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Piraquê realiza ação para fortalecer campanhas de prevenção à covid-19 e doação de sangue

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Marca disponibiliza totens com álcool em gel em 55 supermercados, distribui máscaras personalizadas e engaja consumidores em campanha de doação de sangue

A Piraquê, marca de massas, biscoitos e torradas pertencente à M. Dias Branco, realizou uma campanha em 55 supermercados do Rio de Janeiro para ajudar nas ações de prevenção à covid-19. A marca distribuiu nessas lojas totens com dispensers de álcool em gel, acionados por pedal, para que os consumidores higienizem as mãos antes, durante e depois das compras. Entre os dias 19 e 23 de maio, também distribuiu em seis supermercados da região metropolitana do Rio de Janeiro 15 mil máscaras laváveis de tecido, com estampas personalizadas, item hoje obrigatório para que as pessoas possam ir ao supermercado.

A campanha faz parte de um pacote de ações sociais da Piraquê voltadas para apoiar a saúde no Estado do Rio de Janeiro. A marca anunciou, em abril, doação financeira ao RioSolidário, para compra de 1 mil equipamentos de proteção individual (EPIs) para profissionais de saúde do Estado do Rio de Janeiro e criou a campanha #vocedoaagentedoa, para estimular a doação de sangue ao Hemorio, principal hemocentro do estado. Nesta campanha, para cada bolsa de sangue coletada pelo Hemorio até o fim de maio, a Piraquê doará 500 alimentos ao Mesa Brasil (banco de alimentos do Sesc), para distribuição a comunidades carentes do Estado do Rio.

“A disponibilização do álcool em gel e das máscaras completam uma ação coordenada em prol da saúde dos consumidores, que reúne prevenção, conscientização sobre a importância da doação de sangue mesmo durante a pandemia e alimento para quem precisa”, destaca Rodrigo Mainieri, gerente de marketing da M. Dias Branco. Os totens trazem mensagens sobre a importância da doação de sangue, para incentivar os consumidores a fazer a coleta de forma segura e de acordo com as regras sanitárias. No total, a M Dias Branco destinou R$ 2,4 milhões para a ação social com foco em saúde.

As máscaras em tecido lavável que foram distribuídas gratuitamente aos consumidores têm estampas exclusivas da marca e produtos Piraquê: Goiabinha, Presuntinho, Salgadinho de Gergelim e Biscoito de Leite Maltado. “O uso de máscaras é um hábito que tem que ser incorporado por todos. Decidimos oferecer gratuitamente e com estampas originais para garantir o acesso e tornar o uso mais amigável, estimulando os consumidores a aderir a algo essencial para a saúde pública”, completa o executivo.

A marca também colocou todo o seu investimento em mídia à disposição das ações de prevenção e doação de sangue ao Hemorio. As doações podem ser agendadas pelo Disque Sangue de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 7h às 17h, através do número 0800 282 0708.

Para mais informações da marca, acesse o site www.piraque.com.br e siga a marca nas redes sociais:

Facebook: www.facebook.com/piraque
Instagram: www.instagram.com/piraque
Youtube: www.youtube.com/user/PiraqueOficial

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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