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Programa de incentivo da Fini premia distribuidores de todo País

A Fini, que atua no segmento de candies, tem como um de seus pilares, o reconhecimento e relacionamento próximo com seus parceiros junto aos modelos de negócios de cada canal de venda. Dentro desse propósito, a marca criou, em 2020, um programa de incentivo aos distribuidores, o Aprox+.
O objetivo da companhia é gerar relevância da marca dentro das distribuidoras, engajamento para as metas de vendas, reconhecimentos dos principais parceiros, e excelência no modelo de distribuição e execução. Por meio do programa são realizadas lives de lançamento e comunicação, ativações de relacionamento com brindes relacionados ao programa, comunicações bimestrais com apurações do setor, além de encontros, jantares e premiação especial.
Prêmio Aprox+
O programa possui KPI’s qualitativos e quantitativos, que conduzem a uma premiação anual, que já se tornou meta para muitos de seus parceiros. Todos os distribuidores master, participam do programa e os três melhores dos grupos são premiados: selos Fini parceiro Ouro, Prata e Bronze com destaque para a premiação Diamante ao eleito melhor parceiro do Brasil. Além disso, os vencedores recebem destaque e reconhecimento nacional pela excelência na performance.
O anúncio dos premiados deste ano foi realizado no dia 12 de abril, na sede da The Fini Company Brasil em Jundiaí, e entre os distribuidores premiados foram: Garoto, TF, Bigolin, Chua GV, Chua JF, Dialli de Cascavel (PR) e de Londrina (PR), CBN, Morbene, Verdes Mares e JBS.
Dinâmica da premiação
Os participantes são divididos em grupos que competem entre si. Os indicadores de negócios e engajamento são os critérios de avaliação da premiação. Os distribuidores são pontuados de acordo com a performance de cada indicador. Ao todo, são sete indicadores de negócio e dois de engajamento. Cada um deles tem um gatilho para pontuação. As parciais são divulgadas mensalmente e a apuração é feita sobre o resultado acumulado.
Para Valmir Feil, diretor-geral da The Fini Company no Brasil, ao longo desses anos, a companhia investiu em melhorias no programa e tem obtido resultados cada vez mais satisfatórios e de sucesso. “Para a Fini, conseguimos estreitar ainda mais o relacionamento com distribuidores parceiros e, do ponto de vista de negócio, melhoramos a velocidade dos cadastros, execução em loja e introdução dos lançamentos da marca por todo o País. Já para os distribuidores, tornou-se uma oportunidade de certificar seus potenciais, alcançar metas e participar de uma plataforma adicional de premiação para a equipe de vendas e de merchandising, finaliza.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







