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Progic traz novo conceito para TV Corporativa e já impacta diariamente mais de 500 mil colaboradores em todo Brasil

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Com o objetivo de fortalecer a cultura interna e aproximar todos os níveis hierárquicos da empresa, a Progic criou uma plataforma de tecnologia e serviços de TV corporativa que está transformando a forma como as empresas conversam com seus colaboradores.

 

Líder no segmento e há mais de 12 anos no mercado, a Progic se tornou referência no setor e já conta com mais de 500 empresas parceiras, sendo 150 de grande porte. Neon, Alelo, IBM, P&G, Record e CIEE são algumas das companhias que viram a TV corporativa desenvolvida pela empresa catarinense como uma plataforma essencial para o engajamento e a performance de seus times. Ao todo, são mais de 5 mil telas em operação em todo o Brasil, impactando mais de 550 mil pessoas diariamente.

 

Só no último ano, a Progic cresceu 25% em faturamento. A meta agora é crescer mais 20% em 2021. “A comunicação interna é a nova vantagem competitiva. Empresas que investem em comunicação interna possuem colaboradores mais engajados, alinhados aos objetivos da empresa e com alto índice de retenção. Esses resultados positivos são o que buscamos oferecer às empresas via comunicação moderna, atrativa, acessível, engajadora e totalmente personalizável”, explica Rodrigo Cabral, Sócio e Diretor Comercial da Progic.

 

A solução tem alicerce em alta disponibilidade com um equipamento específico para a aplicação de TV Corporativa, com tecnologia 100% nacional e desenvolvido com base nos pilares da Segurança da Informação. Todo o gerenciamento da programação das telas é feito através de software web, de forma remota e centralizada. Para uma programação mais dinâmica, a solução também conta com uma biblioteca com mais de 300 conteúdos produzidos e atualizados quinzenalmente por equipe de jornalistas e designers especialistas e baseados na metodologia própria e inovadora da Progic.

 

A ferramenta permite também a inclusão de conteúdos de parceiros, como UOL Notícias, previsão do tempo, entre outros. “Oferecemos toda a tecnologia, o conhecimento e o suporte necessário para que as empresas montem uma programação personalizada a partir de um gerenciamento remoto via interface fácil e intuitiva”, afirma Rodrigo, que garante: “Nosso compromisso é ajudar as organizações a divulgarem informações relevantes para os colaboradores, promovendo o crescimento pessoal e profissional dos times com a TV Corporativa, por isso unimos tecnologia de ponta e conteúdo de qualidade”.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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