Empresa
Oi lança campanha visando o mercado de internet por fibra

Na esteira dos bons resultados conquistados no segmento de fibra ótica nos últimos meses, a Oi lança este mês uma campanha publicitária para reforçar a alta qualidade da Oi Fibra, hoje o principal produto do portfólio da companhia. A Oi Fibra foi considerada pelos clientes como a melhor internet por fibra ótica entre as grandes operadoras, segundo dados de pesquisa da Anatel.
O conceito da campanha _ um desdobramento da plataforma de comunicação Bora Bora _ é voltado para o empoderamento das pessoas por meio de uma internet 100% fibra, que garante mais estabilidade e velocidade na conexão. As peças publicitárias, que serão apresentadas em diversos formatos digitais e também na TV aberta a partir do dia 15 de maio, procuram trazer conhecimento sobre o uso da fibra, identificam os problemas mais comuns enfrentados por internautas e falam da importância de ter uma fibra “de verdade” dentro da casa do cliente. Com ela, eles conseguem realizar suas atividades do dia a dia, seus trabalhos e até mesmo seus sonhos.
Para apresentar a nova comunicação, criada pelo Oi Hubble, a operadora traz mais uma vez Whindersson Nunes, que recentemente, em uma parceria inédita com a Oi, voltou ao cenário musical lançando Bora-Bora, música que retrata a superação das adversidades do dia a dia do artista. O projeto foi mais uma das ações de comunicação da Oi que se baseiam em Bora Bora, um universo proprietário paradisíaco, onde todos podem encontrar sua melhor versão por meio do acesso à melhor conexão via fibra.
A campanha também contará com uma ação de conteúdo nas redes da Oi, que tem como objetivo esclarecer aos consumidores sobre os diferentes tipos de serviço de internet disponíveis no mercado e reforçar os atributos da fibra de verdade da operadora. No youtube, creators de canais tecnológicos como TecMundo, Max Dicas e Canal JMS responderão grandes dúvidas sobre internet, fibra e conexão. Entre as perguntas, questões como “Sua fibra é de verdade?”, “A conexão wi-fi compromete a velocidade?” “Qual a diferença de um cabo de cobre ou de fibra?”. Além disso, a youtuber funBABE, que acaba de ser mãe, vai dar dicas de como a internet pode ser uma aliada da maternidade hoje em dia. No Instagram, o cantor Áureo Deni, que tem 1 milhão de seguidores, compôs uma música para Bora Bora. Ele faz parte do “Mete um reels”, projeto que conecta marcas com criadores de conteúdo.
Empresa
IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
Empresa
Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







