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Eudora reúne time de mulheres incríveis para escrever suas aspirações para um 2021

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Eudora, do Grupo Boticário, reuniu um time de mulheres incríveis que, a partir de seu dom da escrita, sintetizaram suas aspirações para um 2021 próspero: generosidade, empatia, sintonia, igualdade, serenidade, coragem e luz. Para as atrizes Maitê Proença, Fernanda Torres e Alice Wegmann, as cantoras Zélia Duncan e Giulia Be, a colunista Rita Carreira e Doani Bertan, professora indicada ao Global Teacher Prize por sua atuação ao lado de estudantes com deficiência auditiva, estes são os valores essenciais para caminhar em direção a um ano novo repleto de harmonia. 

Giovanni Bianco, renomado diretor criativo, foi o responsável pelo desenvolvimento da campanha. Sob seu olhar, o vídeo traz este célebre elenco em momentos de reflexão: ao escreverem cartas direcionadas a figuras importantes que marcaram este ano em suas vidas, desejam a elas seus sentimentos positivos para 2021.

Para a professora de linguagem de sinais Doani Bertan, a afeição é voltada para seus alunos. Conhecida por seu papel fundamental na educação de jovens com deficiência auditiva, a docente tem a empatia como principal valor durante sua trajetória, aliando seu conhecimento em libras à sua vocação de ser uma ferramenta de transformação. “Neste Natal, meu desejo é que amanhã comemoremos o amor e a esperança que vejo em vocês”, conta Doani em sua carta. Toda sua dedicação à educação não passa despercebida: a docente foi indicada entre os dez finalistas do Global Teacher Prize 2020, promovido pela inglesa Fundação Varkey.

O prêmio homenageia e recompensa os melhores professores do mundo por seu nobre trabalho de colaborar para a formação de jovens e crianças por todo o globo. Com a bonificação de pouco mais de 55 mil dólares que recebeu, Doani tem como objetivo principal expandir seu projeto educacional, promovendo a inclusão e oferecendo cursos profissionalizantes para que mais alunos tenham melhores oportunidades quando ingressarem no mercado de trabalho.

Para cada um destes desejos, as estrelas da campanha também selecionaram uma linha de produtos Eudora que melhor incorporasse seu significado e refletisse sua jornada pessoal, como uma forma de simbolizá-los no ato de presentear pessoas especiais – ou a si mesmas – neste Natal. 

“Ter estas mulheres tão talentosas conosco é uma honra”, afirma Osvaldo Moscon, Diretor de Eudora. “Com esta ação, queremos reiterar a ideia de que o ato de presentear alguém vai além do material, sobretudo nas festas de final de ano, que são marcadas pela comunhão entre familiares e pela esperança de um futuro mais próspero. Por meio deste grande elenco, queremos expressar também nossos próprios desejos como marca, propagando esta mensagem de positividade e empatia em um tempo tão delicado como o que vivemos”, complementa.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Habib’s fecha parceria com a BIS e lança novas esfihas folhadas de chocolate

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O Habib’s, rede de fast food, e a Mondelez, dona da marca de chocolates BIS, uniram-se para surpreender os brasileiros e lançarem as esfihas de chocolate HabiBIS.

Juntas, as marcas criaram dois sabores de esfihas folhadas doces que têm tudo para serem a mais nova sensação do momento. Os lançamentos são: folhada de creme de avelã com BIS Branco e folhada de chocolate branco com BIS Original (ao leite).

A campanha do HabiBIS foi desenvolvida em conjunto entre as duas marcas, criando assim, a melhor combinação de esfiha folhada doce com wafer crocante coberto por chocolate Lacta.

“Do mesmo jeito que é impossível comer um só BIS, é improvável alguém comer só uma de nossas esfihas. Então, quando juntamos as duas marcas, o resultado só pode ser um: HabiBIS. Esta parceria reforça o compromisso de ambas as marcas em apresentar novas formas de consumir seus produtos e de surpreender os nossos consumidores. Além disso, ela busca inovar e proporcionar uma experiência única de sabor e qualidade, mostrando o motivo de estarmos há décadas na vida dos brasileiros”, explica Roberto Gnypek, diretor de marketing do Grupo Habib’s.

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Estudos da Russell Reynolds apontam áreas de atenção para uso eficaz de inteligência artificial nas empresas

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À medida que cresce o entusiasmo em torno da inteligência artificial generativa (GenAI), levantamento da Russell Reynolds, alerta sobre cinco áreas que demandam maior atenção dos executivos: cultura, liderança, estrutura organizacional, parcerias comerciais e gestão de riscos. O estudo Navegando na revolução da IA generativa, ressalta que, mais do que investir em novas tecnologias, é preciso desenvolver uma mentalidade tecnológica para implantação eficaz das soluções digitais, aproveitar ao máximo as oportunidades de negócios e fortalecer a segurança cibernética. Além disso, de acordo com a pesquisa Monitor Global de Liderança, também realizada pela consultoria, 65% dos líderes entrevistados afirmaram que estão pesquisando ou experimentando ferramentas, 29% ainda não discutiram a pauta e 7% já implementaram alguma GenAI no seu dia a dia.

“Para enfrentar os desafios dessa nova era tecnológica, é essencial que os executivos compreendam o potencial das IAs e saibam implementá-las de forma equilibrada nos negócios. Além dos riscos associados à segurança cibernética, é preciso avaliar se a empresa tem os talentos certos para conduzir a jornada, se está amparada legalmente para utilização das novas tecnologias e se há alinhamento e engajamento de todo o C-level em relação às mudanças necessárias”, explica Tatyana Freitas, head da prática de tecnologia e digital da Russell Reynolds Associates.

Os estudos da Russell Reynolds revelam a percepção dos executivos sobre a maturidade das suas empresas em relação à GenAI e apontam as questões que precisam ser revisitadas com maior atenção para explorar todo o potencial da tecnologia de forma mais eficaz:

Liderança: enquanto algumas empresas optam por criar a função de diretor de IA (Chief Artificial Intelligence Officer – CAIO), outras preferem incorporá-la a posições já estabelecidas de Tecnologia, como CIO, CTO ou CDO. Independentemente da abordagem, é preciso avaliar se a empresa tem talentos disponíveis ou capacidade de atraí-los e se todo o time executivo tem forte conhecimento sobre as novas tecnologias. Cerca de 72% dos líderes entrevistados concordam que uma forte compreensão da GenAI será habilidade fundamental para futuros diretores. Ao mesmo tempo, apenas 32% estão confiantes de que têm as competências certas para implementar a tecnologia em sua organização.

Cultura Corporativa: empresas orientadas a Tecnologia fomentam uma cultura de inovação e transformação, estabelecendo uma mentalidade de testar e aprender para que seus líderes sejam capazes de questionar produtivamente o status quo e assumir riscos para obter vantagem competitiva. Ao mesmo tempo, é preciso adotar uma abordagem mais deliberada, de integração da IA a processos existentes, para maior engajamento das equipes em encontrar diferentes formas de implementá-la em suas áreas, enxergando essa tecnologia como uma ferramenta que potencializa soluções, ao invés de possível substituta do capital humano.

Estrutura Organizacional: a adoção da GenAI aumenta a importância de áreas como Arquitetura da Informação e Ciência de Dados, além da ética a ser adotada, entre outros fatores. Isso demanda maior integração das funções necessárias para apoiar a sua implementação em diferentes áreas do negócio. Na pesquisa realizada pela Russell Reynolds, cerca de 28% dos entrevistados relataram que suas empresas criaram funções específicas para novas tecnologias abaixo do C-level e 21% que um Chief Artificial Intelligence Officer (CAIO) foi apontado. Além disso, a GenAI permite que executivos direcionem seus esforços para áreas mais estratégicas e tarefas de maior impacto para os negócios, possibilitando redistribuição de talentos e integração de setores.

Estratégias Comerciais: Elaboração de relatórios complexos, perfilamento de clientes para personalização de atendimento e oferta de serviços, identificação de tendências, desenvolvimento de novos produtos. As possibilidades de uso da GenAI são tão numerosas quanto o volume de dados que ela é capaz de analisar, por isso a importância do conhecimento de toda a liderança sobre a tecnologia e da curiosidade sobre os potenciais fluxos de receitas que sua área pode gerar.

Gerenciamento de Riscos: É preciso considerar, ainda, as implicações éticas das ferramentas, com construção de sistemas que considerem o propósito e os valores da organização e tenham normas claras de utilização da GenAI. Entre os líderes que já implementaram ou estudam a nova tecnologia, 48% priorizam uma abordagem que inclua a análise dos riscos legais e 41% que estabeleça políticas internas.

Para aproveitar melhor o potencial da GenAI, as organizações precisam primeiro compreender as suas capacidades digitais e avaliar o seu nível de conforto com os riscos associados à tecnologia. A partir disso, é possível tomar decisões sobre como e onde será implementada e desenvolver um roteiro estratégico adaptado às suas necessidades, valores e objetivos.

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