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Oi promove ação de conteúdo na novela Elas Por Elas, da TV Globo

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Para ampliar a visibilidade de seus produtos no segmento de fibra ótica, a Oi promove neste mês de dezembro ações de conteúdo inéditas em parceria com a TV Globo, com inserções de marca na novela “Elas Por Elas”, exibida atualmente pela emissora na faixa das 18h. Desde o dia 12 de dezembro, a Oi marcou presença em três capítulos da trama, promovendo a Oi Fibra, principal produto do portfólio da companhia, de forma contextualizada na narrativa da novela.

“A ação de conteúdo tem como objetivo fortalecer a credibilidade da Oi no segmento de fibra ótica, posicionar o protagonismo da Oi Fibra no portfólio da companhia e ampliar a liderança nos mercados, aproveitando o potencial de audiência e comunicação com o público da teledramaturgia da TV Globo na sensibilização e no engajamento dos clientes com a marca Oi”, explica Lívia Marquez, diretora de comunicação da Oi.

O projeto de ação de conteúdo em “Elas por Elas”, com três inserções ao longo do mês de dezembro, dá visibilidade ao portfólio completo da Oi, que atende todas as necessidades e públicos: desde a primeira fibra de verdade com Oi Fibra Start até a melhor experiência Wi-Fi performance onde você quiser com Oi Fibra X Premium.

Em uma das cenas, a personagem Lara (Deborah Secco) recebe em sua casa uma técnica da Oi chamada Joice, que chega para melhorar a internet do lar a pedido das filhas Yeda (Castorine) e Cris (Valentina Herszage), que escolheram o Oi Fibra X Premium. Lara mostra-se preocupada com o impacto do produto na decoração da casa, mas Joice garante que elas estão adquirindo a melhor tecnologia FTTR e que é um pequeno cabo de fibra invisível, que leva a máxima performance de internet pros cômodos mais afastado. A família fica feliz com o resultado e comemora a evolução da internet na casa.

Em outra cena, a personagem Carol (Karine Teles) mostra para Taís (Késia) que a conexão de internet de sua casa é muito rápida. “Tinha que ser casa de cientista, né?”, diz Taís, mas Carol confessa que o mérito não é dela, mas da Oi Fibra. “Pode cair o mundo lá fora que continuo on-line”, afirma Carol, satisfeita com o produto.

Na terceira inserção da Oi em “Elas por Elas”, as personagens Renée (Maria Clara Spinelli), Érica (Monique Alfradique) e Tony (Richard Abelha) conversam sobre a recente melhoria na internet da casa. Na sequência Tony mostra o folheto e fala que vai contratar o Oi Fibra Start, um plano que cabe no bolso, com Wi-Fi ilimitado e fibra de verdade.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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