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Nova campanha do Chevrolet Onix incentiva conexão com o mundo real

O mundo nunca esteve tão conectado. E nunca se falou tanto sobre a necessidade de se conectar de maneira saudável e positiva, entendendo o excesso de estímulos a que estamos expostos no dia a dia. Esse é o tema central da nova campanha de Chevrolet Onix, um carro reconhecido pelos recursos de conectividade: a campanha lembra que o momento de desconexão das redes também é importante, assim como o contato presencial com familiares, amigos ou mesmo com a natureza.
Assinada pela Commonwealth//McCann, divisão da WMcCann para atendimento exclusivo à Chevrolet e com desenvolvimento da estratégia de target, audiências e mídia digital da Isobar, a ação tem como principal objetivo estimular o debate sobre a relação saudável com a conectividade. Com o mote #Conectadoaomundoreal, a campanha demonstra que estar conectado não é estar online o tempo todo, e que, com o Chevrolet Onix, é possível aproveitar os recursos de tecnologia e conectividade para encontrar novos caminhos e chegar a lugares que proporcionem conexões felizes com o mundo real e com as pessoas que são importantes para nós.
“Nos últimos tempos, as conexões virtuais foram intensificadas por meio de dispositivos diversos, que nos mantém conectados e alertas a todo instante. Vivemos um momento de excesso de estímulos e precisamos refletir sobre nossa relação com o mundo online”, explica Hermann Mahnke, diretor-executivo de marketing GM América do Sul.
No ar a partir de 18 de novembro, a campanha contará com desdobramentos para o digital, convidando as pessoas a terem conexões com o mundo real a bordo do veículo. A MRM Brasil é a agência responsável pela gestão da plataforma do Chevrolet Onix. A agência criou as páginas do Chevrolet Onix e do Onix Plus, que apresentam todos os recursos que oferecem o melhor em conectividade.
“O Onix é dotado de uma série de recursos conectados, como o Wi-Fi de série e o Onstar, que auxiliam o motorista em sua viagem, mas queremos lembrar que seja no caminho ou no destino, o mais importante é que precisamos estar presentes por inteiro. Queremos que o motorista lembre de sentir o prazer de dirigir um carro com motor turbo e de estar na companhia de pessoas queridas”, completa Hermann.
Ficha Técnica Chevrolet Onix:
Agência: WMcCann
Cliente: Chevrolet
Produto: Onix MY22
Nome da campanha: Onipresente
Time do Cliente:Hermann Mannke, Federico Wassermann, Paula Saiani e Mariane Viola
CEO: André França
CCO: Hugo Rodrigues e Mariana Sá
Direção de criação: Fernando Penteado e Eric Sulzer
Criação: Felipe Racca, Leonidas Razera, Francisco Oliveira e Felipe Lermen
CSO: Renata Bokel
Planejamento: Eduardo Cabral, Tatiana Weiss, Pedro Hypolito
Conteúdo: Patricia Colombo, Cirilo Dias, Larissa Araújo e Kimberly Dailher
Diretor de negócios: Danilo Ken
Atendimento: Joana Campanelli e Maria Eduarda Richers
VP de Mídia: Fabio Urbanas
Mídia: Guilherme Silva, Anita Barcellos e Bruno Alves
BI: Deny Watanabe, Felipe Borges, Thiago Tiuzzi, Fábio Oliveira.
Diretora Geral de Produção: Camila Naito
Produção integrada: Mariana Marinho
Produtora de áudio: QUIET CITY MUSIC+SOUND
Produtor musical: Chris Jordão e Darren Solomon
Sound design e finalização: Marcos Moretto e André Melges
Atendimento: Xanna D’aguiar, Karina Vadasz e Ivis Silva
Produtora: Rebolucion
Diretor: Rocio Crudo
Diretor de Fotografia: Juan Maglione
Diretor de Arte: Marines Mencio
Assistentes de Direção: Didi Lima e Deborah Engiel
Segunda Assistente de Direção: Tata Sausmikat e Manu Fenerich
Figurino: Natalia Conti
Make & Hair: Pati Martineli
Produção Elenco: Taty Horta
Diretor de Produção: João Felipe Keunecke
Produção: Toni Tavares e Ariane Manécolo
Produtor Executivo: Ciro Cesar Silva
Producer: Paula Soares
Sales: Fabiana Gimenez
Line Producer: Alexandre Mancen
Coordenação de Produção: Tiago Poletto e Sarah Andrade
Montagem: Beto Araujo
Color: Psycho N Look
Pós Produção: Warriors VFX
Finalizadores: Daniel Amaro e Murilo Moura
Coordenação de Pós: Rafa Hernandes
Projetos: Deborah Peixoto
Relações Públicas: Kerena Neves
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








