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Rubinho Barrichello lança marca própria, em parceria com Netshoes

O piloto Rubens Barrichello lança, em parceria com a Netshoes, e-commerce de artigos esportivos, sua marca própria: a 111. A linha contará com camisas polo, camisetas e bonés, de visual moderno com referências a um dos maiores pilotos da história do país.
A marca faz menção ao tradicional número que Rubinho adota em seus carros, o 111, que, de acordo com o piloto, traz sorte e poderá ser visto nos modelos de bonés e camisas da linha.
“Os itens da 111 conseguiram trazer características da minha identidade e, ao mesmo tempo, remetem a experiências e momentos marcantes para os amantes de velocidade. Será possível vestir itens típicos das pistas, com muito estilo, qualidade premium e por um preço acessível” declara o piloto Rubens Barrichello.
O astro da Stock Car e Fórmula 1 carrega uma legião de fãs que o acompanha ao longo de sua carreira. Por isso, a marca se apresenta com qualidade premium e preços acessíveis. Os itens poderão ser adquiridos por preços que variam de R$69,99 a R$99,99.
“Essa parceria permitiu que criássemos uma marca autenticamente brasileira para esse público expressivo no país, os entusiastas do automobilismo”, afirma Murilo Massari, diretor Comercial da Netshoes.
As peças ainda trarão linhas, em referência às pistas, tão importantes na história do Rubinho, e possuem tonalidades que condizem com o gosto do piloto, como o famoso laranja, cinza, preto, branco e azul marinho.
Os itens da 111 estarão disponíveis com exclusividade no site e app da Netshoes.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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