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S.I.N. lança campanha que mostra histórias inspiradoras de pessoas que transformaram suas vidas após voltarem a sorrir

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Conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 39 milhões de brasileiros necessitam de reabilitação oral com prótese parcial ou total, sendo que 16 milhões de pessoas vivem sem nenhum dente na boca.

Nesse contexto, a S.I.N. Implant System está lançando a campanha “Sorrisos que geram Sorrisos”, que, por meio das histórias de pacientes de todo o Brasil, mostra a transformação de vida que ocorre após a cirurgia de instalação de implantes dentários.

“Sorrisos que geram Sorrisos tem o caráter de um manifesto e é, na verdade, a expressão de uma filosofia da S.I.N. Implant System”, diz Thaísa Passos, gerente global de marketing da empresa. “Nosso maior objetivo é disseminar ciclos de sorrisos, onde pacientes, colaboradores e dentistas são protagonistas na realização de sonhos e de momentos únicos”, conta.

A campanha está sendo veiculada no Youtube e nas redes sociais e consiste em uma série de vídeos que acompanham a jornada de pacientes rumo à conquista de seus sorrisos. Acima de tudo, com um olhar humanizado para as próteses dentárias, assim como para todo o processo por trás do resultado final. Ou seja, são destacados desde a importância do trabalho do colaborador na fábrica da S.I.N., passando pela exposição do caso clínico, atendimento do dentista, até chegar, enfim, à colocação dos implantes.

Em seu primeiro episódio, a campanha gira em torno da emocionante história da paciente Raquel, de Uberlândia (MG). Devido a problemas de saúde desde a infância, ela chegou à idade adulta com ausência total de dentes. Mas, graças à cirurgia de implantes realizada pelo implantodontista Roberto Pessoa, ela pôde recuperar sua alegria, autoestima e socialização. O relato de Raquel e de sua mãe é acompanhado por Lucineia, inspetora de qualidade da empresa que, ao escutar os depoimentos, tem a oportunidade de perceber a dimensão da importância do seu trabalho. Isso a deixa ainda mais motivada para seguir em seu ofício com o máximo de empenho e carinho.

Em função da campanha, a S.I.N. Implant System está incentivando o uso da hashtag #SorrisosQueGeramSorrisos nas redes sociais, para fazer com que sua mensagem seja ouvida pelo máximo de pessoas e também estimular a geração de ciclos de sorrisos no dia a dia de todos.

Em tempo: os implantes dentários são, hoje, as opções mais recomendadas pelos dentistas quando existe a necessidade de reabilitação de um dente perdido ou extraído. Além de seguros, eles têm exatamente a mesma função e aparência dos dentes naturais, assim como exigem os mesmos cuidados destes.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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