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Novo aliado nas vendas para o Mercado Publicitário: Data Stone Adquire Sales Rush

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A Data Stone, que fornece soluções inovadoras em inteligência de dados e estratégias de vendas para o mercado corporativo, tem o prazer de anunciar a aquisição da Sales Rush, uma startup que vem revolucionando o mercado publicitário com sua robusta máquina de vendas.

Sob a liderança do CEO Lindolfo Alves, a Data Stone amplia seu portfólio com a expertise da Sales Rush, conhecida por servir gigantes da mídia como SBT, Band e TV Cultura, além de importantes players digitais como Vix e Waze. Esta fusão marca um marco estratégico, reforçando o compromisso da Data Stone com a inovação e a excelência em vendas.

Daniel Rosa, fundador da Sales Rush, expressa entusiasmo com a parceria que demorou 12 meses para ser concluída, destacando a sinergia entre as duas empresas: “Unimos forças para elevar o nível de nossas soluções e oferecer ao mercado publicitário uma proposta de valor única – a combinação da nossa estratégia com uma abordagem humanizada, acelerando o crescimento e a diferenciação de nossos clientes.”

Lindolfo Alves salienta a importância estratégica da aquisição: “A Sales Rush traz para a Data Stone uma profunda compreensão do mercado publicitário, complementando nosso arsenal de prospecção científica e nossa vasta base de dados com mais de 23,5 milhões de empresas brasileiras.”

Para liderar esta nova fase, a Data Stone conta agora com Luiz Baggio, executivo de vendas com uma década de experiência em organizações de hiper crescimento. Baggio comenta: “Estamos redefinindo a geração de demanda em vendas outbound, libertando as empresas da dependência de anúncios e capacitando-as a construir sistemas de vendas autossustentáveis e previsíveis através de operação de vendas por outbound.”

A Data Stone, com mais de 7 anos de experiência e com mais de 2.300 clientes atendidos pelos seus serviços, continuará a oferecer a mais alta qualidade em geração de oportunidades de negócios e reuniões com decisores, agora enriquecida pela perspicácia e inovação da Sales Rush.

Nesta nova etapa, a Sales Rush se mantém como vertical especializada dentro da Data Stone, reforçando o compromisso de ambas as empresas com a evolução das vendas, indo além da arte para se fundamentar em ciência e dados precisos.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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