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Nova campanha da Puma incentiva a participação das mulheres no esporte

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No Dia Internacional da Mulher o vídeo “Para cada começo tem uma de nós” criado pela agência boutique estud.io e dirigida por Camila Cornelsen com uma produção essencialmente formada por mulheres, marcou o lançamento da campanha #SheMovesUs da PUMA, uma plataforma de comunicação onde a marca alemã eleva as mulheres que se movem juntas para alcançar realizações por meio do esporte, da cultura e de seus próprios valores.

Com um tom poético, ao mesmo tempo potente e sútil, o filme mostra a realidade de como é começar algo novo entre as mulheres e como é importante o apoio inicial na prática esportiva, o cuidado de umas com as outras, lembrando o significado do termo sororidade e o valor que ele tem no esporte e no incentivo a que cada vez mais mulheres pratiquem esportes. “‘Para cada começo, tem uma de nós’ fala sobre o quanto nós, mulheres, enfrentamos desafios e superações ao nos aventurarmos por uma nova modalidade. E ter o apoio de outras mulheres quando começamos algo novo traz conforto e confiança, conforto por saber que outras sentem e passam pelo mesmo que a gente e confiança porque saber que outra mulher consegue faz a gente se sentir capaz de começar também.” Explica sócia e Diretora de Criação da esutd.io Ana Mattioni.

A escolha de uma equipe de produção essencialmente feminina, a Seiva e direção de Camila Cornelsen, também fazem parte da visão sobre a compreensão e apoio das mulheres em diferentes desafios “Esse pensamento vem comigo já desde muito cedo, porque o ambiente de direção e produção, especialmente o departamento de câmera, era um ambiente muito raro de ser ver mulheres. E para mim era difícil chegar em ambientes em que só tinha homem, então desde que comecei a dirigir busquei formas de deixar a produção mais feminina e diversa e esse set, em especial, era muito importante que a gente se sentisse acolhida.” comenta Camila Cornelsen, diretora de fotografia da Seiva.

Além disso, na comunicação, o discurso de performance e superação mais conhecido no cenário esportivo também assusta. Parece que é preciso ser uma super-mulher para atender essa expectativa, gerando pressão, frustação e afastando muitas mulheres do esporte. Tudo isso vem de uma falta de incentivo à prática de esportes desde a infância, da insegurança e do machismo estrutural enraizados na cultura e que impedem mulheres de buscar suas realizações e sonhos no esporte. “É importante lembrar que o esporte vai além da performance, mas sim é um espaço plural de mulheres diversas, mulheres como nós, que possam se descobrir e ter prazer e, assim, possam nos inspirar por esse caminho a uma nova conexão e compreensão do esporte enquanto um cuidado com nós mesmas e com as outras mulheres.” complementa Ana.

O filme marca o lançamento da campanha #SheMovesUs como parte da estratégia da marca adotada desde 2019 e que colocou as mulheres no centro da estratégia de negócios da empresa no país. Seu lançamento estabelece o início de várias ações ao longo de 2021, que incluem parcerias e conteúdos que reforçam o papel da mulher no esporte. “Queremos incentivá-las e convidá-las a começar uma nova modalidade e que possam contar com a nossa marca em cada um desses começos” acrescenta Rubia Dalla Pria, responsável pelo projeto na PUMA Brasil.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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