Empresa
Panasonic explora brasilidade em primeira campanha na categoria de Pilhas no país

Para anunciar o lançamento das novas Pilhas Alcalinas Premium com tecnologia antivazamento e 18 vezes mais durabilidade em relação às pilhas comuns, a Panasonic, estreia um filme com o mascote da categoria. Essa é a primeira vez que o personagem Leo Pilhas protagoniza uma comunicação fora do Japão – país sede da empresa. A criação é da Ogilvy Brasil e traz o personagem da gigante japonesa com uma brasilidade inédita.
Com o mote “Alcalinas Premium Panasonic. Para não dar zebra, escolha a pilha do Leo”, a animação traz um storytelling que reforça os features do produto. No filme principal, o mascote surge em terras brasileiras, em meio a elementos que representam o país, como o Bondinho Pão de Açúcar®️ e a paisagem da Amazônia. Além do ineditismo de uma produção local, a peça apresenta outro fator surpresa: a Zebra, como novo personagem que surge como antagonista ao Leo. A participação da figura, com característica criativa sutil da Panasonic, faz alusão à famosa expressão “dar zebra”, com objetivo de reforçar que a escolha pela pilha garante uma experiência positiva, com alto empenho e sem vazamento – tecnologia exclusiva no mercado.
Em 2018, o mascote Leo, elaborado no Japão e utilizado como representante da categoria no mundo todo, desembarcou no Brasil. “Fizemos uma série de pesquisas e estudos para chegar a esse protagonista. Além de carismático, ele tem o conceito e a personalidade da marca e reforça os principais atributos das Pilhas Alcalinas Premium Panasonic, que é a energia e segurança contra vazamentos. Pela primeira vez, temos a oportunidade de produzir um filme inteiro com o Leo fora do Japão e ainda contamos com a participação da Zebra, que chegou para ficar”, comenta Luciano Lima, Gerente de Marketing de Pilhas e Bateria da Panasonic no Brasil.
“Aproveitamos a oportunidade para desenvolver uma história com elementos que dialogam diretamente com o brasileiro, que fossem reconhecidos por todos”, comenta Daniel Schiavon, diretor de criação da Ogilvy Brasil. “Encontramos uma solução criativa para comunicar a superioridade das pilhas Panasonic com sutileza e um cuidadoso trabalho de craft“, conclui o criativo.
Para estruturar as ações e campanhas deste lançamento, a Panasonic realizou pesquisas e revisitou o posicionamento da marca. “Com diversas opções no mercado, buscamos trazer para o público brasileiro um produto de qualidade superior, que atenda às necessidades dele, com um preço adequado”, explica Luciano, que completa “além de comunicar este grande lançamento, buscamos aumentar cada vez mais a nossa presença na categoria de Pilhas Alcalinas no mercado brasileiro, como já acontece com pilhas comuns.”.
Os filmes produzidos serão exibidos em canais da TV aberta e paga, além de circular por plataformas digitais. A campanha também envolve ações com influenciadores nas redes sociais: mais de 50 de criadores de conteúdos mostrarão as suas percepções sobre o lançamento, inserindo em suas vivências e aplicando em situações do cotidiano, no TikTok e Instagram. A Panasonic revela que hoje 71% do público compra pilhas em mercado, por isso a marca aposta em ações com personalidades de grande impacto para falar com seus consumidores, como o cantor Wesley Safadão, que já deu o ponta pé inicial do lançamento.
Empresa
Estudo da Creators revela que planejamento da Black Friday começa meses antes e reforça papel dos influenciadores

A disputa pela atenção do consumidor na Black Friday antecipou o calendário de planejamento das marcas no mercado brasileiro. É o que aponta o estudo Open Black – Report Black Friday 2026, desenvolvido pela Creators LLC, hub de inteligência, dados e creator marketing. O levantamento reuniu dados de comportamento, mercado e plataformas para mapear o impacto da estratégia de influência em todas as fases do funil de vendas.
Pesquisas da Gauge citadas no relatório revelam que 53% dos brasileiros iniciam o planejamento de compras para a data em julho — 4 meses antes do evento —, enquanto 48% afirmam decidir por impulso para aproveitar ofertas imediatas. O cenário aponta para um comportamento que mescla pesquisa prévia com gatilhos de conversão no momento do desconto.
A Creators defende uma atuação em duas fases: de agosto a outubro, com conteúdos de consideração (reviews, tutoriais e inserção do produto na rotina), e em novembro, com foco em conversão por meio de cupons rastreáveis, live commerce e programas de afiliados. “A Black Friday não começa quando o desconto entra no ar. Quando novembro chega, o consumidor já pesquisou, comparou, salvou conteúdos e criou referências sobre aquilo que pretende comprar. O desafio das marcas é construir essa relação antes da disputa mais intensa por atenção e usar os creators não apenas como mídia de conversão, mas como parte da jornada de decisão”, analisa Nohoa Arcanjo, CEO da Creators.
Dados da YOUPIX em parceria com a Nielsen Brasil destacam que 80% dos consumidores tomam a decisão de compra fora do clique imediato, realizando buscas ou salvando conteúdos para transações posteriores. Além disso, 58% das conversões ocorrem em até sete dias após a visualização de publicações com influenciadores.
O estudo aponta ainda que 81% dos brasileiros já adquiriram produtos recomendados por criadores de conteúdo e 64% utilizam cupons ou links patrocinados com frequência. Em relação aos critérios de escolha dos perfis, 62% declaram que o número de seguidores tem pouco ou nenhum impacto na confiança, enquanto 44% descobrem novas marcas por meio de creators — superarando indicações de amigos e familiares (33%). “Os dados mostram que influência não é uma equação de tamanho de audiência. Para converter, é preciso encontrar quem tem legitimidade para falar daquele assunto e construir recorrência. O consumidor precisa reconhecer aquela indicação como algo coerente com a pessoa que está falando, e não simplesmente como mais uma publicidade de Black Friday no feed“, ressalta a executiva.
Empresa
Qualy celebra 35 anos com coleção de embalagens ilustradas e estímulo ao reuso

A Qualy, marca de margarinas presente em oito de cada dez lares brasileiros, anunciou o lançamento da Coleção Raízes para comemorar seus 35 anos de mercado. A novidade consiste em quatro embalagens colecionáveis com ilustrações inéditas que retratam elementos de cultura, fauna, flora e relações humanas no país. Sob o conceito “O Brasil que passa adiante”, a ação busca incentivar a reutilização dos potes plásticos no cotidiano, associando a arte à economia circular.
“Mais do que uma comemoração de aniversário, a coleção nasce de uma reflexão sobre a trajetória e o legado de Qualy ao lado dos brasileiros. Ao longo de sua história, a marca esteve presente em momentos cotidianos de milhões de famílias, passando adiante sabor, afeto, cuidado e criatividade. Agora, convidamos consumidores a refletir sobre o impacto dos seus hábitos para o futuro do país, unindo arte, brasilidade e sustentabilidade”, explica Marina Secaf, gerente executiva de marketing de spreads da MBRF.
Para a concepção visual dos potes, a marca convidou a artista pernambucana Bel Andrade Lima. A coleção é dividida em quatro temas: “Calor Humano”, focado em cenas de convivência e laços afetivos; “Biodiversidade”, que homenageia a fauna e os biomas nacionais; “Criatividade”, com foco nas manifestações artísticas e trabalhos manuais; e “Futuro”, que reúne símbolos de transformação e crescimento sustentável.
O design das embalagens foi pensado para estimular o reuso doméstico dos recipientes, postergando o descarte do plástico. A iniciativa complementa as metas ambientais da empresa, que atua como a primeira marca do segmento de margarinas a compensar 100% da massa de suas embalagens plásticas.
Em parceria com a central de reciclagem eureciclo, iniciada em 2021, a marca já retirou do meio ambiente o equivalente a 36,5 mil toneladas de plástico — o correspondente a aproximadamente 1,8 bilhão de potes de margarina —, evitando a emissão de 64,8 mil toneladas de gases de efeito estufa. O projeto soma mais de R$ 4,2 milhões investidos em melhorias de infraestrutura e gestão operacional para 153 cooperativas em 21 estados, impactando cerca de 11 mil trabalhadores da cadeia de reciclagem.








