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Painéis de LED e Inteligência Artificial: a integração perfeita para uma nova era de conexão interativa com o público

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Com a evolução das tecnologias, as estratégias de publicidade e marketing ganharam uma nova dimensão nos dias atuais. O uso de painéis de LED e Inteligência Artificial (IA) agora permitem criar campanhas mais inteligentes e interativas, que se adaptam ao comportamento do público e geram experiências únicas. Essas inovações dão uma cara nova à forma como as marcas se conectam com seus consumidores – tanto em ambientes internos quanto externos.

Os painéis de LED atraem olhares com sua capacidade de oferecer alta resolução e excelente visibilidade. Hoje, é muito utilizado em campanhas publicitárias, tanto em grandes painéis ao ar livre quanto em painéis internos interativos como lojas. Já a IA eleva a personalização das campanhas, ao ajustar os anúncios em tempo real com base em dados sobre o comportamento, localização e preferências do público. Essa combinação entre painéis LED e IA oferece campanhas mais dinâmicas, que atraem tanto a atenção quanto criam conteúdo diversificado para os consumidores.

Apresentam grande potencial para campanhas externas, especialmente pela alta visibilidade, eficiência energética e durabilidade. Já nos ambientes internos, ele se destaca pela versatilidade e qualidade das imagens.

Além disso, os displays de LED oferecem diversas possibilidades criativas. Outdoors interativos, por exemplo, podem ser integrados com sensores de movimento ou câmeras para adaptar os anúncios de acordo com o número de pessoas ou de suas características. “Em lojas e shoppings, os painéis de LED podem ser utilizados para criar vitrines interativas. Um exemplo disso é a integração de sistemas de captura de movimento, nos quais, dependendo do tempo que o consumidor observa um produto, o sistema detecta essa ação e, de forma instantânea, exibe uma mensagem personalizada no painel. Esse tipo de interação impulsiona a decisão de compra no momento exato e proporciona uma experiência envolvente ”, exemplifica o especialista Odair Tremante, CEO da Leyard Planar Brasil e América Latina.

Quando falamos em Inteligência Artificial, a personalização atinge um novo nível. A IA permite que os anúncios sejam ajustados automaticamente de acordo com dados em tempo real, como o comportamento do consumidor, suas interações anteriores ou até mesmo seu estado emocional. Esse tipo de personalização torna as campanhas mais assertivas e aumentam as chances de engajamento.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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