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Ri Happy e PBKIDS têm novas embaixadoras: Fernanda Gentil e Laura Neiva

O Grupo Ri Happy, maior empresa brasileira do varejo de brinquedos do Brasil, anuncia as novas embaixadoras das suas principais marcas. A apresentadora Fernanda Gentil será a cara da Ri Happy nas redes sociais, a atriz Laura Neiva representará a PBKIDS e a influenciadora Debby Lagranha irá divulgar produtos para bebês da categoria Baby.
Fernanda Gentil foi escolhida pela Ri Happy para falar sobre família e como os brinquedos e a diversão são importantes para estreitar os laços e para o desenvolvimento pleno das crianças, não só com seu filho, mas com todos ao seu redor. Os conteúdos irão focar na qualidade do tempo em família. “Porque infelizmente a quantidade é quase sempre menor do que a gente gostaria, né? Então que a gente valorize cada minuto, hora ou dia juntos para termos momentos inesquecíveis”, postou Fernanda no Instagram.
A parceria extrapola as redes sociais. A Ri Happy vai participar de ações sociais da ONG da apresentadora, a Caslu, com doações a instituições que a entidade presta assistência, levando brinquedos e alegria para mais crianças.
Laura Neiva é a embaixadora da PBKIDS. A atriz vai produzir conteúdos atuando como uma espécie de curadora de brinquedos, passar suas impressões e indicar os seus favoritos. A proposta é incentivar que os clientes conheçam mais a fundo os produtos vendidos nas lojas e no e-commerce da PBKIDS, incentivando escolhas bem pensadas e individualizadas. Laura vai poder conhecer e testar em primeira mão os lançamentos, alguns deles exclusivos da PBKIDS e com propostas inovadoras, além de mostrar a variedade de brinquedos comercializados pela marca.
“Nossas novas embaixadoras são a cara das marcas. Os conteúdos que cada uma delas já compartilha em suas redes sociais estão muito sintonizados com os nossos posicionamentos e valores. Ter a Fernanda Gentil, Laura Neiva e a Debby Lagranha no nosso time vai aproximar Ri Happy, PBKIDS e Ri Happy Baby ainda mais dos nossos clientes e colaboradores”, avalia Carolina Braune, head de marketing do Grupo Ri Happy.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








