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Nova campanha da Babbel mostra como diálogos simples são capazes de mudar vidas

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A Babbel, o aplicativo de idiomas, está lançando sua nova campanha publicitária focada nas transformações que uma simples conversa em outro idioma pode causar: oportunidades reais e tangíveis capazes de proporcionar um desenvolvimento pessoal e profissional. Por meio de interações que, à primeira vista, não parecem muito importantes, como conseguir falar de amenidades durante uma entrevista de emprego, a Babbel mostra como pequenos diálogos são capazes de estabelecer uma conexão mais profunda entre as pessoas. A ideia é ressaltar que o aprendizado de um novo idioma não é apenas um upgrade para o currículo, mas uma porta aberta para novas relações, novos sonhos e novas possibilidades.

“Queremos mostrar como aqueles breves momentos em que usamos um novo idioma podem se tornar algo de grande importância. Ainda que passem despercebidas pelos demais, essas pequenas conquistas pessoais podem resultar em uma evolução na carreira e inclusive ir além da esfera do trabalho”, diz Charlotte Moore, Consultora de Criação da campanha da Babbel. Ela continua: “a minha língua materna é a inglesa e aprendi italiano aos 37 anos porque me apaixonei por um italiano e me mudei para o país dele. Dominar o idioma não só me ajudou a me integrar na Itália, mas agora também navego em um mundo profissional mais amplo”.

A campanha internacional, concebida e desenvolvida pela equipe de criação da Babbel, será lançada em 1º de setembro no Brasil, com um comercial de TV em dois formatos: 30 e 20 segundos. Resultado da colaboração com a agência brasileira Vandalo, a campanha será veiculada em diferentes canais: televisão aberta, mídias sociais e YouTube.

Ana Cavalcanti, Chefe de Criação da Babbel, diz: “Falar outro idioma nem sempre é fácil. Por isso, a ideia da campanha é comemorar as conquistas dos nossos usuários, recriando histórias pessoais de sucesso ao falar outra língua. Assim, a campanha é focada no aspecto transformador proporcionado pelo aprendizado de idiomas. Para isso, por meio de um estudo via IPSOS, analisamos detalhes da história e cultura de 1.000 brasileiros para conseguirmos mostrar como o compromisso em aprender um idioma pode dar origem a sucessos pessoais.”

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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