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Ri Happy e PBKIDS têm novas embaixadoras: Fernanda Gentil e Laura Neiva

O Grupo Ri Happy, maior empresa brasileira do varejo de brinquedos do Brasil, anuncia as novas embaixadoras das suas principais marcas. A apresentadora Fernanda Gentil será a cara da Ri Happy nas redes sociais, a atriz Laura Neiva representará a PBKIDS e a influenciadora Debby Lagranha irá divulgar produtos para bebês da categoria Baby.
Fernanda Gentil foi escolhida pela Ri Happy para falar sobre família e como os brinquedos e a diversão são importantes para estreitar os laços e para o desenvolvimento pleno das crianças, não só com seu filho, mas com todos ao seu redor. Os conteúdos irão focar na qualidade do tempo em família. “Porque infelizmente a quantidade é quase sempre menor do que a gente gostaria, né? Então que a gente valorize cada minuto, hora ou dia juntos para termos momentos inesquecíveis”, postou Fernanda no Instagram.
A parceria extrapola as redes sociais. A Ri Happy vai participar de ações sociais da ONG da apresentadora, a Caslu, com doações a instituições que a entidade presta assistência, levando brinquedos e alegria para mais crianças.
Laura Neiva é a embaixadora da PBKIDS. A atriz vai produzir conteúdos atuando como uma espécie de curadora de brinquedos, passar suas impressões e indicar os seus favoritos. A proposta é incentivar que os clientes conheçam mais a fundo os produtos vendidos nas lojas e no e-commerce da PBKIDS, incentivando escolhas bem pensadas e individualizadas. Laura vai poder conhecer e testar em primeira mão os lançamentos, alguns deles exclusivos da PBKIDS e com propostas inovadoras, além de mostrar a variedade de brinquedos comercializados pela marca.
“Nossas novas embaixadoras são a cara das marcas. Os conteúdos que cada uma delas já compartilha em suas redes sociais estão muito sintonizados com os nossos posicionamentos e valores. Ter a Fernanda Gentil, Laura Neiva e a Debby Lagranha no nosso time vai aproximar Ri Happy, PBKIDS e Ri Happy Baby ainda mais dos nossos clientes e colaboradores”, avalia Carolina Braune, head de marketing do Grupo Ri Happy.
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Usaflex transforma áudios de WhatsApp em homenagem afetiva e lidera inovação no Dia das Mães

A Usaflex, marca gaúcha de calçados femininos, revelou sua estratégia central para o Dia das Mães 2026. Em uma iniciativa que une comportamento digital e neurociência do afeto, a empresa lançou a ação “Seu amor em alto e bom som”. A proposta transforma o gesto mais intrínseco do cotidiano brasileiro — o áudio de WhatsApp — em uma ferramenta de homenagem personalizada, permitindo que os consumidores criem vídeos exclusivos que combinam memórias fotográficas e mensagens de voz.
A escolha do formato está fundamentada em dados robustos de mercado. Segundo a Meta, o Brasil é o líder mundial isolado no uso de mensagens de voz, enviando quatro vezes mais áudios do que a média global. O hábito segue em expansão, com um crescimento de 7% na frequência de envio em relação a 2024. Ao identificar que o brasileiro dedica, em média, 150 horas por ano gravando ou ouvindo vozes no aplicativo, a Usaflex decidiu dar forma estética a um comportamento que já ocorre de maneira orgânica.
A mecânica da campanha, desenvolvida em parceria com a Stayfilm, utiliza um chatbot que guia o usuário por toda a experiência. Através da plataforma, o público envia fotos e grava um áudio de até 15 segundos. A tecnologia processa os elementos e gera automaticamente um filme customizado, pronto para o compartilhamento direto via WhatsApp ou redes sociais.
Para Manuela Cardona, diretora de marketing da Usaflex, a campanha reflete a evolução do posicionamento da marca. “O Dia das Mães sempre foi uma data importante para a Usaflex, mas este ano optamos em ir além do presente. Quisemos criar um momento. A gente percebeu que o brasileiro já se comunica de forma afetiva pelo WhatsApp todos os dias e a nossa campanha apenas potencializou isso, dando forma e conteúdo a esse gesto tão natural. É exatamente o que a Usaflex representa: conforto que vai além dos pés”, afirma Manuela.
A ação, assinada pela agência Paim United Creators, não se limita ao ambiente virtual. Nos dias 8 e 9 de maio, a marca instala uma cabine interativa no Shopping Center Norte, em São Paulo, onde o público poderá vivenciar a mecânica da campanha ao vivo. No digital, a narrativa se desdobra em editorias como o Drops de Afeto e o Roubartilhar, esta última focada na conexão geracional entre mães e filhas que dividem o guarda-roupa.
Mateus Tourinho, head de planejamento da Paim, destaca que a voz carrega uma carga emocional que o texto não consegue traduzir. “Quando entendemos a potencialidade do uso de áudios no Brasil, enxergamos um meio até mais íntimo de demonstração de carinho. Não é à toa que um dos países com as pessoas mais receptivas do mundo utilize tanto as mensagens de voz: isso é afeto”, explica.
Complementando a jornada, um squad de influenciadoras de grande alcance foi escalado para humanizar o conceito de “mães que abrem caminhos”, focando tanto no impacto emocional quanto na curadoria de presentes baseada em diferenciais tecnológicos. Como resume Rodrigo Pinto, vice-presidente de criação e conteúdo da Paim, a campanha permite “demonstrar, mesmo à distância, o amor e o vínculo com as mães”, consolidando a Usaflex como uma marca que entende, acima de tudo, o comportamento e a sensibilidade do seu público.
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mLabs diagnostica ruptura no mercado de mídias sociais

O mercado de marketing digital brasileiro atravessa uma metamorfose sem precedentes, onde o modelo clássico do profissional de social media — focado em métricas de vaidade e execução operacional — está sendo levado à obsolescência. O alerta vem da mLabs, plataforma de gestão de mídias sociais, que consolidou as conclusões da pesquisa “Panorama Agências e Profissionais de Mídias Sociais no Brasil”. O estudo, realizado com mais de 4 mil especialistas, mapeia o que a empresa batizou de “Paradoxo de 2026”: um cenário onde o uso massivo de Inteligência Artificial acelera a produção, as empresas exigem resultados financeiros agressivos, mas a remuneração média do setor sofre uma compressão histórica.
De acordo com o levantamento, três forças estruturais pressionam o setor simultaneamente. A primeira é a transformação da produção de conteúdo em commodity pela IA. Com 83% dos profissionais brasileiros já utilizando a tecnologia no cotidiano, produzir textos e vídeos em volume deixou de ser um diferencial competitivo. “Profissionais que ainda operam sob a lógica de pacotes genéricos e execução operacional tendem a perder relevância diante de uma tecnologia que entrega escala com mais eficiência e menor custo”, afirma Rafael Kiso, CMO da mLabs.
A segunda força é a canibalização do mercado. A baixa barreira de entrada atraiu um volume crítico de profissionais sem formação estratégica, gerando uma guerra de preços onde pacotes de publicações são ofertados por valores irrisórios. Dados da pesquisa revelam que 55% dos profissionais cobram até R$ 1.500,00 por seus serviços, enquanto apenas 8% conseguem ultrapassar a faixa de R$ 4.000,00. Segundo Kiso, o que separa esses dois grupos não é o tempo de carreira, mas o nível de maturidade estratégica.
A terceira pressão vem das empresas contratantes, que reduziram drasticamente a tolerância para entregas baseadas apenas em curtidas e alcance. Hoje, a demanda é por impacto direto no faturamento, como geração de leads qualificados e vendas. No entanto, o estudo evidencia um descompasso alarmante: enquanto 63% dos profissionais focam no engajamento, os clientes priorizam resultados de negócio. Esse desalinhamento explica por que 51% dos especialistas admitem dificuldade em entregar resultados reais. “Não se trata de uma mudança incremental, mas de lógica. O profissional que apresenta crescimento de engajamento quando o cliente espera impacto financeiro expõe um problema que não é técnico, mas de percepção de valor. O diferencial competitivo agora passa a ser a capacidade de conectar estratégia, dados e resultado de negócio”, reforça o executivo.








