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Renner lança podcast sobre empoderamento feminino

Série de episódios faz parte do movimento Todas Avançam Juntas, que anualmente levanta recursos para projetos do Instituto Lojas Renner
No Mês da Mulher, a Renner, maior varejista de moda do Brasil, vai compartilhar histórias reais e inspiradoras em seu canal no Spotify. A série do podcast “Todas Avançam Juntas” traz episódios que retratam a busca de autonomia e reconhecimento por parte de mulheres de diferentes regiões do país, e acaba de ir ao ar. O conteúdo é assinado pela agência Artplan.
É a 1ª vez que a marca lança um conteúdo digital neste formato. A intenção é dar visibilidade a mulheres que participaram de projetos apoiados pelo Instituto Lojas Renner – braço social da Companhia –, focados na promoção do empoderamento econômico e social na cadeia do valor do segmento têxtil.
O primeiro episódio, que já está no ar aqui, traz a história de Silvana, agricultora que cultiva algodão agroecológico dentro de uma associação de mulheres quilombolas no interior de Minas Gerais, com o suporte do Instituto Lojas Renner. O segundo une as trajetórias de Marina e Helena, que fizeram parte do programa Empreendedoras da Moda e, a partir da capacitação, conquistaram seu espaço no mercado de trabalho. O último episódio mostra a história de Cleydismar, refugiada venezuelana que integrou o programa Empoderando Refugidas e hoje é colaboradora de uma loja da Renner.
A série será encerrada com um vídeo no canal da varejista no Youtube, com apresentação da comunicadora Babi Thomaz e participação das convidadas dos podcasts. A iniciativa faz parte das ações do movimento Todas Avançam Juntas, que é encabeçado pelo Instituto Lojas Renner.
Campanha de arrecadação
O movimento Todas Avançam Juntas ocorre anualmente e abrange uma campanha de arrecadação: em 2020, entre os dias 2 a 5 de março, 5% do faturamento líquido das lojas físicas e do e-commerce da Renner será destinado para o Instituto Lojas Renner.
Esta é a 13º edição da campanha, que em 2019 arrecadou R$ 2,8 milhões para investir em projetos como o Empoderando Refugiadas, que já qualificou profissionalmente 300 mulheres em situação de refúgio no Brasil, buscando contribuir para sua inserção no mercado de trabalho. Desde sua fundação, em 2008, o Instiuto apoiou quase 900 projetos com foco na mulher, beneficiando mais de 200 mil pessoas.
“O movimento Todas Avançam Juntas permite que nossos clientes, por meio de sua decisão de compra, contibuam diretamente com o Instituto Lojas Renner, que atua há mais de 10 anos em diferentes regiões do Brasil. Desta vez, de forma inédita, fazemos isso no mês que contempla o Dia Internacional da Mulher, tornando esta campanha ainda mais significativa”, afirma o diretor executivo do Insituto Lojas Renner, Eduardo Ferlauto.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







