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O.U.i, linha de alta perfumaria criada na França, aterriza no Brasil

O.U.i, que significa sim em francês e é a abreviatura de “Original. Unique. Individuel”, é alta perfumaria francesa e desembarca no Brasil. A marca, que traz aos consumidores uma sofisticada linha de perfumaria e de corpo e banho, recebeu inspiração no estilo de vida parisiense e no savoir-faire francês, o jeito único de fazer com excelência. Para isso, toda a sua criação intelectual foi feita no país, com perfumistas, direção olfativa e design liderado por experts de lá.
Foram dois anos de desenvolvimento e investimentos para a criação dos eaux de parfum O.U.i e suas extensões de altíssima qualidade, e de intercâmbio com uma rede de colaboradores franceses. O premiado “nariz” Pierre Aulas assinou a direção olfativa e contou 4 perfumistas convidados e Thierry DeBaschmakoff ficou à frente do projeto de design da marca, além do envolvimento de avaliadores, produtores de óleos essenciais de Grasse – região francesa berço da perfumaria mundial – fotógrafos, ilustradores e grande rede de fornecedores, incluindo a Firmenich, uma das mais importantes casas de fragrância internacionais.
“Queremos, com nossas ações e produtos, entregar a essência parisiense para os brasileiros e os inspirar a valorizar os pequenos prazeres, como os franceses fazem. Queremos que as pessoas digam O.U.i para esse estilo de vida que acreditamos ser simples, acessível e, ainda assim, sofisticado. É aí que mora todo o diferencial da nossa marca”, conta Diego Costa, especialista em perfumaria e diretor de marketing Grupo Boticário.
Em seu portifólio, O.U.i oferece oito eaux de parfum na linha de alta perfumaria, disponíveis também em kits com três fragrâncias de 5ml cada, e 20 produtos de cuidados para o corpo, incluindo inovações como o Crème Riche, um match entre hidratação e fragrância, e o Huile Absolue Revitalisant, uma combinação de óleos com sensorial e toque seco que repara e ilumina pele e cabelos. Em destaque, a linha Jardin de Grasse, uma elegante e fresca homenagem à história da perfumaria francesa e da Cologne, com creme de mãos, perfume, sabonete líquido e sabonete com cordão, um tributo ao icônico savon de Merseille. Sem esquecer de todo o charme do Rouge à Lèvres, único batom da marca no tom mais amado e usado pelas francesas.
O savoir-faire francês está refletido na qualidade dos produtos, na origem e na relação de O.U.i e com as pessoas e com o meio ambiente. A marca é 100% vegana e cruelty free. Todos os produtos levam em sua composição o L’Essence de Grasse, óleo exclusivo composto pelas 5 Colheitas Excepcionais de Grasse, no Sul da França, e muitos deles já estão disponíveis em versão refil que, por terem peso reduzido, reduzem também a emissão de gases do efeito estufa no transporte. Os refis das fragrâncias são inovadores e reduzem em 91% o peso da embalagem.
O.U.i está disponível para compra via e-commerce próprio (https://www.ouiparis.com/), nos sites Beleza na Web e Beauty Box, no Brasil e, na França, está disponível pelo site fr.ouiparis.com
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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.
A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.
Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.
Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.
Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.
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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.
A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.
Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.
Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.
O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.








