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Nestlé lança “Clipe Reciclável” para Caixa Especialidades

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Uma jornada rumo a um consumo mais sustentável e apropriado à nossa realidade. Foi com base nesse propósito que a Nestlé decidiu eliminar o plástico envoltório da caixa Especialidades e mudar a embalagem de alguns dos bombons para que fossem 100% recicláveis.

Para comunicar este passo, a GUT, agência de publicidade dos Chocolates Nestlé, elaborou uma peça inusitada que traz como conceito-base a própria reciclagem. A marca lança um novo clipe-manifesto, trazendo a cantora e compositora revelação Nina Fernandes como a voz do “Clipe Reciclável”. Todos os instrumentos utilizados e o lúdico cenário de gravação do clipe são de plástico e, posteriormente, repassados para reciclagem via Cataki.

Na percussão, ganham espaço saquinhos, copinhos e baldes de diferentes tamanhos. “A música foi toda produzida com plástico reutilizado. São instrumentos improvisados, até o ukulele estilizado de policarbonato. O resultado foi uma versão leve e acústica, que também ganhou uma nova letra, desenvolvida pela nossa equipe em parceria com a Nina Fernandes. A Nina, aliás, foi o match perfeito para essa coprodução, trazendo muito da sua personalidade artística nos arranjos de voz e outros insights no estúdio”, comenta Arthur Abrami, o diretor e sócio da produtora Mugshot.

A canção aborda de forma leve – porém emblemática – como mudanças simples nos hábitos podem impactar positivamente o mundo, através do convite “Muda que o Mundo Muda com Você”, assinando com “Pare o Mundo Que Eu Quero Nestlé”, mostram a evolução da empresa e o seu compromisso com a sustentabilidade por um mundo melhor.

“Todos os itens da campanha – desde a escolha da Nina Fernandes, uma cantora jovem, engajada com causas sociais importantes; até aos instrumentos que ela toca, tudo foi escolhido com carinho para mostrar que é possível mudar nossos paradigmas, mesmo com pequenas atitudes. Fazemos um manifesto diferente: doce, carinhoso e muito impactante, tal qual um bombom. Esse é o poder de Nestlé, um poder capaz de suavizar o mundo” – explica Bruno Brux, ECD da GUT e responsável pela linha criativa da campanha.

Foram utilizados cerca de 60 kg de plástico que foram direcionados para reciclagem com ajuda da Cataki – o que, por meio da Economia Circular, colaborou não somente para diminuir a quantidade de plástico descartado no meio ambiente, mas também fortalecendo projetos sociais envolvidos no tratamento destes materiais.

“Hoje, mais de 95% das embalagens da Nestlé já estão prontas para reciclagem e não estamos medindo esforços no investimento em tecnologias para que, até 2025, alcancemos o compromisso global da Nestlé: tornar 100% das embalagens recicláveis ou reutilizáveis”, afirma Barbara Sapunar, Head de CSV (Criação de Valor Compartilhado) da Nestlé Brasil.

“Entre todas as maneiras de estrear protagonizando um comercial eu não poderia ter escolhido uma melhor. Fazer o que eu gosto – compor, cantar e tocar – em um filme com linguagem de clipe, para uma marca querida como a Nestlé, e para anunciar uma decisão que vai suprimir 450 toneladas de lixo plástico em um ano. Pensar e agir com responsabilidade para um mundo melhor e mais sustentável são argumentos fundamentais para o meu engajamento; porque essa é uma causa para todos nós abraçarmos”, divide Nina Fernandes.

O videoclipe está no ar e pode ser visto pelo canal oficial da Nestlé no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCIa2-J4lQsqJ_nyEf5UdVBg

Ou direto por este link: https://www.youtube.com/watch?v=F4c0LlqmCaI

Versão mais reduzida: https://www.youtube.com/watch?v=K6ag-1UCrcQ

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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