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Oral-B lança campanha para conscientizar brasileiros sobre a importância da saúde bucal

Oral-B, marca expert em saúde bucal, anuncia sua nova campanha “Oral-B: por um Brasil com uma saúde bucal 100%”. A iniciativa reforça a missão da empresa em transformar a categoria de Higiene Bucal no país, busca conscientizar os brasileiros sobre a importância de manter em dia o cuidado com a boca, além de ressaltar como a utilização de produtos de qualidade superior pode os levar a uma saúde bucal 100%.
“O brasileiro é um dos povos que mais vai ao dentista no mundo, mas ao mesmo tempo é um dos que mais sofre com problemas de saúde bucal. Estudos mostram que oito em cada 10 pessoas irão perder ao menos um dente ao longo da vida e 90% da população adulta tem ou tiveram cáries. Isso acontece porque ainda falta educação sobre saúde bucal no país.
Diante desse cenário, fica muito claro que precisamos viver nosso propósito e transformar a categoria de higiene bucal no Brasil de um simples cuidado básico para uma solução completa de saúde bucal. E isso só é possível por meio de um forte trabalho com dentistas aliando informação e conscientização”, afirma Luis Siqueira, diretor sênior de Marketing para Oral-B no Brasil.
Com o papel de ser um grande agente para transformar a situação atual dos brasileiros e oferecer a possibilidade de uma excelente saúde bucal, mais que uma campanha publicitária, o objetivo da marca é alcançar o público de forma positiva e eficaz, para estimular a melhora nos índices de saúde bucal no país.
A campanha, criada pela Publicis Brasil, tem o objetivo de gerar conhecimento sobre os problemas bucais e reforçar a importância de se ter uma saúde bucal melhor, mostrando que é possível mudar a atual realidade por meio de produtos de tecnologia superior. Com o intuito de conscientizar a todos sobre a importância da saúde bucal e de como fazê-la da maneira mais efetiva, Oral-B convida os brasileiros a serem parte dessa mudança.
A estratégia de comunicação será 360, de forma a conversar com os brasileiros em diferentes pontos de contato e fazer com que esta conscientização e educação sobre a importância da saúde bucal seja ampla e completa. Para o lançamento, a marca veiculará um filme em TV aberta, TV paga e digitalmente, realizará uma campanha de cashback, em que os consumidores poderão optar por doar o valor do produto para uma instituição ou recebê-lo de volta. Além disso, pela primeira vez, Oral-B será um dos patrocinadores do Big Brother Brasil.
“Queremos falar com o brasileiro aonde quer que ele esteja, pois acreditamos que quanto mais informação ele tiver, mais entenderá sobre como uma saúde bucal de qualidade pode mudar a sua vida e melhorar a sua saúde como um todo”, completa Siqueira.
“Estamos num momento em que todas as pessoas estão revendo seus hábitos relacionados à saúde. Por isso não poderia haver momento melhor para estimular o consumidor a “desautomatizar” o hábito de escovar os dentes, dando mais atenção a um cuidado que é capaz de transformar sua vida, tanto no âmbito pessoal quanto profissional.”, complementou Luis Figueiredo, diretor de criação da Publicis Brasil.
Para conferir o vídeo “Oral-B: por um Brasil com uma saúde bucal 100%” acesse este link e para saber mais sobre as novidades da marca acesse oralb.com.br ou o Instagram @oralb_br .
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








