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Quality Nextech anuncia internacionalização iniciando pelo México

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A Quality Nextech, empresa especializada em TI estratégica para empresas que buscam continuidade e solidez em seus negócios de forma segura e eficaz, inicia sua internacionalização com a abertura de operação no México em janeiro de 2021. A companhia, presente no Brasil desde 1989 com cerca de 1.300 colaboradores, oferecerá às empresas mexicanas soluções já consolidadas no Brasil, com outsourcing e desenvolvimento de plataformas de negócios usando tecnologia, desenvolvimento de software, automação de processos robóticos, inteligência artificial, integração e metodologias próprias para projetos sob medida. “Buscamos estar sempre próximos dos nossos clientes, mantendo contato sobre seus desafios e expectativas. Cada cliente tem sua jornada e momento, no caso dessa oportunidade, expandimos para acompanhar o crescimento de um grande cliente. ”, explica Jorge Luiz Biesczad Júnior, diretor de marketing e vendas da Quality Nextech.

Roberto Faria, diretor executivo da Quality Nextech, revela que a demanda no México surgiu a partir de suporte de TI e infraestrutura de telecom. Para atender o México, a Quality Nextech investiu em infraestrutura e capilaridade gerencial para coordenar equipes operacionais e por consequência, pretende expandir a capacidade da empresa para absorver novos clientes no México. “Acreditamos que o projeto no passado com plataformas de autoatendimento, permitiram ao cliente ganhar produtividade e competitividade e assim expandir suas operações. Fortalecemos e crescemos juntos, de dentro para fora”, explica o executivo.

Além deste cliente especifico, a Quality Nextech também já atende outras empresas no mercado internacional com software as a Service para soluções de GRC e Robotic Process Automation com tecnologias de No-Code e Low-Code.

A Quality Nextech é representante exclusiva da Galvanize no Brasil, empresa nomeada pelo Gartner no Quadrante Mágico na plataforma de GRC integrado HighBond da Galvanize, que entrega monitoramento contínuo com o uso de marchine learning para identificar desvios de performance, fraudes, boas práticas e compliance, através da solução de Data Analytics ACL Robotics.

Jorge B. Junior informa que a Quality Nextech registrou crescimento expressivo de lucratividade nos primeiros nove meses de 2020 em comparação com o mesmo período de 2019 (informações disponíveis no site de RI – https://ri.quality.com.br). O resultado positivo foi fruto do plano de Otimização da Companhia que resultou em uma melhor performance operacional se comparado com 2019. Segundo Jorge B. Júnior, a Quality conseguiu superar a crise provocada pela Covid-19 se ajustando aos desafios de seus clientes com flexibilidade e velocidade.

A Quality Nextech é uma empresa especializada em TI estratégica para empresas que buscam continuidade e solidez em seus negócios de forma segura e eficaz. A inovação em processos e produtos, redução de custos, alta produtividade e respostas ágeis para a tomada de decisão assertiva, estão concentradas na capacidade do time de especialistas da Quality Nextech de criar, desenvolver e integrar soluções próprias e de parceiros para atender sob medida as necessidades especificas de cada negócio e os desafios da Transformação Digital.

A empresa concentra sua experiência e portfólio de serviços e produtos para as áreas de Digital, ITO (Information Technology Outsourcing), GRC (Governança, Risco e Compliance), Omnichannel e Gerenciamento da Tecnologia da Informação e se apresenta como um braço forte de TI dos seus clientes, com um amplo leque de sistemas e negócios, com plataformas inteligentes de gestão de conhecimento, automação e inteligência artificial para projetos digitais, de terceirização de suporte de TI, sempre priorizando custormer experience, facilitando o dia a dia do cliente final e cocriando soluções de transformação digital.

A empresa apresenta estrutura de Governança Corporativa robusta, presença na Bovespa Mais, desde 2014, apoio de fundos de investimentos, executivos especialistas em Outsourcing de TI, Robotic Process Automation, Desenvolvimento e Integração de software e GRC.

Fundada em 1989, com matriz no Rio de Janeiro e filiais em São Paulo e Curitiba, a empresa conta com mais de 1300 colaboradores atuantes em todo Brasil.

A Quality atende mais de 700 empresas.

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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