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Panasonic questiona ditado popular em campanha

Com o mote “Mãe não é tudo igual”, como sugere o ditado popular frequentemente utilizado, a Panasonic do Brasil inicia sua campanha de Dia das Mães, destacando as diferenças presentes na rotina e estilos de vida existentes nos lares, convidando o público a repensar sobre a particularidade de cada mãe. A ação traz mães reais em situações em que a tecnologia e qualidade dos produtos, da categoria de linha branca da marca, facilitam as tarefas corriqueiras das famílias.
A partir do questionamento “Será que as mães são mesmo tão parecidas?”, o filme promove reflexão e sensibilidade sobre as histórias e peculiaridades acerca da vida materna, e emociona ao expor, no primeiro momento, um compilado de porta-retratos contendo imagens de mães reais dos próprios colaboradores da empresa, em momentos especiais com seus filhos. Já, no segundo momento, são exibidas cenas de uma família em interação com geladeira, máquina de lavar e micro-ondas, da Panasonic, fomentando que a tecnologia da marca é desenvolvida para pessoas e situações reais, com produtos mais econômicos, práticos e sustentáveis, que se moldam à necessidade e a rotina de cada consumidor.
Segundo Fábio Ribeiro, diretor de marketing da Panasonic do Brasil, a campanha, centralizada nos colaboradores, estimula o público a sair do lugar comum. “Assim como os estereótipos sobre as mães, a categoria, muitas vezes, induz o consumidor a seguir sempre o mesmo caminho. Por isso, queremos desafiar o consumidor a refletir sobre novas possibilidades, reforçando um dos nossos princípios globais de contribuir continuamente para o bem-estar das pessoas, através do desenvolvimento de produtos e serviços criados para atender a cada necessidade específica”, finaliza Fábio.
Assinada pela Ogilvy Brasil, as peças da campanha serão veiculadas na TV Aberta e fechada, e estarão também nos canais eletro mídia, digital, redes sociais, além de contemplar ações de conteúdos com merchan no programa “Melhor da Tarde” com a Catia Fonseca, na Tv Band, TasteMade e no canal Doma Arquitetura.
O principal objetivo da campanha é ressaltar que: mães não são todas iguais, além de fomentar as diferenças de rotina em torno de cada uma delas, ressaltando diferentes criações e culturas, distintas personalidades e uma universalidade em como cada uma transpassa o amor e cuidado dentro e fora de seus lares.
“Mãe não é tudo igual. Eu tenho minha mãe como inspiração, mas além dela eu tenho outras mães. Tenho minha avó, minha tia, a mãe de um amigo e por aí vai. Por isso, retratar diferentes mães foi inspirador. Vivemos isso diariamente. E todo mundo tem uma ou mais figuras que representam a maternidade. Logo, na campanha, a intenção foi quebrar esse estereótipo que diz: “Mãe é tudo igual”, uma ideia passada que não é cabível. Temos mães diversas, e cada uma possui sua peculiaridade”, destacam Guilherme Lopes e Guilherme Serato, dupla criativa da Ogilvy Brasil responsável pela criação da campanha.
Nas redes sociais, pessoas foram convidadas para compartilharem sobre suas próprias experiências maternas, contando como os produtos da marca auxiliam e facilitam o cotidiano.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








