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Nubank lança movimento de segurança para combater golpe de troca de cartões no Carnaval

Fintech convida foliões a fantasiarem seus cartões de débito e crédito – de todas bandeiras e emissores – em ação contra o ‘golpe da troca de cartão’
Em todo Carnaval, a expectativa é sempre curtir os bloquinhos, desfiles e festas com muita alegria. E nesta edição 2020, para evitar que a folia seja transformada em frustração, o Nubank lidera o movimento #FantasieSeuCartão, uma ação de segurança para que os foliões se protejam contra o golpe da troca de cartões, que nesta época do ano costuma ser mais aplicado. Para isso, a fintech incentiva: se você for usuário de qualquer cartão de débito ou crédito, independente da bandeira ou de qual for o emissor, quando for se fantasiar para se divertir no Carnaval, fantasie também o cartão.
“Aqui no Nubank, enxergamos a segurança como atributo fundamental, sobretudo porque tratamos das finanças das pessoas. Com esta ação, de uma forma divertida, queremos conscientizar e ajudar todos os usuários de cartão a se protegerem no Carnaval contra um golpe que é comum de ser aplicado nesta época do ano”, explica Camila Mazini, executiva líder de marketing do Nubank.
O golpe
O golpe da troca do cartão, em geral, acomete as pessoas na hora da compra. O golpista se aproveita da distração do cliente, que digita sua senha no campo do valor. Alegando algum tipo de falha na transação ou problema na maquininha, esse é o momento em que o bandido costuma realizar a troca do cartão e devolve à vítima um similar ou até do mesmo banco. Com a senha e cartão original do cliente em mãos, é efetuada a transação no valor que o golpista desejar.
Fantasia: personalização do cartão
Uma maneira de combater o golpe é personalizar o cartão – de modo que fique mais fácil sua identificação, dificultando bastante a vida do golpista que tenta efetuar a troca. Para auxiliar nesse processo, o Nubank convida os foliões a comparecerem à sua sede, no bairro de Pinheiros (São Paulo/SP). Durante todo o dia 20, serão distribuídas – gratuitamente e sujeitas a esgotamento – cartelas com divertidos adesivos para que usuários de cartões possam identificá-los e irem mais tranquilos às festas durante o feriado do Carnaval.”Os adesivos que o Nubank irá ceder são uma forma de personalização disponível a todos clientes de bancos aqui em São Paulo. Neste momento, vale usar a criatividade, apenas atentando-se ao tipo de adesivo que será colado e também a posição em que será aplicado para que não afete o uso do cartão ou a entrada dele na maquininha”, observa Camila.
Para personalizar o cartão, além de eventuais desenhos ou textos feitos com canetas marcadoras com ponta de feltro, o tipo de adesivo mais recomendado é o removível, que não deixa resíduos de cola ao retirar. Ao colar algum adesivo no cartão, é importante optar por aqueles que sejam de baixo relevo para não haver problemas na hora de inserir na maquininha. Para qualquer tipo de personalização, é altamente recomendável que não se faça qualquer aplicação nas áreas ocupadas pelo chip e pela tarja magnética. Confira mais dicas e cuidados aqui para fantasiar o seu cartão sem prejudicar a sua utilização.
Serviço – #FantasieSeuCartão no Nubank
Onde? Sede do Nubank (Rua Capote Valente, 39 – Pinheiros – São Paulo/SP)
Quando? Dia 20 de fevereiro
Hora? Das 9h00 às 20h00
Quantidade? Limitado a duas cartelas por pessoa e sujeito a esgotamento
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








