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Personagem de “Amor de Mãe” estrela campanha do TIM Chip TOP

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Operadora inova mais uma vez e mistura ficção e realidade em ação desenvolvida em parceria com Globo e Havas+

TIM realiza sua maior ação de conteúdo em uma novela, desenvolvida em parceria com a Globo e a agência Havas+. A iniciativa conta com a participação de Ryan (Thiago Martins) – personagem de ‘Amor de Mãe’ – e se desdobra em três capítulos, seis cenas diferentes, break exclusivo, licenciamento, campanha digital, redes sociais e uma inovação em mídia OOH. Na trama, após um vídeo seu viralizar nas redes sociais, o músico se torna estrela da campanha do TIM Chip TOP, oferta pré-paga da operadora. O projeto integra realidade e ficção com um filme publicitário lançado em um break exclusivo no intervalo da novela e outdoors que saem da tela da TV e chegam às ruas do Rio de Janeiro e outras cidades do Brasil.

“Inserir uma marca de forma orgânica em uma novela é realmente desafiador. Trabalhamos em parceria com a Globo e com a Havas+ e juntos conseguimos criar uma ação inovadora, que envolveu a TIM na história de Ryan de forma bastante natural. Aproveitamos o fato de ele ter se tornado uma celebridade da internet, que é justamente o mote da campanha do TIM Chip TOP. Além disso, o personagem é músico, em linha com o principal elemento de comunicação da nossa marca”, explica Ana Paula Castello Branco, Diretora de Advertising & Brand Management da TIM Brasil.

O projeto começou com Ryan recebendo a proposta de uma publicitária para participar da nova campanha da TIM, em cena que foi ao ar dia 17 de janeiro. Na sequência, ao longo de três capítulos, a ação de conteúdo se desenvolve e o jovem negocia sua participação com a ajuda da irmã Érica (Nanda Costa), ensaia para a gravação e vê sua própria imagem em um outdoor. A interação principal aconteceu no capítulo de ontem (22/01), quando a família do músico se reuniu para assistir à estreia do comercial. Enquanto, na trama, todos se preparavam para a exibição do filme, o bloco da novela terminou, fazendo a transição para o intervalo em que realmente entrou no ar a campanha da operadora. No formato de break exclusivo, de forma contextualizada e inovadora, a novela voltou a ser exibida após o fim do comercial e os personagens vibraram pela conquista de Ryan.

Além do filme, a campanha conta com mídia digital em diversas plataformas e OOH. O outdoor com a imagem de Ryan será mostrado na novela e estará realmente em São Cristóvão – bairro que inspirou a cidade cenográfica da trama e também onde fica a sede regional da TIM –, além de outros pontos do Rio de Janeiro e outras cidades do Brasil.

Segundo Eduardo Becker, diretor de Soluções Integradas em Conteúdo da Globo, identificar as melhores oportunidades nos ativos e permitir que as histórias conversem com as estratégias das marcas de forma ampla, em diferentes momentos de relacionamento com seus consumidores, é o que norteia os projetos de conteúdo da empresa. “Esse projeto com TIM em ‘Amor de Mãe’ é resultado de um novo olhar da Globo para o desenvolvimento de ações publicitárias em nosso conteúdo. Temos nos empenhado em desenvolver projetos que não sejam orgânicos apenas em relação às histórias, mas que façam sentido para as estratégias de comunicação das marcas como um todo. Trabalho fortalecido pela fundamental parceria entre áreas de negócios, produção de conteúdo, autores e diretores para compreensão dos objetivos dos clientes e criação das melhores soluções de comunicação. E é esse olhar que faz com que as entregas sejam capazes de extrapolar as telas, sendo recebidas de forma natural pelas pessoas, independentemente da plataforma em que estejam, aumentando a eficiência das ações, a percepção positiva e o entendimento do consumidor”, apresenta o diretor.

A ação na novela promove o TIM Chip TOP, um chip que vem com duas semanas incluídas, sendo a primeira semana grátis para os clientes aproveitarem todas as vantagens do TIM Pré TOP. O plano é o único pré-pago com WhatsApp, Facebook, Twitter e Messenger ilimitados, além de 1GB da oferta e 3GB de Bônus da Madrugada, para usar da meia-noite às 6h da manhã na rede 4.5G da operadora. Depois dos primeiros 14 dias embarcados no produto, o usuário mantém todos os benefícios da oferta por apenas R$ 10 por semana. A ideia é mostrar que Ryan também foi convidado para a “festa da internet”, apresentada na campanha de outubro de 2019 e estrelada por Simone & Simaria e celebridades da web.

“A TIM é um cliente que está sempre inovando em suas ofertas e também nas formas de comunicar. Estamos entusiasmados com essa entrega de formato, em que a marca está presente dentro da narrativa do autor e acompanha a vida do personagem. Essa ação aproxima a TIM do cotidiano da vida das pessoas, facilitando o entendimento dos diferenciais da marca. Nesse projeto, assim como em outros, aplicamos a visão MX System, um diferencial e propriedade do Grupo Havas: uma mídia de experiência que faz a conexão com a audiência em um contexto específico, onde o conteúdo da marca e produto são entregues de forma relevante”, afirma Jairo Soares, COO & Head Mídia da Havas+.

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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