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NIVEA lança campanha que ressalta a importância da hidratação labial por baixo das máscaras de proteção

Com o avanço da pandemia de Covid-19 no Brasil e a quarentena imposta por ela, as dinâmicas do dia a dia tiveram que ser repensadas e adaptadas a um novo cotidiano. O uso de máscaras de proteção, por exemplo, se tornou necessário e obrigatório. Porém, mesmo com a utilização deste equipamento, é importante manter a rotina de cuidado e beleza, pois, além da sensação de lábios secos, o item não impede os malefícios do tempo frio.
Segundo pesquisa feita pelo Instituto Insites, no Reino Unido, em maio deste ano, 66% das pessoas que usaram a máscara por mais de uma hora declara sentir a pele da boca mais seca. Além disso, 81% dos entrevistados relatou uma maior necessidade em cuidar da hidratação da região. O estudo constatou, ainda, que algumas pessoas acabaram por usar menos produtos labiais durante este período, o que intensificou a sensação de pele seca.
Pensando nisso, NIVEA apresenta uma nova campanha que estimula a importância da hidratação labial mesmo que por baixo da máscara de proteção. “No momento atual, o cuidado se faz ainda mais necessário. Além do benefício de 24h de hidratação já conhecido em nosso portfólio, nossos produtos possuem uma textura cremosa e trazem aromas e brilhos suaves”, conta Andrea Bó, Diretora de Marketing da NIVEA.
A campanha inova ao esconder os lábios por trás das máscaras ao mesmo tempo em que destaca a hidratação da boca como principal mensagem. Com criação da Isobar, ela conta com uma comunicação principal que aguça, em um primeiro momento, a curiosidade dos consumidores: “O que tem por baixa da máscara?”. As peças trazem, ainda, destaques sobre os principais benefícios e características dos produtos, como hidratação 24 horas, textura cremosa, aromas frutados e cores e brilhos suaves. “Criamos um jeito delicado, inspirador e responsável de falar sobre os benefícios que os hidratantes labiais da NIVEA oferecem, ao mesmo tempo em que chamamos a atenção para o uso das máscaras, tão necessárias nesse período”, afirma Mariana Cantarelli, Diretora Geral de Negócios da Isobar.
Com veiculação nas principais mídias sociais da marca, o projeto contará, ainda, com um time de influenciadoras que dividirá com o público as sensações e a importância do uso do hidratante labial por baixo das máscaras de proteção, além de reforçar a necessidade do equipamento de segurança em todos os momentos do dia.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.









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