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Nova campanha do Pão de Açúcar evidencia posicionamento

O Pão de Açúcar apresenta sua nova campanha, “Você Feliz É Tudo de Pão” criada pela agência Africa Creative e que também marca o ano de celebração dos 65 anos da rede.
Maria Cristina de Amarante Merçon, diretora de marketing, fidelidade e growth do Pão de Açúcar, conta que a ideia foi trazer a inspiração essência e verdade da marca como tema da campanha. “O Pão construiu uma história de vínculo com seus clientes, a partir do propósito genuíno de encantar e fazer feliz, e sempre esteve conectado com as suas necessidades, inspirando a felicidade. Nosso negócio é feito de gente, clientes, colaboradores, fornecedores e comunidade. Acreditamos no valor da relação com uma marca que vai além do racional, do consumo. Porque sabemos, que por trás de um momento de compra, há sempre algo muito valioso, que conecta com a emoção, seja o compartilhamento de um vinho em uma noite especial, ou a escolha das melhores frutas para consumir no café da manhã com a família. Nós nos preocupamos com isso, e por isso buscamos todos os dias, proporcionar a melhor experiência de compra pra fazer você feliz”, destaca.
O lançamento oficial da campanha, aconteceu com veiculação do filme de 60 segundos na TV aberta, no intervalo do Fantástico, da Rede Globo. A ação também conta com versões de 90, 30, 10 e 6 segundos, divulgados no digital e nas redes sociais oficiais do Pão de Açúcar. O filme, que contou com a participação de colaboradores da rede, mostra que o Pão está presente na vida dos clientes em diversos momentos e ocasiões de consumo e reforça as categorias-chave da marca, como vinhos, queijos, pescados, além de frutas, legumes e verduras sempre fresquinhos.
“Essa campanha é extremamente especial para nós da Africa Creative, não somente por ser a maior campanha do ano do Pão de Açúcar, mas também por ter sido a razão do grupo GPA ser Africa. Foi exatamente com essa campanha que ganhamos a concorrência. Os consumidores apelidam o supermercado carinhosamente de ‘Pão’, então decidimos juntar o “Você feliz” com o Pão em um jingle que traduz a experiência dessa marca feliz”, finaliza Joanna Monteiro, co-CCO da Africa Creative.
Além da exposição do filme na TV aberta, a campanha conta também com um robusto plano de mídia que contempla veiculação em streaming e PayTV, anúncios em jornais e em portais de notícias e spots em rádios, além de uma estratégia de Out of Home que inclui a comunicação em relógios e abrigos de ônibus nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Fortaleza.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








