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Para lançar a marca Viv, Vigor ressignifica os conceitos de saúde e bem-estar em sua comunicação

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Praticar ioga ao ar livre, em contato com a natureza, é uma possibilidade que, na prática, está bem longe da realidade das pessoas. Fazer atividades físicas com o mesmo ritmo imposto pelos padrões da cultura fitness também é um referencial cada vez mais distante da agenda do dia a dia. Nesse contexto, incentivar hábitos saudáveis de acordo com o que de fato é viável na rotina das pessoas, é o objetivo da campanha de lançamento da Viv, a nova marca de iogurtes Vigor.

Criada pela SunsetDDB, a campanha traz a assinatura “Sua vida saudável, #gostosamentepossível”. O conceito do trabalho reforça a ideia de um bem-estar possível com a ruptura dos estereótipos de saudabilidade, que ao longo dos últimos anos consolidaram referenciais incompatíveis com o perfil de trabalho e de ocupação das pessoas e, consequentemente, com a disponibilidade de tempo que elas têm. A campanha também aproveita a sonoridade do verbo viver e sua associação com a marca Viv para ressaltar a diversidade e incentivar os consumidores a aproveitarem a própria realidade para identificar e empoderar suas formas possíveis de fazer atividades físicas.

Para Flávia Drummond, Diretora de Marketing da Vigor, a comunicação da linha precisaria criar aproximação com o brasileiro e caber em seu dia a dia. “Entendemos que precisávamos ir além e não só oferecer um portfólio de produtos gostosos e saudáveis. Precisávamos criar conexão com o consumidor que tem rotina intensa, mas quer ajustar seus hábitos e chegar a uma vida mais equilibrada. Nossa estratégia é fazer de Vigor Viv uma marca embaixadora de uma vida saudável possível, que pode ser real e adaptável à rotina de cada um”, conta a executiva.

Com filmes para TV e plataformas digitais, a campanha propõe um novo olhar sobre o tema da saudabilidade e bem-estar. As peças usam leveza e bom humor para destacar o consumidor como protagonista do seu dia a dia, mostrando a presença de Viv durante a prática de exercícios tanto em tempos de pandemia, com as restrições do distanciamento social, quanto em situações normais. No roteiro de um dos filmes, por exemplo, a primeira imagem é uma grande tela de TV na qual se vê uma mulher fazendo ioga perto de uma cachoeira. A câmera se abre para a sala da casa onde a TV está ligada e onde se vê uma mãe tentando reproduzir as posições de relaxamento vistas na tela, mas que na verdade repete os movimentos de ioga de acordo com sua realidade naquele momento, mais precisamente, na companhia do filho que, repentinamente, sobe em suas costas.

As cenas dos filmes, sempre com cores fortes e embaladas por uma música com ritmo animado e vibrante, também mostram pessoas de várias idades praticando corrida e atividades físicas em situações diversas ao ar livre e dentro de casa. Em letreiros, que apresentam a letra da música, são feitos convites diretos ao consumidor como “Corre e Viv”, “Experimenta e Viv”, “Pula e Viv”, “Treina e Viv” e “Se joga e Viv”.

Resultado de um processo de Sprint Criativo liderado pela área de transformação da SunsetDDB, em parceria com a Vigor, a escolha do nome e do conceito da marca contou com a participação de talentos diversos, entre designers, redatores, especialistas e pessoas ligadas ao universo da saudabilidade. Essa mesma estratégia de cocriação também foi estendida ao processo de gerar conteúdo sobre a novidade nas redes sociais. Além de contar com influenciadores famosos como Thaynara OG, Cleo e Ludmilla, que farão challenges com o tema levantado pela linha e com seus produtos, a submarca também se posiciona nas plataformas digitais com conteúdo criado por coletivos especializados em temas como saúde, bem-estar e terceira idade.

Ainda para estimular o movimento nas redes, será lançado um filtro interativo no Instagram, que visa incentivar atividades variadas, trazendo mensagens como “Dança & Viv”, “Se alonga & Viv”, “Experimenta & Viv”, entre outras. Influenciadores contratados usarão o filtro como desafios para a sua rotina e convidarão outros influenciadores e seguidores para aderirem à corrente.

Para Sergio Mugnaini, CCO (Chief Creative Officer) da SunsetDDB, a campanha de lançamento da Viv é um exemplo “muito significativo” dos primeiros resultados do novo modelo de trabalho da SunsetDDB, que vem sendo implantado nos últimos seis meses. “É um trabalho que mostra a eficácia do nosso Sprint Criativo, com o envolvimento cada vez maior tanto do anunciante quanto do consumidor na estratégia de comunicação da marca. A campanha também reforça o nosso conceito de cocriação, com a participação de especialistas do mercado, que gera conteúdo cada vez mais relevante para a presença de uma marca nas redes sociais”, diz Mugnaini.

Além dos filmes para TV e canais digitais, o plano de mídia da campanha “Sua vida saudável, #gostosamente possível”, que começou com ações de mídia social na semana passada, conta com ação de merchandising da Viv no programa “Encontro com Fátima Bernardes”, da TV Globo, que foi realizada nessa quinta-feira, 25 de março.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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