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Ri Happy pergunta neste Natal ‘O que as crianças ganharam em 2020?’

Foi difícil e continua sendo. Tempos de isolamento em casa, aniversários infantis sem festa, a saudade dos amigos, parentes e do relacionamento ao vivo. Tudo isso fez parte, infelizmente, da vida de pais e filhos neste ano de pandemia. Em busca de entender todas essas transformações, a Ri Happy lança a campanha de Natal “O que as crianças ganharam em 2020?”.
Com histórias verdadeiras e um trabalho extremamente humano, o filme propõe uma reflexão neste Natal sobre as dificuldades vividas pelas famílias – 7 dias na semana com 24 horas por dia dentro de casa parecia ser impossível. Entretanto, a conclusão é que pais e filhos reaprenderam a estar juntos, a se conectar olho no olho e a brincar novamente.
E os pequenos querem que essa proximidade continue assim daqui em diante. “Nossa missão desde o início da pandemia foi continuar apoiando os pais com material educativo via redes sociais, além do nosso blog Modo Brincar. Sabíamos que não seria fácil entreter as crianças em casa durante todo esse tempo e foi fantástico esse resgate do lúdico, a troca de experiências e os pais contando que conhecem muito mais seus filhos. Vale lembrar também de todos os pais – verdadeiros heróis – que permaneceram trabalhando em atividades essenciais, mas apoiaram seus filhos nas horas vagas. E para as famílias mais vulneráveis, realizamos a doação de milhares de brinquedos via CUFA que foram distribuídos junto das cestas básicas nas comunidades carentes”, revela a head de marketing da Ri Happy, Carolina Braune.
Produção e cuidados da marca
A ideia do filme partiu da área de Criação da própria Ri Happy e o conceito foi reunindo entusiastas ao longo do caminho entre agência e produtora com pais e profissionais interessados em participar dessa história. Outro destaque na peça é o fato de refletir a diversidade na estrutura dos núcleos familiares brasileiros. Cada família teve um dia inteiro de gravação (a equipe seguiu todos os protocolos de segurança) nas suas próprias casas relatando suas dificuldades e alternativas para aliviar a tensão.
“Buscamos retratar a sociedade como um todo: temos uma mãe separada cuidando sozinha dos filhos, um casal de mulheres e um pai que perdeu o emprego recentemente. São histórias incríveis, o dia a dia real das famílias brasileiras durante a pandemia e fica a mensagem que o mais importante é a relação com quem a gente ama e que as mudanças positivas continuem no pós-pandemia”, afirma Alexandre Lucas, sócio-diretor da produtora de filmes Modernista, responsável pelo trabalho junto com a agência Ampfy.
Para o Natal de compras responsáveis desse ano, a Ri Happy segue convidando seus clientes a anteciparem suas compras e evitarem aglomerações com reforço do e-commerce. A ação social “Árvore Solidária”, que ocorre todo ano no período natalino com arrecadação e doação de brinquedos para hospitais e ONGs através de cada loja espalhada pelo País, segue até o dia 16/12 e os clientes também podem ajudar. Afinal, mesmo em tempos difíceis, toda criança merece brincar e ser feliz.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







