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Pringles®️ dá boas-vindas para concorrente que virou lata

Pringles®️, marca com mais de 50 anos de experiência no mercado de batatas chips, publicou em jornal de alcance nacional, e também em suas redes sociais, uma carta aberta bem-humorada de boas-vindas à concorrência, que resolveu ir além do formato de saco e lançar um produto com embalagem inspirada na autêntica lata de Pringles®️, em que as batatinhas ficam perfeitamente empilhadas.
A carta agradece a inspiração, parabeniza a concorrente por sair do lugar comum visto no mercado e reforça sua trajetória para ser uma autêntica Pringles®️. Veja na íntegra:
“É uma enorme satisfação dar as boas-vindas aos nossos concorrentes que se inspiraram em Pringles®️. Parabéns pela tentativa de sair do tão comum e previsível saco e vir para o mundo onde as batatas ficam perfeitamente empilhadas e protegidas, com menos ar e mais batatinhas.
Mas é importante lembrar: estar na lata é apenas o primeiro passo para ser autêntico. Ser Pringles®️ é muito mais do que isso, é ter inventado a batata em lata, é ter mais de 50 anos de experiência, centenas de sabores em dezenas de países, edições especiais e o mais importante – o amor dos fãs em todo o mundo.
Não é um caminho fácil, mas vale muito a pena. Ser Pringles®️ de verdade é tão maravilhoso quanto parece. Afinal, tudo fica melhor com Pringles®️, o resto (ainda) é um saco.”
Pringles®️ já vem falando do tema autenticidade desde sua campanha “Tudo fica melhor com Pringles®️. O resto é um saco”, em 2020. Por isso, a marca encarou esse lançamento de mercado como algo divertido com motivos para celebrar o que considera um tributo. “No ano passado incentivamos o consumidor a se expressar de forma diferente, sair da mesmice e trocar ‘um saco’ por uma lata de Pringles®️. Então, é muito interessante ver as marcas concorrentes entrando nessa onda de batata em lata, seguindo o sucesso de Pringles®”, declara a diretora de marketing da Kellogg Brasil, empresa detentora da marca Pringles®, Cristina Monteiro.
Um pouco sobre a autêntica lata de Pringles®️
A inovadora, autêntica e icônica embalagem de Pringles®️ foi criada em 1966 por Frederic J. Baur, um químico da universidade de Ohio, nos EUA. A lata foi desenvolvida para que as batatas chips fiquem perfeitamente empilhadas, melhor conservadas e mais protegidas para chegar ao consumidor da maneira mais perfeita possível.
Baur tinha tanto orgulho de sua criação que pediu aos seus filhos para que, após sua a morte, suas cinzas fossem depositadas em uma lata de Pringles®️. O pedido foi atendido em 2008 e as cinzas do inventor repousam em uma muito especial lata de Pringles® Original .
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








