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New Era inova, e em campanha inédita, investe no Brasileirão

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De forma inédita, a New Era apareceu entre os anunciantes do campeonato brasileiro de futebol. Nesta última quarta-feira (20), durante a partida entre as equipes do São Paulo e do Internacional, a marca promoveu sua linha de bonés licenciados dos clubes.

Durante a partida vencida pelo Internacional (que com a vitória de goleada por 5×1, assumiu a liderança do campeonato), a estratégia da New Era, surpreendeu os torcedores das duas equipes, que viram nas placas publicitárias de campo, o anúncio da nova linha de produtos exclusivos com os emblemas dos times. Todos os artigos dessa linha, são licenciados e desenvolvidos pela New Era.

Além das placas de campo do estádio do Morumbi, a campanha também foi publicada nas redes sociais, sites e Google, através de anúncios criados pela Conext digital. A agência paulista é emergente no mercado de marketing publicidade.

A nova linha de bonés licenciados da empresa norte-americana, é resultado de uma parceria com os principais clubes nacionais. Por meio dessa parceria, a marca tem autorização para produzir bonés e gorros personalizados das equipes.

Coleção nacional e internacional

Desde já, além de São Paulo e Internacional, a coleção engloba artigos exclusivos de outros grandes times do Brasil, como Corinthians, Santos, Palmeiras, Atlético Mineiro, Cruzeiro, Athletico Paranaense, Grêmio, Fluminense, Botafogo e Coritiba. A empresa ainda possui uma vasta coleção de bonés e gorros de equipes internacionais, de diferentes esportes, desde basquete, até futebol americano e beisebol.

“Vamos fazer uma ação direcionada aos torcedores do São Paulo e do Internacional. Contudo, ainda assim, é uma grande oportunidade para divulgarmos nosso portfólio completo de bonés e gorros licenciados para torcedores de outros clubes e amantes do futebol, já que temos ainda a nossa linha internacional”, ressalta Christiano Reis, gerente de marketing da New Era.

Antes de tudo, a empresa centenária no mercado, a New Era aposta na autenticidade de seus produtos para o sucesso dessa nova campanha. Tendo isso em vista, junto ao amor dos torcedores pelas suas equipes, a nova linha esportiva da marca deve ser abraçada pelos torcedores.

“A New Era possui tradição e é especialista no desenvolvimento e produção de bonés. Headwear é o nosso core business. Trabalhamos essa categoria há mais de 100 anos e somos líderes mundiais. Ao longo desse tempo, o boné New Era se tornou uma peça de desejo e sua qualidade é reconhecida no mercado. É comum, inclusive, vermos pessoas nas ruas usando bonés da marca com o adesivo de autenticidade colado na aba, por exemplo. E isso acontece porque o público quer mostrar que usa um produto realmente autêntico e adquirido em uma loja autorizada. Assim, nada mais justo do que levar tradição, qualidade e reconhecimento também para os amantes do futebol, que é uma das paixões do brasileiro”. Finalizou Christiano Reis, gerente de marketing da New Era.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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