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Outubro marca o recomeço para Holding Clube

Os setores de entretenimento e eventos foram uns dos primeiros a serem impactados pela pandemia, e provavelmente estarão entre os últimos a retomar suas atividades como era antes da Covid-19. Diante desse cenário, repensar os negócios deixou de ser uma opção, virou uma questão de sobrevivência para as empresas do segmento.
A Holding Clube, que há 30 anos desenvolve ações e campanhas para fomentar o relacionamento entre pessoas e marcas, acelerou alguns movimentos importantes, que vão desde a mudança gestão até o desenvolvimento de novos serviços. O grupo decidiu remodelar seu posicionamento mercadológico apostando, principalmente, na tecnologia para promover campanhas inovadoras, eventos corporativos e conteúdos de entretenimento.
“Esse ano está sendo de superação e muito aprendizado. Nos adaptamos, reinventamos e escolhemos outubro para anunciar todos os aprendizados e as novidades. Para nós, será o Outubro Verde. Verde de esperança que marca a largada dos novos projetos para 2021”, comenta Juliana Ferraz, diretora de Novos Negócios da Holding Clube.
Só em outubro, a Holding Clube assina 9 projetos corporativos para marcas como Coca-Cola, Sulamerica, Vivo e Condé Nast. Além disso, o grupo promoverá quatro grandes projetos proprietários. Um é o Nº1-X, primeiro projeto digital da marca Nº1, responsável também pelo Camarote N°1 e Réveillon N°1. Na sequência, acontecerá o Extra Life, experiência interativa com gamers.
O consagrado Festival Path foi repaginado para o ambiente online e trará as principais tendências em inovação e criatividade. E, para fechar o mês, a segunda edição do All In at Home terá dois dias de conteúdo para debater como as novas tecnologias estão impactando os negócios, o comportamento social e, principalmente, a indústria do entretenimento.
“A missão da Holding Clube é prover a melhor experiência possível entre as marcas e seus públicos de interesse. Para isso, buscamos o que há de mais criativo, disruptivo e tecnológico mundo a fora e internalizamos tudo isso para oferecermos um one stop shop criativo para o mercado. O objetivo é entregar resultados que superarem as expectativas dos nossos clientes, independentemente do porte da empresa ou tamanho do projeto”, pontua Marcio Esher, diretor de operações da Holding Clube.
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Faro.ag conquista a rota sertaneja da Campari Group

O Campari Group anunciou o fortalecimento da sua presença no mercado brasileiro por meio do investimento estratégico no território do agronegócio e do circuito sertanejo. A companhia utilizará o rótulo premium de whiskey americano Wild Turkey para protagonizar patrocínios e ações de brand experience em grandes rodeios e festivais do interior de São Paulo.
A agência faro.ag foi selecionada para planejar, criar e operacionalizar todas as ativações de live marketing, desdobrando no ambiente físico o posicionamento de marca desenhado pela DPZ. A itinerância, que ocorre entre os meses de julho e novembro de 2026, conta também com parcerias operacionais da Connect Conns e da Viola Show. “Entrar em um território como o do Agro e sertanejo é necessário compreender a dinâmica de cada evento, o comportamento do público e todos os desafios envolvidos em uma operação que se desloca por diferentes cidades. Nosso papel é transformar a estratégia do Grupo Campari e da DPZ em uma experiência consistente, garantindo que Wild Turkey esteja presente de forma relevante nesse novo universo que vamos atingir”, afirma Guilherme Stucchi, CEO da faro.ag.
A agenda itinerante de Wild Turkey abrange feiras, festivais e circuitos de rodeio no Estado de São Paulo. “Uma operação itinerante exige capacidade de planejamento, agilidade e uma visão muito integrada de live marketing. Cada evento tem suas particularidades, mas a marca precisa ser reconhecida e vivenciada de forma consistente em todos eles. É justamente nessa combinação entre padronização e adaptação que está um dos principais desafios, e também uma das grandes forças deste projeto”, conclui Stucchi.
A estratégia visa aproximar os atributos do bourbon artesanal à cultura do campo, do esporte montaria e das grandes celebrações sertanejas.
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Produtora de áudio Yeti Sounds chega ao mercado com foco em criação autoral e sonic branding

A produtora de áudio Yeti Sounds iniciou suas operações no mercado publicitário e de entretenimento com uma proposta focada no desenvolvimento de trilhas sonoras originais, sound design e identidades de áudio (sonic branding). Para ampliar o escopo de atuação internacional em projetos customizados, a empresa estabeleceu uma parceria estratégica com a produtora nova-iorquina You Too Can Woo.
A operação é liderada pelos sócios e produtores musicais Murilo Faria e Yuri Chix, que unem a vivência no mercado publicitário à atuação ativa na cena musical autoral e eletrônica do país. “A Yeti nasce como uma expansão daquilo que sempre me moveu: criar. Gosto de imaginar novas possibilidades, seja na publicidade ou nos meus projetos autorais. Queremos construir um espaço além do briefing, em que as ideias também partam da produtora, criando projetos que façam diferença para as marcas. A publicidade pode ser um território de experimentação de novas linguagens onde a trilha deixa de ser apenas um complemento para se tornar a identidade da marca”, explica Murilo Faria.
A estrutura da Yeti Sounds conta com Guto Figueiredo como associado responsável pela área de novos negócios e prospecção comercial. Com trajetória em produtoras como Dogs Can Fly, Frevo Filmes e Mugshot, o executivo atuará na articulação junto a agências e anunciantes.
A produção executiva da casa fica a cargo de Maitê Magoga, profissional com 24 anos de experiência no mercado de publicidade e conteúdo, reunindo passagens por agências e produtoras como Lew’Lara\TBWA, Thompson, Globosat, Santa Clara e Loud+. “A gente vive a música antes mesmo de entrar no estúdio para um briefing, alimentando o que criamos para as marcas. Ter a visão criativa compartilhada com uma estrutura que une repertório artístico, conhecimento de mercado e proximidade com os clientes faz da Yeti um lugar fértil para as ideias evoluírem”, conclui Yuri Chix.








