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Quer sair do BK sem pagar? A gente te explica como!

Por meio do Clube BK, seu novo Programa de Recompensas, os consumidores agora acumulam pontos em todas as compras e podem trocar por produtos e ofertas especiais
Alinhando mais uma vez tecnologia com criatividade, o Burger King dessa vez está lançando uma campanha que explica de maneira bem divertida os benefícios do Clube BK que permitem juntar pontos a cada compra e que podem ser trocados por produtos e ofertas especiais. A campanha, assinada pela DAVID, contou com um pré-lançamento que aqueceu as redes sociais do BK com enquetes e pílulas, seguido de um vídeo oficial que também será veiculado no Facebook, Twitter, Instagram e Youtube da rede, explicando aos BK Lovers que por meio do Clube BK é simples e fácil sair das lojas sem pagar.
“Essa campanha chega para reforçar e engajar ainda mais nossos fãs com um relacionamento muito mais personalizado e próximo. Com conteúdo audacioso e divertido, convidamos os consumidores a fazerem parte do Clube BK e usufruir das suas vantagens”, explica Juliana Cury, Diretora de Marketing da BK Brasil, máster franqueada das marcas Burger King e Popeyes no país.
Confira vídeo da campanha:
“Convidar as pessoas a saírem sem pagar seria impensável em qualquer restaurante. Mas o BK não é qualquer restaurante. O BK é o BK”, diz Rogério Chaves, Diretor de Criação da DAVID.
O Clube BK é o primeiro programa de fidelidade de fast-food no Brasil, além de ser o primeiro país da rede Burger King a contar essa inovação que segue em expansão e escala. Em apenas seis meses, o Clube BK já possui mais de 1.5 milhões de usuários inscritos e tem o objetivo de oferecer recompensas e benefícios exclusivos aos BK Lovers. O programa funciona com acúmulo de pontos e resgate em produtos grátis ou descontos, onde cada R$ 1 real comprado é convertido automaticamente em 1 ponto.
Ao se cadastrar no aplicativo oficial da marca, o cliente consegue acumular pontos comprando pelos canais digitais, como app e totens, ou informando seu CPF em lojas participantes. Para resgatar os prêmios, os consumidores podem consultar as lojas participantes diretamente no aplicativo, escolher seu produto e gerar um QR Code, que deverá ser apresentado ao atendente ou nos totens de autoatendimento. O programa está disponível em todo território nacional, para Android, IOS e integrado com todos os canais digitais do BK (app, totens de autoatendimento e delivery próprio), além das lojas físicas.
Apostando e investindo cada vez mais em novas tecnologias com o objetivo de se tornar uma food tech, o BK tem como estratégia abranger três pilares fundamentais para o crescimento sustentável do seu negócio: conveniência, personalização e qualidade dos seus produtos. Por meio de uma jornada de compra definida e sem fricção, a rede de fast-food consegue oferecer muito mais conveniência e custo-benefício para os seus consumidores. E com o Clube BK, um grande passo foi dado, o de alavancar ainda mais a estatura da marca e dos seus diferenciais competitivos com o uso intensivo da tecnologia e de dados.
FICHA TÉCNICA
Agência: DAVID
Campanha: Saia do BK sem pagar
Cliente: Burger King Brasil
Produto: Clube BK
Global CCO & Partner: Pancho Cassis
MD, Global COO: Sylvia Panico
Diretores de Criação Executivo: Edgard Gianesi, Renata Leão
Diretores de Criação: Fabrício Pretto, Rogério Chaves
Criação: Raphaela Filippetto, Lucas Menegotto
Atendimento: Carolina Vieira, Rafael Giorgino, Caca Franklin, Larissa Zanardi, Ana Carolina Cury
Produção: Fernanda Peixoto, Mônica Andrade, Ana Beatriz Duarte
Planejamento: Daniela Bombonato, Carolina Silva, Angel Pinheiro
Mídia: Márcia Mendonça, Carolina Chadi, Felipe Braga, Renata Oliveira, Jonathan Machado
Inovação e Tecnologia: Toni Ferreira
Social Media: Lucas Patrício
Data Intelligence: Mailson Dutra, Ana Veiga
Aprovação do cliente: Ariel Grunkraut, Juliana Cury, Daniel Packness, Thais Martins, Jade Solano, Vinícius Simon de Freitas, Luiz Garcia
Produtora: Violeta
Direção de Cena: Will Mazzola
Produção Executiva: Gilberto Pires (Gibinha), Carlos Guedes (Cebola)
Atendimento: Bárbara Matsuda
Head de Produção: Hugo Castelo Branco
Coordenação de Produção: Cadu Dantas
Diretor de Fotografia: Lucas Ribeiro da Cunha
Pós-Produção: Space Gorilla
Coordenação de Pós-Produção: Rodrigo Parente
Montador: Christian Grinstein
Finalização: André Maluly
Produtora de Som: Carbono Sound Lab
Produção: Zé Godoy
Desenho de Som: Zé Godoy, Ricardo Wey
Atendimento: Gabi Takan
Coordenação: Ligia Barros
Locução: Zema Tãmatchan
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








