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O que os millennials e a geração Z pensam das logos de marcas

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Na era das transmissões ao vivo que podem ser compradas, do comércio social e do marketing de influência, um logotipo estático pode parecer uma reflexão tardia quando se trata de identidade de marca.

Mas não deveria ser o caso, de acordo com uma pesquisa recente do serviço de design gráfico Vistaprint. Em todas as faixas etárias, a grande maioria dos entrevistados (92%) acredita que um logotipo deve ser uma prioridade ao iniciar um novo negócio, o que mostra o que os consumidores procuram nas marcas, de acordo com Clifford Skeete, diretor executivo de criação global da Vistaprint.

“Seu logotipo é muitas vezes o início de sua jornada como um negócio confiável, e como ele é percebido por um cliente é importante e pode impactar o sucesso de seu negócio”, disse ele. “Ele diz instantaneamente aos clientes quem você é, o que oferece e o que eles podem esperar.”

A pesquisa também descobriu que os consumidores da geração Y e da Geração Z pensam sobre logotipos de maneira diferente das gerações anteriores, preferindo esquemas de cores monocromáticas, com azul, branco e preto considerados os “mais confiáveis” para logotipos. Um logotipo bem projetado os tornaria mais propensos a comprar de uma pequena empresa (43%), enquanto um logotipo mal projetado pode fazer uma empresa parecer não confiável (16%).

Cada vez mais, esses consumidores mais jovens também rejeitam os estereótipos e esperam que as empresas façam o mesmo, com 60% concordando que os logotipos devem ser neutros em termos de gênero, independentemente do produto ou serviço que representam.

Texto traduzido do portal Adweek.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Nestlé implementa novo modelo global de marketing no Brasil para acelerar crescimento e conexão cultural

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A Nestlé deu um passo decisivo na atualização de sua estratégia global ao realizar, neste mês de março, o rollout do Brand Building the Nestlé Way (BBNW) no mercado brasileiro. A nova abordagem, que orienta as práticas da companhia em mais de 180 países, visa acelerar o crescimento orgânico e fortalecer o equity das marcas por meio de um modelo que integra ciência de dados, agilidade operacional e uma profunda conexão com a cultura contemporânea.

A evolução marca uma transição estrutural na gigante do setor de alimentos: a saída de uma lógica centrada em campanhas isoladas para a adoção de um framework de crescimento unificado. Este modelo conecta estratégia, produto, preço, distribuição e comunicação de forma indissociável. “Estamos em um ponto de virada. Marcas tradicionais carregam carinho, confiança e credibilidade, mas também podem se conectar à cultura atual. O impacto do marketing hoje depende da capacidade de unir essas marcas à relevância cultural”, afirma Tilman Moe, head de marketing da Zona Américas da Nestlé.

A estratégia brasileira, sob o comando de Ionah, vice-presidente de marketing, comunicação corporativa & ESG da Nestlé Brasil, foca na qualidade das decisões e na clareza de prioridades. “Isso passa por foco nas marcas com maior potencial e uso cada vez mais estruturado de dados para orientar estratégia e investimento”, explica a executiva. O novo modelo operacional aposta no uso intensivo de analytics e inteligência artificial, além de um ecossistema mais fluido com criadores de conteúdo e parceiros criativos.

O BBNW se sustenta em quatro pilares fundamentais: superioridade, valor, visibilidade e comunicação. Essas alavancas orientam desde a inovação do portfólio até a presença física e digital nos pontos de venda. Segundo Ionah, o marketing agora é um esforço coletivo: “Quando conectamos dados, criatividade, cultura e execução de modo consistente, conseguimos responder mais rápido ao consumidor e gerar impacto real para o negócio”.

A disciplina na gestão de investimentos também ganha novos contornos com a introdução de uma geração inédita de KPIs (Key Performance Indicators). Além das métricas financeiras tradicionais, a Nestlé passa a mensurar a experiência de marca, a execução criativa e a capacidade de gerar impacto cultural. A escolha do Brasil como um dos primeiros mercados a receber a nova versão do modelo reitera o papel do país como um dos principais polos de inovação e marketing da companhia globalmente.

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Cenoteka expande portfólio com quatro novas agências e projeta dobrar de tamanho em 2026

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A Cenoteka, empresa especializada em cenografia que vem ganhando tração no mercado de live marketing, acaba de anunciar a chegada de quatro contas de peso ao seu portfólio: as agências Atenas, Carbono, People e TSBEtc. Para os novos clientes, a companhia atuará no desenvolvimento de soluções integradas que abrangem desde a concepção estratégica até a produção e implementação de estruturas inteligentes, desenhadas para elevar a experiência de marca no ambiente físico.

O movimento reflete o posicionamento da Cenoteka em tratar a cenografia não apenas como um suporte operacional para eventos, mas como uma plataforma de comunicação estratégica capaz de gerar valor e diferenciação competitiva. Contando com equipe e galpão próprios, a empresa aposta em um modelo de negócio que hibridiza a robustez da produção cenográfica com a inteligência de planejamento característica das agências.

De acordo com Milene ViSo, CEO da Cenoteka, a proposta é ressignificar a entrega técnica no setor. “Redesenhamos o papel da cenografia no ecossistema de marketing. Não entregamos apenas estruturas, mas experiências de marca que geram valor. Unimos capacidade produtiva a uma visão de planejamento, garantindo que o espaço físico deixe de ser um cenário para se tornar protagonista da estratégia com uma premissa clara: a inteligência de agência aplicada à execução técnica é o que transforma espaços em ativos de comunicação”, explica a executiva.

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