a praticidade dos pratos prontos. Estão previstos também conteúdos especiais feitos em parceria com emissoras de TV, em programas como Mais Você; e com influenciadores digitais.

Mercato em Casa promove ação para incentivar os laços de amizade

Para estimular que todos tenham sua #HoraSadia; até o dia 25 de julho, os consumidores ainda poderão aproveitar a promoção da “Semana do Amigo”, no e-commerce da Companhia, Mercato em Casa , que oferece desconto de R$ 15 nas compras acima de R$ 100, sem contar o frete, feitas na plataforma. Para aproveitar o desconto, o cliente precisa somente aplicar o cupom AMIGOS15 no carrinho – o desconto é abatido automaticamente no valor total da compra. Para quem quiser ganhar tempo para curtir este desconto de amigo está é mais uma oportunidade de ter sua #HoraSadia, com todo o sabor dos pratos prontos.

FICHA TÉCNICA

Título: Esconde-Esconde

Agência: Africa

Anunciante: BRF

Produto: Pratos Prontos Sadia

CCO: Sergio Gordilho

Direção Executiva de Criação: Rynaldo Gondim

Criação: Rynaldo Gondim/ Pedro Guerra / Eduardo Vares / Samoel Junqueira

Direção Executiva de Criação Digital: Rodrigo Marangoni

Diretor de Criação: Will Ferrari

Criação: Giovanni Richetti / Saulo Vinhedo / Henrique Chaparro / Abner Santos

Estratégia Digital: Carol Patrocínio, Dayana Teixeira, Marina Soares

Gerente de Conteúdo: Carol Patrocínio, Dayana Teixeira

Conteúdo: Marina Soares

VP de Operações e Atendimento: Carolina Boccia

Atendimento: Maira Bandeira / Juliana Jordão / Jaqueline Camargo / Thais Guarlotti / Paloma Oliveira

Mídia: Agnieszka Halina Porada / Luciana Prado / Camila Artacio / Giovanna Passo / Andreína Clemente / Gislayne Neto / Paulo Henrique

Planejamento: Aldo Pini / Fernanda Valéria

Insights – Inovação e pesquisa criativa: Cesar Drunk / Eduardo Berardinelli / Camy Eiró / Allyson Alapont / Arthur de Wolf / Lari Pádua

RTV: Rodrigo Ferrari, Patricia Melito, Eduardo Machado

Produtora Imagem: Killers

Diretor: Claudio Borrelli

Produtora Executiva: Julia Tavares

Diretor de Fotografia: Ted Abel Pedro

Diretor de Fotografia – Produto: Felipe Hermini

Atendimento Produtora: Julia Tavares

Coordenação de Produção: Flavia Sereno Mancen, Juliana Scodeler, Natália Meira

Assistente de Direção: Tina Ponte

Diretora de Arte: Larissa Cambauva

Diretora de Produção: Nani Matias

Culinarista: Paula Rainho

Montagem: Claudio Borrelli, Marcelo Cavalieri AMC e Natalia Farias

Finalizador: Andreia Figueiredo

Colorista: Estúdio Ely

Pós-produção/Finalização: Tribbo

Produtora Som: Raw Audio

Produção: Fernando Forni e Hilton Raw

Atendimento: Carolina Peternelli

Finalização: Enrico Maccio

Locução: Daniel Almeida

Aprovação/Cliente: Marcelo Suarez / Gisela Toledo / Julia Cruz / Bruna Mezher / Rafael Gonçalez / Sharon Harrison / Brunna Sá
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

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No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).

Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.

A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.

Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.

Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.

Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.

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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

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Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.

O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.

Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.

Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.

Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.

Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.

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