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No mês das mulheres, marcas exaltam empreendedorismo feminino, superação e papel no mercado de trabalho, aponta estudo

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Estudo realizado pelo Buzzmonitor, plataforma de software-as-a-service para gestão de social media e atendimento multicanal do Elifegroup e agência SA365, analisou as postagens sobre o mês da Mulher das 36 marcas dos 20 maiores anunciantes do Brasil segundo a Kantar-Ibope.

Foram analisadas as publicações feitas no Instagram de marcas como a O Boticário, Caixa, Hyundai Brasil e Budweiser. O levantamento indica que 50% das marcas não fizeram alusão à data ou apresentaram mulheres nas imagens que postaram entre 01 e 08 de março. No entanto, outros 50% das marcas abordaram a temática em sua comunicação.

No total, foram mapeadas 118 postagens no período. Das marcas que fizeram posts que abordam o feminino, 77,8% falaram sobre Mês da Mulher. São elas: Antártica, Aussie Brasil, Banco do Brasil, Budweiser, Caixa, Casas Bahia,
Cerveja Corona, Downy Brasil, Hyundai Brasil, O Boticário, Rexona Brasil, Seda, Supermercados Guanabara e Vivo. Houve também marcas que representaram a mulher em seus anúncios, mas sem referência à data (22,2%).

Isoladamente, temos o caso da Cervejaria Colorado, que divulgou sua edição especial “Tarsila do Amaral”, mas cujas publicações não contaram com a participação de mulheres ou citaram o Mês da Mulher até a data de corte do estudo.
Em relação às marcas que celebraram a data, os conteúdos mencionaram o empoderamento, presença de mais mulheres no mercado de trabalho, empreendedorismo e superação de desafios.

Temas citados nas postagens sobre o Dia da Mulher:
Empreendedorismo e projetos: 42,86%
Superação de desafios: 21,34%
Presença no mercado de trabalho (inclusive com colaboradoras): 21,43%
Empoderamento: 14,29%

Na temática empreendedorismo e projetos, as Casas Bahia divulgaram sua fundação para apoiar empreendedoras. Já a Seda, ressaltou a sua mentoria para mulheres. A Cerveja Corona, por sua vez, criou um fundo para criadoras, e a Budweiser celebrou a data com cenas do seu reality, que incentiva novas rappers na cena musical, o #SobeJunto. Além delas, a Caixa e o Banco do Brasil destacaram seus serviços financeiros para fomentar negócios que foram criados por mulheres.

Na categoria higiene, a Downy Brasil, Aussie Brasil e Rexona abordaram o tema sobre a perspectiva de como as mulheres superam desafios. A Aussie e Rexona trouxeram figuras femininas relacionadas à prática dos esportes, já a Downy representou as mulheres com a ajuda das influenciadoras da sua campanha: Camilla de Lucas e Camila Queiroz.

Houve, ainda, marcas que aproveitaram a data para falar sobre a atuação da mulher no mercado de trabalho, principalmente em profissões consideradas fortemente masculinas. Para ilustrar o tema, a Hyundai Brasil mostrou suas colaboradoras no chão de fábrica. De modo semelhante, a Vivo trouxe mulheres que trabalham em seu time técnico. Já o perfil dos Supermercados Guanabara retratou suas colaboradoras em diversos setores, como os
perfis de funcionárias que trabalham de subgerente, operadora de empilhadeira e assistente de departamento pessoal.

Por último, 14,29% dos posts analisados pela pesquisa trouxeram o empoderamento como tema principal. O Boticário lançou o movimento #DiversaBeleza e, com ele, um banco de imagens com fotos de mulheres que representam a diversidade. Por outro lado, fazendo alusão a quebra de padrões com temática de humor, a Antarctica retratou as mulheres que são apaixonadas por cerveja.

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mLabs diagnostica ruptura no mercado de mídias sociais

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O mercado de marketing digital brasileiro atravessa uma metamorfose sem precedentes, onde o modelo clássico do profissional de social media — focado em métricas de vaidade e execução operacional — está sendo levado à obsolescência. O alerta vem da mLabs, plataforma de gestão de mídias sociais, que consolidou as conclusões da pesquisa “Panorama Agências e Profissionais de Mídias Sociais no Brasil”. O estudo, realizado com mais de 4 mil especialistas, mapeia o que a empresa batizou de “Paradoxo de 2026”: um cenário onde o uso massivo de Inteligência Artificial acelera a produção, as empresas exigem resultados financeiros agressivos, mas a remuneração média do setor sofre uma compressão histórica.

De acordo com o levantamento, três forças estruturais pressionam o setor simultaneamente. A primeira é a transformação da produção de conteúdo em commodity pela IA. Com 83% dos profissionais brasileiros já utilizando a tecnologia no cotidiano, produzir textos e vídeos em volume deixou de ser um diferencial competitivo. “Profissionais que ainda operam sob a lógica de pacotes genéricos e execução operacional tendem a perder relevância diante de uma tecnologia que entrega escala com mais eficiência e menor custo”, afirma Rafael Kiso, CMO da mLabs.

A segunda força é a canibalização do mercado. A baixa barreira de entrada atraiu um volume crítico de profissionais sem formação estratégica, gerando uma guerra de preços onde pacotes de publicações são ofertados por valores irrisórios. Dados da pesquisa revelam que 55% dos profissionais cobram até R$ 1.500,00 por seus serviços, enquanto apenas 8% conseguem ultrapassar a faixa de R$ 4.000,00. Segundo Kiso, o que separa esses dois grupos não é o tempo de carreira, mas o nível de maturidade estratégica.

A terceira pressão vem das empresas contratantes, que reduziram drasticamente a tolerância para entregas baseadas apenas em curtidas e alcance. Hoje, a demanda é por impacto direto no faturamento, como geração de leads qualificados e vendas. No entanto, o estudo evidencia um descompasso alarmante: enquanto 63% dos profissionais focam no engajamento, os clientes priorizam resultados de negócio. Esse desalinhamento explica por que 51% dos especialistas admitem dificuldade em entregar resultados reais. “Não se trata de uma mudança incremental, mas de lógica. O profissional que apresenta crescimento de engajamento quando o cliente espera impacto financeiro expõe um problema que não é técnico, mas de percepção de valor. O diferencial competitivo agora passa a ser a capacidade de conectar estratégia, dados e resultado de negócio”, reforça o executivo.

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Sonho de Valsa convoca João Gomes para transformar mensagens de afeto em trilha sonora para os apaixonados

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A Sonho de Valsa, marca icônica da Mondelēz Brasil prestes a celebrar seu centenário, anunciou o próximo passo de sua estratégia de brand experience com a nova fase da campanha “Declare-se com Sonho de Valsa”. Desta vez, a marca une forças com o cantor João Gomes para transformar sentimentos em declarações reais, utilizando a tecnologia e o entretenimento para resgatar o gesto de carinho no cotidiano dos brasileiros.

Após um 2025 marcado pela ocupação de espaços públicos — onde a marca cedeu outdoors, anúncios de rádio e até o telão do Estádio Morumbis para pedidos de casamento —, a estratégia de 2026 foca na intimidade digital e na personalização. O projeto, assinado pela agência DAVID, utiliza a voz e a essência romântica de João Gomes para dar vida às histórias enviadas pelo público, conectando a marca a diferentes fases dos relacionamentos, do flerte casual ao compromisso duradouro.

Para Fernanda Verrengia, gerente de marketing de Sonho de Valsa na Mondelēz Brasil, a campanha ataca um gap comportamental da sociedade moderna. “Os pequenos gestos de carinho estão cada vez mais escassos no dia a dia, seja pela falta de tempo, de coragem ou qualquer outra desculpa que costumamos dar para nós mesmos para não expressarmos nossos sentimentos. Mas são justamente esses detalhes que fazem diferença para iniciar ou fortalecer relações. Um gesto simples, como uma mensagem inesperada ou uma demonstração de cuidado, tem o poder de transformar conexões”, comenta Fernanda.

O coração da ativação reside em uma ferramenta de inteligência e automação: por meio de um QR Code nas embalagens ou acesso via Instagram, os consumidores podem criar vídeos personalizados via WhatsApp. Os conteúdos combinam fotos, textos e uma locução exclusiva gravada por João Gomes. Como incentivo extra, o cantor selecionará algumas histórias para gravar mensagens personalizadas, elevando o nível de exclusividade e engajamento da ação.

A estratégia de conteúdo se expande para o Sua Música e o Spotify, com playlists curadas para inspirar os casais. Ully Correa, creative lead da DAVID, destaca que a campanha foi desenhada para ocupar o espaço mais valioso da atenção atual: as conversas privadas. “A DM (Direct Message) virou o espaço mais íntimo das plataformas e, diferente de qualquer outro lugar online, ainda não está nos planos de mídia. A ideia foi entrar ali do jeito que as pessoas já se comunicam nativamente: criando declarações em formato compartilhável. Com João Gomes como escolha criativa, romântico de essência e representação do jeito brasileiro de amar, provamos que uma marca pode estar no lugar mais íntimo das relações, que é na conversa”, afirma Correa.

A amplificação da campanha inclui mídia exterior, inserções em rádio e blitze em pontos de venda nacionalmente. Além disso, a Sonho de Valsa lança uma edição limitada de bombons com frases de amor nas embalagens, incorporando sotaques e expressões regionais para estreitar o laço com consumidores de todas as partes do Brasil.

Com essa integração entre o carisma de um ídolo popular, a facilidade das ferramentas digitais e o simbolismo histórico do produto, a Sonho de Valsa reafirma seu papel como catalisadora de conexões genuínas, provando que um gesto simples pode ser o diferencial em um mundo cada vez mais mediado por telas.

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