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NISSIN redefine o que é ficar ‘de boas’ em nova campanha

“De Boas” é a melhor expressão mesmo para a nova campanha digital INUSITADA da nova linha de lámen da NISSIN FOODS DO BRASIL. O produto propõem o relaxamento e o ato de não se preocupar, afinal a marca leva mais uma vez sabor e praticidade para rotinas corridas dos seus consumidores.
E é bem isso que agência denstumcgarrybowen pensou ao criar o filme onde uma banda de bichos-preguiça da “Sloth Records”, gravadora fictícia que na narrativa estreia com um remix do hit dos anos 1908, “True”.
“Consumidores e fãs da NISSIN conversam com o extraordinário e o inesperado da comunicação da marca. Entendemos que a linha De Boas e seus atributos seriam perfeitamente representados pelo ambiente musical, tanto em vídeos de propaganda quanto em conteúdo, no formato de videoclipe. Tudo num ritmo pop da música “True”, que traz tranquilidade e foi materializada e interpretada pela banda De Boas, com produção da gravadora Sloth Records – sloth é a palavra inglesa para bicho-preguiça”, explica Filipe Cuvero, vp de criação da dentsumcgarrybowen.
A nova campanha vai para o surrealismo – a famosa brisa – ao propor que três bichos-preguiça (bonecos idênticos aos animais) protagonizem os filmes – só eu que estou achando eles muito parecidos com os Bee Gees? -. O primeiro vídeo é um teaser-clipe divulgado sem assinatura da marca, que vocês puderam conferir acima. Os próximos irão trazer um videoclipe oficial da banda De Boas, momento em que a NISSIN se identifica para anunciar os novos sabores de lámen.
A linha “De Boas” tem com essência uma experiência quase sem culpa, por conta da sua composição mais saudável. A linha traz o seu tão famoso miojo com menos sódio, cereais integrais, além de ser fonte de fibras e contar com sabores exclusivos como: mix de legumes com ervas, carne com molho de cogumelos e peito de frango com batata doce.
“Os três novos produtos ampliam o portfólio de lámen da empresa, reforçando a proposta de tornar os pratos ainda mais práticos e saborosos, para que a refeição também seja um momento de relaxar”, conta Ana Fossati, gerente de Marketing da NISSIN FOODS DO BRASIL. “O conceito, que já vem embarcado no nome, faz uso da irreverência e da música para que o consumidor de NISSIN tenha uma combinação de sentidos, e obviamente, a diversão, já na comunicação do lançamento.”Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








