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O jeans 501 completa 150 anos de criação e dá início às comemorações

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O que começou como uma patente para rebites de cobre em calças de trabalho, em 1873, tornou-se ao longo dos últimos anos uma das peças de roupa mais icônicas e influentes já criadas. Tela em branco para quebrar regras e inventar qualquer estilo, a calça jeans 501 da Levi’s ultrapassou os limites do tempo e da cultura. Este ano, o principal produto da marca comemora 150 anos de existência, ainda como um verdadeiro item original adotado por cada geração à sua própria maneira.

Tudo se iniciou quando Jacob Davis imaginou uma marcante inovação para o workwear, as aplicações de rebites de cobre em calças de lona. Observando a instantaneidade do sucesso de sua ideia, Davis pregou rebites iguais em um macacão e o mostrou a seu fornecedor dos produtos de mercearia, Levi Strauss. A partir disso, a dupla concebeu uma versão do macacão, mas usando denim e lona de pato, um tecido resistente de algodão. A peça foi patenteada em 1873, quando foi lançado oficialmente o jeans 501.

A atualização nos modelos em jeans resultou em, ao decorrer da década de 1930, tornar a peça um item básico do workwear no Ocidente. Mais tarde, percebe-se um favoritismo entre peões de rodeio, pois a peça resistente suportava grandes atritos. A marca enxergou uma grande oportunidade de alcançar novos públicos, investindo nesse cenário em suas publicidades. A Vogue publicou um artigo que recomendava o jeans Levi’s 501 para as leitoras que passavam férias em ranchos, ajudando a aumentar a popularidade e credibilidade do modelo. Também, grandes nomes do cinema apareceram nas telas vestindo o jeans inovador, como John Wayne, em 1939, que usou um 501® Originals com a barra dobrada no filme “No Tempo das Diligências” (Stagecoach). Foi então que começou a fama da peça e sua forma de usar em Hollywood.

E o que dá início à celebração do 150º aniversário do jeans 501 são os lançamentos dos filmes que constroem a campanha “A Maior História Já Vestida” (The Greatest Story Ever Worn). A ação reunirá curtas-metragens dirigidos por Martin de Thurah e Melina Matsoukas que exploram histórias originais e verídicas de todo o mundo envolvendo o jeans 501 e seu papel em inúmeros momentos históricos, culturais e pessoais a fim de inspirar uma nova geração a escrever o próximo capítulo.

“A Maior História Já Vestida” apresenta o 501 como uma trajetória em constante expansão, escrita e reescrita por todos os amantes do modelo. “Poucos produtos, especialmente as roupas, estiveram presentes de forma tão consistente em tantas experiências humanas por tanto tempo quanto o 501. Este é um momento incrível e um marco para a Levi’s. Através da campanha, vamos celebrar o legado do 501, sua abrangência incomparável e relevância global, além de inspirar a próxima geração a criar novos momentos”, explica Chris Jackman, VP de brand marketing da Levi’s.

 

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Mercado Pago escala Anitta em campanha para turbinar rendimento de cofrinhos

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O Mercado Pago, braço financeiro do Grupo Mercado Livre, deu início a uma nova etapa estratégica para o seu programa de fidelidade Meli+, com o lançamento da campanha “Mercado Pago Se Supera”. Estrelada pela cantora Anitta, embaixadora da marca, a iniciativa apresenta uma rentabilidade promocional de 140% do CDI para os Cofrinhos dos clientes Meli+, reforçando o posicionamento da instituição em elevar continuamente o patamar de benefícios disponíveis para o consumidor brasileiro.

A campanha, assinada pela agência GUT, utiliza a imagem da artista para ilustrar a proposta de valor da marca: superar a si mesma. Desde o início do ano, o Mercado Pago tem adotado uma comunicação focada na multiplicação de vantagens, como visto na premiação dobrada do Big Brother Brasil 2026 e nas ações de cashback em dobro durante o Carnaval.

Os Cofrinhos, funcionalidade desenhada para auxiliar na organização financeira, permitem que os usuários separem seus recursos por objetivos. Os valores são investidos em títulos públicos federais (Tesouro Selic), ativos de renda fixa que figuram entre os mais seguros da economia. Diferente de outros instrumentos de mercado, o saldo nos Cofrinhos rende desde o primeiro dia útil, possui liquidez imediata e é isento de IOF ou taxas administrativas, com incidência apenas de Imposto de Renda sobre os ganhos.

Para Ignácio Estivariz, vice-presidente do Mercado Pago no Brasil, a novidade reflete o compromisso com a democratização do acesso a produtos financeiros de alta qualidade. “Nosso objetivo é oferecer as melhores ferramentas para que o brasileiro possa gerir seu dinheiro com inteligência. Ao entregarmos um rendimento equivalente a 140% do CDI com liquidez diária e a segurança da renda fixa, estamos não apenas incentivando o hábito de poupar, mas garantindo que o esforço do nosso cliente seja recompensado com uma das melhores rentabilidades do setor de contas digitais, sem as amarras de carência ou taxas abusivas”, destaca o executivo.

A estratégia de divulgação utilizou o storytelling para gerar curiosidade nas redes sociais. A campanha iniciou com um story misterioso da embaixadora, que fazia alusão ao seu passado e à evolução da própria marca, recordando o lançamento do Cofrinho com 120% do CDI no ano anterior. A narrativa culminou no filme publicitário oficial, onde Anitta prova que tudo melhora com o tempo, incluindo as taxas de rendimento.

Para a equipe da GUT, o conceito reflete a maturidade da marca no ambiente digital. “Os outros bem que tentam, mas acreditamos que hoje está claro que só Mercado Pago é capaz de superar Mercado Pago. Essa campanha não é só sobre esse fenômeno de constante melhora, mas também uma celebração à nova fase da comunicação da marca, que multiplicou seu próprio awareness. Tudo isso é o resultado de trabalhar com uma marca e artista que acreditam na criatividade como um ingrediente diferencial na comunicação”, comentam Guilherme Nesti e Daniel Achucarro, diretores de criação da GUT.

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Hershey’s oficializa Capibarra como nova mascote da Páscoa brasileira

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Em uma decisão ousada que rompe com as tradições do varejo sazonal, a Hershey’s no Brasil anunciou, para a Páscoa de 2026, a substituição do tradicional coelho pela Capibarra como sua nova mascote oficial. A iniciativa, que aposta na força dos símbolos culturais locais, não surgiu de forma convencional. O processo de seleção seguiu a lógica do mercado de trabalho moderno, iniciando com um anúncio de #OpenToWork no LinkedIn e a abertura de uma vaga formal para “Mascote da Páscoa”, culminando na contratação da Capi, que provou ser o match perfeito para a estratégia da marca.

A movimentação é um desdobramento da estratégia da Hershey’s de reposicionar o ato de presentear na data, tornando-o mais flexível e democrático. Ao trazer um ícone genuinamente brasileiro, presente no imaginário popular e nas interações do dia a dia, a marca busca fortalecer a relevância cultural e a proximidade com o consumidor. O perfil da nova mascote foi desenhado para espelhar atributos de leveza e colaboração, fundamentais para a atual visão de comunicação da empresa.

“Além de ter um fit cultural imediato com o país, a Capi chega com um conjunto de atributos difícil de encontrar em um único perfil. Ela possui um networking orgânico e transversal (anda em bando, é amiga de todos), entrega em larga escala (distribui barras para todo mundo) e se destaca pelas soft skills (perfil pacífico, colaborativo e zero inclinação a conflitos). Para a Páscoa brasileira, isso significa uma data mais próxima e mais divertida; para a Hershey’s, é trazer para o time alguém que soma em carisma e talkability”, comenta Ana Carolina Guazelli Cosin, head de marketing da Hershey’s.

A nova mascote chega com metas claras de engajamento e a missão de “abrasileirar” a data, reforçando o protagonismo das barras de chocolate — produto central do portfólio da companhia — em detrimento dos formatos tradicionais de ovo. Para a Capibarra, o desafio é transformar a experiência do consumidor através de um tom de voz próximo e carismático.

“Chego pra mexer com os corações dos Barra Lovers e com objetivos claros! Com meus skills de conseguir reunir pessoas, criar bons momentos e meu suuuuper carisma, tenho certeza que vou transformar essa Páscoa. Vim pra isso: abrasileirar a data, distribuir barras Hershey’s por aí e deixar todo mundo de boca aberta. Ca-pi-ba-rra, guardem esse nome. Beijinhos da Capibarra”, afirma a mascote.

Com essa investida, a Hershey’s sinaliza ao mercado que a inovação na experiência do consumidor pode passar pela subversão de símbolos universais em favor de figuras que carregam maior identificação com o público local. A estratégia aposta que a talkability gerada pela escolha da Capibarra seja o diferencial para garantir visibilidade e conversão em um dos períodos mais competitivos do varejo brasileiro.

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