Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Panasonic lança tecnologia de projeção e expande possibilidades de experiência sensoriais

Publicado

em

Panasonic lança tecnologia de projeção e expande possibilidades de experiência sensoriais

O sistema de rastreamento em tempo real de projeção mapeada, ET-SWR10, que mescla movimento analógico e conteúdo digital, é um dos destaques dos lançamentos da Panasonic, líder global no desenvolvimento de tecnologias inovadoras. A companhia japonesa anuncia duas novidades para o segmento de Media Entertainment Business Division, que faz parte do portfólio da marca para soluções business to business, com equipamentos voltados para o uso profissional de imagens digitais.  Os produtos foram criados com base nos novos formatos de consumir informação e entretenimento pelo consumidor final.

Na linha de Projeção Mapeada, a Panasonic apresenta o ET-SWR10, que gera projeções que interagem com os movimentos de pessoas ou objetos em tempo real. Com um projetor compatível, o sistema permite a transmissão de conteúdos animados em objetos em rápido movimento, sem atraso. “Essa nova tecnologia trará uma solução de alta precisão e baixa latência a 240Hz. Para obter este resultado, foram incorporados marcadores, câmeras e software ao projetor que trabalharão harmoniosamente como um sistema”, explica Mauro U. de Andrade, Gerente de Contas da Panasonic Business.

Entre os lançamentos, também estão os modelos da Série PT-MZ880 – de 6.000, 7.000 e 8.000 lumens. Desenvolvidos para usos em salas de aula, auditórios, empresas, museus e exposições, os equipamentos se destacam pela sua tecnologia LCD Solide Shine, que fornece imagens brilhantes, vivas e detalhadas, além de outros recursos que garantem qualidade de imagem superior, capacidade de instalação em diversas aplicações.

A inovação segue um dos principais pilares de desenvolvimentos dos produtos da companhia:  sustentabilidade, trazendo tecnologias em favor do meio ambiente ao garantir o baixo consumo de energia, desempenho característico da marca, além de ser livre de metais pesados em sua fabricação.

“A novidade terá as características mais desejadas do mercado como tecnologia laser, ampla linha de lentes intercambiáveis (compatíveis com a linha anterior MZ770), além do novo recurso de correção de edge-blending, que incorpora projeções, sem mostrar delimitações, gerando uma imagem limpa e contínua”, comenta Mauro.

Relevância de mercado

Na categoria de Mídia e Entretenimento, hoje os projetores reforçam a relevância da marca em relação ao mercado audiovisual, por meio da tradição em confiabilidade, alta performance e flexibilidade de instalação.

Dando continuidade à atuação no segmento de audiovisual e após se consolidar-se no mercado com os modelos de projetores a laser, a Panasonic busca expandir a segmentação das soluções audiovisuais. “Mesmo com uma linha tão diversificada, sempre há oportunidades para novos produtos. Nos preocupamos em desenvolver inovações que ofereçam tanta qualidade quanto equipamentos mais robustos. Trazemos para os clientes soluções que podem ser aplicadas em diversas utilizações e de alto valor agregado, nos quesitos tecnologia, confiabilidade e inovação”, encerra o executivo.

Sobre a Panasonic

A Panasonic é líder global no desenvolvimento de tecnologias e soluções inovadoras para uma ampla variedade de produtos, nos setores de eletroeletrônicos, habitação, automotivo e B2B. A empresa, que comemorou seu 100º aniversário em 2018, opera 528 subsidiárias e 72 empresas associadas em todo o mundo e registrou vendas líquidas consolidadas de 68,72 bilhões de dólares no ano fiscal de 2019. Comprometida em buscar novos valores por meio da inovação colaborativa, a empresa usa suas tecnologias para criar uma vida melhor e um mundo melhor para os clientes e consumidores.

Continue lendo

Empresa

Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

Publicado

em

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

Continue lendo

Empresa

BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

Publicado

em

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

Continue lendo