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Positivo Casa Inteligente lidera consórcio para a criação de plataforma colaborativa

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Democratizar o conceito de smart home no Brasil e reunir a comunidade de usuários de produtos inteligentes em um ambiente digital de debate aberto a todos. É com esse objetivo que um consórcio liderado pela Positivo Casa Inteligente, em parceria com a Acessibiliza_SP, Aureside, Sinduscon, Realiza Arquitetura e Solo Arquitetos, acaba de criar a Comunidade Casa Inteligente, plataforma colaborativa para engajar entusiastas e consumidores de smart devices em conversas esclarecedoras, criativas e dinâmicas sobre uso dos dispositivos, novidades do mercado e qualquer tema relacionado ao assunto, seja sobre produtos conectados da Positivo Casa Inteligente ou de outras marcas. Interessados em participar e compartilhar suas experiências, dicas e dúvidas e debater temas como sustentabilidade, economia, acessibilidade e como ter uma vida mais prática já podem se cadastrar gratuitamente na Comunidade Casa Inteligente e começar a interagir com os demais participantes.

“Este é um ambiente onde as pessoas têm total liberdade para levantar discussões, apresentar soluções e tirar suas dúvidas sobre IoT. Queremos mostrar que todos podem ter uma vida melhor e mais inteligente por meio da tecnologia, além de inspirar os usuários a criarem novas formas de utilização dos produtos de smart home”, explica José Ricardo Tobias, responsável por Positivo Casa Inteligente.

A Comunidade Casa Inteligente já nasce com parceiros de diferentes segmentos que vão utilizar o espaço colaborativo para compartilhar ideias que podem impactar diretamente suas áreas de atuação, casos da Aureside, (Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial) e da Acessibiliza_SP, uma plataforma de conteúdo e relacionamento sobre acessibilidade e inclusão.

“Como associação, já somos uma comunidade que tem como objetivo reunir e gerar uma sinergia entre instaladores e integradores de soluções inteligentes. A Comunidade Casa Inteligente abrirá portas para ficarmos ainda mais próximos dos consumidores finais e contribuir para o debate, a discussão e a evolução do tema no mercado do brasileiro”, conta José Muratori, consultor e projetista de Automação Residencial e Predial e membro fundador da Aureside.

“Para a pessoa com deficiência, a tecnologia representa muito mais que conforto e comodidade, ela é uma das chaves para sua autonomia e independência. Participar da Comunidade Casa Inteligente é motivo de grande entusiasmo”, afirma Nelson Rocha, idealizador do Acessibiliza_SP. “É uma ótima oportunidade para conversarmos e engajarmos um grupo de consumo, ainda pouco visível para a indústria, comércio e serviços, em um ambiente colaborativo, a partir de conteúdos exclusivos, educativos e de qualidade. Uma casa inteligente começa por ser acessível, pois se a solução é boa para a pessoa com deficiência, se entende e atende suas necessidades, ela será útil para todos. Neste momento de transformação constante que vivemos, precisamos de iniciativas como essa para liderar este processo de inclusão da pessoa com deficiência, pois para ela, inovação, agilidade e adaptação, significam liberdade”.

Para manter o engajamento e estimular a troca de informações, a Comunidade Casa Inteligente terá um sistema de gamificação para os usuários de maior atividade, que compartilharem conteúdos, fizerem publicações e interagirem com os demais. Quanto mais engajamento, mais pontos os participantes recebem para trocar por descontos e experiências relacionadas à Positivo Casa Inteligente. Entre as atividades inclusas na plataforma estão fóruns, esclarecimentos de dúvidas e problemas, testes de produtos e conversas sobre criatividade em automação.

“Um grande objetivo da plataforma é empoderar os usuários. Dividir o espaço de fala e poder de discurso com a comunidade, com a sociedade. É a inversão da lógica que somente grandes corporações e a indústria têm o poder de fala sobre Casa Inteligente. É um assunto para todos. Falar sobre casa inteligente é pra quem quiser – e o espaço para isso é justamente a Comunidade Casa Inteligente”, ressalta Tobias. “Acreditamos muito no poder transformador desse projeto.”

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Regrigerante FYS estreia no ‘BBB 26’ e Kerline dispara: ‘não é o Nº1 mas podia ser’

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Ao fim do primeiro paredão do‘Big Brother Brasil 2026’, foi a estreia da linha de refrigerante do Grupo Heineken FYS, como parceira do reality show. Para isso, a marca trouxe a influenciadora Kerline, considerada por muitos a primeira eliminada mais famosa do programa, para estrelar ‘Síndrome de Protagonista’, um filme bem humorado e leve em campanha de mídia na TV aberta, disponível também nas redes sociais da marca.

Na campanha criada pela AlmapBBDO, a ex-BBB aparece com muito bom humor e sinceridade para dizer:” Não é o Nº1, mas podia ser”, fazendo uma comparação e brincadeira com a marca, a partir da sua própria experiência na casa, quando, na edição de 2021, sofreu a rejeição imediata do público logo no início do programa, sendo prematuramente eliminada. Por fim, a influenciadora ressalta a qualidade e portfólio do produto, convidando as pessoas a experimentar e conhecer o portfólio da FYS.

“A estreia da FYS no ‘BBB 26’ representa um movimento bastante estratégico para a marca no mercado. E para marcar esse momento apostamos em uma comunicação marcante, debochada e criativa. E a Kerline foi a escolha ideal para gerar esse impacto”, Isabela Martins, gerente de marketing da marca FYS, do Grupo Heineken.

“A campanha parte de uma verdade simples: de que ser o número um nem sempre é o mais interessante. Ao brincar com esse lugar de um jeito autêntico, FYS se apresenta ao público com personalidade, humor e coragem, exatamente como a Kerline”, comenta Felipe Cury, diretor executivo de criação na AlmapBBDO.

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Tendências do marketing de influência em 2026

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O marketing de influência chega a 2026 consolidado como um dos principais pilares das estratégias de comunicação e vendas das marcas. Impulsionados pelo avanço da inteligência artificial e pela mudança no consumo de conteúdo, os influenciadores deixaram de ser apenas amplificadores de mensagens para se tornarem canais estruturados, com papel relevante na decisão de compra e na construção de marca. Nesse cenário, o crescimento acelerado das plataformas digitais e a perda de centralidade dos meios tradicionais refinem a lógica de atenção do público.

Essa transformação se reflete na estrutura do mercado. No Brasil, mais de 2 milhões de influenciadores já atuam como prestadores de serviço para marcas, segundo dados da Influency.me, e passaram a ser formalmente reconhecidos pela Lei 15.325, que regulamenta o exercício da profissão de multimídia. A normativa representa aproximação dos influenciadores a critérios éticos e comerciais historicamente adotados pela mídia tradicional.

“Influenciadores de médio porte já concentram audiências equivalentes às de canais de TV por assinatura, enquanto grandes criadores chegam a superar emissoras inteiras. As marcas que ainda não tratam esses parceiros com o mesmo nível de planejamento e rigor aplicados à mídia tradicional já começam a perder relevância”, afirma Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me.

Diante desse cenário de consolidação, profissionalização e mudança estrutural no papel dos influenciadores como canais de mídia, Azevedo, CEO da Influency.me, destaca as principais direções que devem orientar o mercado nos próximos meses. Para isso, o executivo elenca seis tendências centrais do marketing de influência em 2026.

Campanhas pontuais perdem espaço
Em vez de apostar em iniciativas pontuais para gerar visibilidade, marcas devem priorizar campanhas mais longas e recorrentes, que ajudam a construir memória de marca ao longo do tempo. Essa presença constante no perfil do influenciador, mesmo com menor volume de publicações, fortalece a familiaridade com a audiência, aumenta a confiança e gera resultados mais consistentes. Além de serem mais bem distribuídos pelos algoritmos das plataformas, esses conteúdos são percebidos pelo público de forma mais natural, integrando a marca ao dia a dia do criador e ampliando as chances de engajamento e conversão.

Autenticidade como resposta à IA
Com a popularização de conteúdos criados por inteligência artificial, o público passou a valorizar ainda mais produções que parecem reais e humanas. Em 2026, vídeos espontâneos, bastidores, erros e opiniões pessoais ganham destaque por transmitirem verdade e proximidade. Dados observados pela Influency.me indicam que esse tipo de conteúdo apresenta melhor desempenho em engajamento e conversão justamente por fugir do excesso de padronização.

Conteúdo nativo por plataforma
Conteúdos genéricos deixam de funcionar porque cada rede social tem sua própria linguagem e forma de consumo. O que engaja no TikTok, por exemplo, não necessariamente funciona no Instagram ou no YouTube. Por isso, o conteúdo precisa ser pensado desde o início para cada plataforma, levando em conta formato, duração e tipo de interação com o público.

Influenciadores como fonte de busca
Cada vez mais, plataformas como TikTok, Instagram e YouTube são usadas como ferramentas de pesquisa, especialmente pelos públicos mais jovens. Isso significa que, antes de comprar um produto ou contratar um serviço, as pessoas buscam vídeos, reviews e recomendações de influenciadores para tirar dúvidas e comparar opções. Com isso, a presença das marcas no conteúdo desses criadores deixa de ser apenas uma ação de divulgação e passa a fazer parte das estratégias de busca e consideração, influenciando diretamente o momento da decisão de compra.

Dados orientando decisões
Em 2026, o marketing de influência passa a ser cada vez mais guiado por dados. Em vez de escolher influenciadores apenas pelo número de seguidores ou pela popularidade, marcas analisam métricas de performance, afinidade com a audiência, recorrência de publicações e histórico de campanhas. Esse olhar mais estratégico permite decisões assertivas, com melhor aproveitamento do investimento e maior chance de gerar engajamento, confiança e conversão.

Profissionalização e disputa por atenção
O impacto dos influenciadores nas decisões de compra já é uma realidade. Pesquisa da Influency.me em parceria com a Opinion Box mostra que 69% dos consumidores brasileiros já compraram produtos indicados por criadores de conteúdo, e 87% ficaram satisfeitos com a experiência. Ao mesmo tempo, a maioria dos influenciadores ainda recebe entre R$ 500,00 e R$ 2 mil por mês, o que revela um mercado cada vez mais concorrido. Nesse contexto, cresce a profissionalização do setor e a disputa pela atenção do público, fazendo com que apenas conteúdos planejados, relevantes e com conexão real com a audiência consigam se destacar.

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