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Ramper adquire a Linkseller e ingressa no mercado de CRM

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A Ramper, empresa de soluções de vendas B2B, acaba de anunciar a compra da Linkseller, um CRM de vendas voltado para empresas B2B que conta com milhares de usuários ativos. Essa é a segunda aquisição da martech em 2022, que anteriormente já havia anunciado a compra da LAHAR – movimento que a transformou na única plataforma do mercado nacional a disponibilizar ações de inbound e outbound de forma integrada. Com o novo deal, a martech passa a ser a primeira empresa do país a oferecer uma solução completa de marketing e vendas para as empresas B2B.

De acordo com Ricardo Corrêa, CEO e fundador da Ramper, a aquisição visa possibilitar aos atuais e futuros clientes a centralização da jornada do lead – do momento que ele é gerado, engajado e qualificado, até ele se tornar um cliente ativado -, promovendo níveis de integração mais profundos em relação a outras ferramentas existentes. “Depois de liderarmos o espaço de prospecção e geração de leads, a partir do final do ano passado, iniciamos a construção de uma solução completa capaz de abranger todas as necessidades de marketing e vendas de uma empresa B2B”, explica. “O produto Linkseller passa a se chamar Ramper Pipeline e a fazer parte da nossa suíte que já conta com quatro produtos, sendo prospecção, marketing, engajamento e agora o CRM de vendas”, completa.

Além de operar com a suíte completa para marketing e vendas B2B, a Ramper continuará oferecendo suas soluções de forma individual, mantendo as integrações que já existem com ferramentas de terceiros. “A vantagem para a empresa que utilizar os produtos de forma integrada é de fechar o loop e cobrir os gaps de comunicação que existem entre as áreas de marketing, prospecção (SDR) e vendas. Mas o cliente continua livre para montar seu stack da forma como preferir”, destaca.

Corrêa explica ainda que a partir de agora toda a equipe da Linkseller será incorporada ao time de colaboradores da Ramper. Além disso, os seus fundadores Daniel Curvello Moreira e Thales Bessa passam a ser sócios minoritários da startup. “Tanto os funcionários quanto os founders continuarão no dia a dia da operação e vão prosseguir trabalhando no aprimoramento do CRM, bem como dando suporte a base de clientes, que também se junta à Ramper”, complementa.

Segundo Daniel Curvello Moreira, fundador da Linkseller, o deal com a startup foi motivado pelo plano de expansão da empresa. “Investimos muito no desenvolvimento do nosso produto para ter um CRM de vendas com alto nível de entrega e nos destacarmos em um mercado muito competitivo. Acompanhamos a Ramper desde o início de sua jornada e vimos uma oportunidade de acelerar nossos planos fazendo parte de uma empresa que já é líder no mercado B2B e possui milhares de clientes sinérgicos com nosso produto”, argumenta.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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3 Corações celebra Dia Nacional do Café no Taste São Paulo com aula exclusiva de Alex Atala

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A 3 Corações, marca oficial de café no Taste São Paulo, preparou uma programação robusta para o primeiro fim de semana do festival. Em comemoração ao Dia Nacional do Café (celebrado em 24 de maio), a companhia traz como grande destaque uma ativação de live marketing gastronômico comandada pelo renomado chef Alex Atala. No dia 23 de maio, às 16h30, o chef apresentará uma aula exclusiva explorando a versatilidade do grão na alta confeitaria.

A iniciativa visa consolidar o posicionamento da 3 Corações no território da gastronomia premium e da inovação. Durante o workshop, Atala demonstrará técnicas para a produção de um sorvete e de um chantilly utilizando o café como base de sabor, revelando as nuances e a complexidade que o ingrediente pode agregar a pratos sofisticados.

As inscrições para a atividade são totalmente gratuitas e direcionadas ao público presente no festival. Para garantir uma vaga, os interessados devem realizar o cadastro presencialmente no próprio estande da 3 Corações no dia do evento, estando sujeitos à lotação do espaço.

“O chef Alex Atala é um grande parceiro da marca e tê-lo conosco é uma forma poderosa de mostrar como o café pode ir muito além da xícara do dia a dia e fazer parte de momentos variados, trazendo nuances únicas a pratos e bebidas. Essa parceria traduz exatamente o que buscamos no Taste: conectar as pessoas a experiências que ampliam o olhar sobre o café”, destaca Anderson Spada, head de marketing da 3 Corações.

Para estender as comemorações da data sazonal ao longo de todo o sábado e domingo, a marca transformará seu espaço em um ponto de entretenimento. A 3 Corações promoverá uma coffee party integrada ao palco principal do festival, contando com a performance de um DJ convidado.

Durante os momentos de agito e música, o estande da marca operará uma dinâmica de amostragem e relacionamento, distribuindo gratuitamente uma ampla variedade de cafés do seu portfólio para os visitantes. A estratégia une de forma integrada a experimentação de produto, a construção de marca e a celebração cultural em torno da bebida favorita dos brasileiros.

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