Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Nubank chega aos 20 milhões de clientes e exalta a sua ‘Nação Roxa’

Publicado

em

Marca histórica faz o Nubank superar contingente populacional de diversos países do mundo e colocaria a fintech entre os 60 países mais populosos do planeta

Fintech proclama o dia 20 de janeiro como o ‘Dia do Roxo’, data em que celebra a liberdade dos seus cidadãos roxos

Nação Roxa é enaltecida em vídeo divertido com depoimento de cliente fictício e sua trajetória até se tornar ‘roxo’

Uma nação sem fronteiras, sem burocracia e que não cobra tarifas abusivas. Pode parecer utópica, mas ela existe. Ao chegar à importante marca de 20 milhões de clientes, o Nubank – considerado o maior banco digital independente do mundo – festeja a sua Nação Roxa e proclama neste 20 de janeiro o Dia do Roxo em celebração à liberdade de seus cidadãos.

“O Nubank nasceu com o propósito de eliminar a burocracia e a relação abusiva por parte de empresas de serviços financeiros com seus clientes. Atingir a marca de 20 milhões de usuários, um contingente enorme que é maior que a população de muitos países, mostra que estamos sendo bem-sucedidos nessa intenção de reinventar um mercado tradicional. Criamos uma verdadeira Nação Roxa com 20 milhões de clientes que agora são livres para controlar o seu dinheiro”, destaca Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank.NuHistória: o ‘documentário’ da Nação Roxa

Para celebrar o marco dos 20 milhões de clientes, a fintech faz ativações em suas redes sociais, entre elas a publicação de um divertido vídeo que simula um documentário, além da criação de uma bandeira própria. Na peça veiculada, o Nubank introduz aos espectadores – com uma irônica e forçada dublagem – o fictício personagem Vigésimo Millones, que relata suas experiências em Tarifópolis, Gerentechatópolis e Asteriscolândia até aportar na Nação Roxa.Prosseguindo com o seu depoimento, o Sr. Vigésimo Millones relata o momento em que tomou conhecimento da nova nação e destaca sua surpresa ao encontrar “uma nação reinventada, sem fronteiras, sem idioma oficial, unida pela bandeira de acabar com burocracias e tarifas abusivas”.

No decorrer do vídeo, o Nubank invoca a celebração de liberdade e a instituição do Dia do Roxo neste 20 de janeiro. E o personagem fictício conclui o seu testemunho: “Dia do Roxo não deveria ser feriado?”Os 20 milhões de ‘roxos’ em curiosidades

Ao longo da semana, outras ações poderão ser feitas pelo Nubank para engajar o público em torno da marca histórica. Uma delas será em torno de curiosidades envolvendo o número 20 e que foram registradas até atingir os 20 milhões de clientes. Entre os dados listados, estão, por exemplo, o fato de que 886 mil cidadãos roxos completam 20 anos em 2020 e que existem 2020 Nus na cidade de Amontada, no Ceará. Confira todos os dados curiosos aqui.Com esse número expressivo de clientes, a empresa seria o 60º país mais populoso do planeta. A marca de 20 milhões é superior a de diversas nações da América Latina, como o Chile, e também da Europa, como Portugal.

Assista na íntegra o vídeo sobre a Nação Roxa: 

Continue lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Deixe uma resposta

Empresa

TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

Publicado

em

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

Continue lendo

Empresa

Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

Publicado

em

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

Continue lendo