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Dux Grupo fecha 2020 com portfólio renovado e nova frente de mercado

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Inovação e  flexibilidade são conceitos que sempre acompanham a Dux Grupo, principalmente em um ano de reinvenção para o país, a economia e empresas, como tem sido 2020. Este ano, a companhia adaptou-se rapidamente à nova realidade e renovou seu posicionamento. Com isso, o faturamento mais que dobrou e o quadro de funcionários cresceu em 20%. A líder em neutralização de gases e odores industriais optou por usar sua tecnologia, totalmente brasileira, para criar soluções de desinfecção de ambientes e higienização de pessoas, respondendo à demanda criada pela pandemia do novo coronavírus.     

Em março deste ano a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou uma pandemia global. Foram precisos apenas 15 dias para que a Dux Grupo desenvolvesse uma solução com tecnologia de microaspersão com o objetivo de neutralizar vírus no ar. Potencializado pelo cloreto de benzalcônio (6%), saneante recomendado pela Anvisa para o combate a vírus do tipo corona – como o coronavírus cepa MHV-3, semelhante ao corona SARS, MERS e SARS-Cov 2, causador da covid-19 -, nasceu o Health Control System, a linha de higienização e desinfecção da empresa.

Bastante versátil, o produto pode ser aplicado por meio de sistemas móveis ou fixos de microaspersão, ou disponibilizado em dispensers. Em julho, a Dux Grupo já havia dobrado sua receita ao atender a demanda por soluções desse tipo. Varejistas, academias e companhias de data center, por exemplo, passaram a utilizar a linha. Além disso, a marca auxiliou negócios no processo de reabertura da economia, fazendo parte dos protocolos de biossegurança da retomada do ambiente de trabalho e protegendo colabores e clientes.

Inovação e sustentabilidade

Com quase dez anos de experiência na área de neutralização de odores industriais, a Dux Grupo está sempre atenta às necessidades do setor, para oferecer cada vez mais segurança e inovação a seus clientes. Um exemplo é a Gas Solution SAFE, solução que elimina amônia rapidamente do ambiente, evitando acidentes que podem ser fatais em espaços fabris. Esse é um sistema exclusivo e único no mundo, desenvolvido com tecnologia 100% brasileira.

O produto é uma extensão da linha Gas Solution, que reage quimicamente com o gás amônia (NH3) o eliminando em qualquer concentração, transformando em compostos atóxicos e biodegradáveis. Outra opção é a linha Bio Ultimate, que também usa biotecnologia para criar uma capa protetora sobre as partículas do gás, impedindo que a toxicidade se espalhe no ar.

O Grupo está, desde sua fundação, comprometido com a sustentabilidade. Na linha Health Control System, por exemplo, todos os componentes são biodegradáveis e atóxicos.

Aproximação com o consumidor

Além de ser liderança no setor de neutralização de gases no Brasil, a Dux Grupo está também presente em outros países da América Latina. Nesta frente de mercado, o contato com o consumidor final é indireto, mas o bem-estar das pessoas continua sendo a prioridade. No novo portfólio, que agrega desinfecção de ambientes e higienização de pessoas, as medidas de biossegurança adotadas impactam diretamente o consumidor. Aqui, fica ainda mais evidente o mote desta nova fase da Dux Grupo, “inovação em saúde humana”, e que vai orientar todos os  passos da companhia em 2021.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Habib’s fecha parceria com a BIS e lança novas esfihas folhadas de chocolate

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O Habib’s, rede de fast food, e a Mondelez, dona da marca de chocolates BIS, uniram-se para surpreender os brasileiros e lançarem as esfihas de chocolate HabiBIS.

Juntas, as marcas criaram dois sabores de esfihas folhadas doces que têm tudo para serem a mais nova sensação do momento. Os lançamentos são: folhada de creme de avelã com BIS Branco e folhada de chocolate branco com BIS Original (ao leite).

A campanha do HabiBIS foi desenvolvida em conjunto entre as duas marcas, criando assim, a melhor combinação de esfiha folhada doce com wafer crocante coberto por chocolate Lacta.

“Do mesmo jeito que é impossível comer um só BIS, é improvável alguém comer só uma de nossas esfihas. Então, quando juntamos as duas marcas, o resultado só pode ser um: HabiBIS. Esta parceria reforça o compromisso de ambas as marcas em apresentar novas formas de consumir seus produtos e de surpreender os nossos consumidores. Além disso, ela busca inovar e proporcionar uma experiência única de sabor e qualidade, mostrando o motivo de estarmos há décadas na vida dos brasileiros”, explica Roberto Gnypek, diretor de marketing do Grupo Habib’s.

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Estudos da Russell Reynolds apontam áreas de atenção para uso eficaz de inteligência artificial nas empresas

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À medida que cresce o entusiasmo em torno da inteligência artificial generativa (GenAI), levantamento da Russell Reynolds, alerta sobre cinco áreas que demandam maior atenção dos executivos: cultura, liderança, estrutura organizacional, parcerias comerciais e gestão de riscos. O estudo Navegando na revolução da IA generativa, ressalta que, mais do que investir em novas tecnologias, é preciso desenvolver uma mentalidade tecnológica para implantação eficaz das soluções digitais, aproveitar ao máximo as oportunidades de negócios e fortalecer a segurança cibernética. Além disso, de acordo com a pesquisa Monitor Global de Liderança, também realizada pela consultoria, 65% dos líderes entrevistados afirmaram que estão pesquisando ou experimentando ferramentas, 29% ainda não discutiram a pauta e 7% já implementaram alguma GenAI no seu dia a dia.

“Para enfrentar os desafios dessa nova era tecnológica, é essencial que os executivos compreendam o potencial das IAs e saibam implementá-las de forma equilibrada nos negócios. Além dos riscos associados à segurança cibernética, é preciso avaliar se a empresa tem os talentos certos para conduzir a jornada, se está amparada legalmente para utilização das novas tecnologias e se há alinhamento e engajamento de todo o C-level em relação às mudanças necessárias”, explica Tatyana Freitas, head da prática de tecnologia e digital da Russell Reynolds Associates.

Os estudos da Russell Reynolds revelam a percepção dos executivos sobre a maturidade das suas empresas em relação à GenAI e apontam as questões que precisam ser revisitadas com maior atenção para explorar todo o potencial da tecnologia de forma mais eficaz:

Liderança: enquanto algumas empresas optam por criar a função de diretor de IA (Chief Artificial Intelligence Officer – CAIO), outras preferem incorporá-la a posições já estabelecidas de Tecnologia, como CIO, CTO ou CDO. Independentemente da abordagem, é preciso avaliar se a empresa tem talentos disponíveis ou capacidade de atraí-los e se todo o time executivo tem forte conhecimento sobre as novas tecnologias. Cerca de 72% dos líderes entrevistados concordam que uma forte compreensão da GenAI será habilidade fundamental para futuros diretores. Ao mesmo tempo, apenas 32% estão confiantes de que têm as competências certas para implementar a tecnologia em sua organização.

Cultura Corporativa: empresas orientadas a Tecnologia fomentam uma cultura de inovação e transformação, estabelecendo uma mentalidade de testar e aprender para que seus líderes sejam capazes de questionar produtivamente o status quo e assumir riscos para obter vantagem competitiva. Ao mesmo tempo, é preciso adotar uma abordagem mais deliberada, de integração da IA a processos existentes, para maior engajamento das equipes em encontrar diferentes formas de implementá-la em suas áreas, enxergando essa tecnologia como uma ferramenta que potencializa soluções, ao invés de possível substituta do capital humano.

Estrutura Organizacional: a adoção da GenAI aumenta a importância de áreas como Arquitetura da Informação e Ciência de Dados, além da ética a ser adotada, entre outros fatores. Isso demanda maior integração das funções necessárias para apoiar a sua implementação em diferentes áreas do negócio. Na pesquisa realizada pela Russell Reynolds, cerca de 28% dos entrevistados relataram que suas empresas criaram funções específicas para novas tecnologias abaixo do C-level e 21% que um Chief Artificial Intelligence Officer (CAIO) foi apontado. Além disso, a GenAI permite que executivos direcionem seus esforços para áreas mais estratégicas e tarefas de maior impacto para os negócios, possibilitando redistribuição de talentos e integração de setores.

Estratégias Comerciais: Elaboração de relatórios complexos, perfilamento de clientes para personalização de atendimento e oferta de serviços, identificação de tendências, desenvolvimento de novos produtos. As possibilidades de uso da GenAI são tão numerosas quanto o volume de dados que ela é capaz de analisar, por isso a importância do conhecimento de toda a liderança sobre a tecnologia e da curiosidade sobre os potenciais fluxos de receitas que sua área pode gerar.

Gerenciamento de Riscos: É preciso considerar, ainda, as implicações éticas das ferramentas, com construção de sistemas que considerem o propósito e os valores da organização e tenham normas claras de utilização da GenAI. Entre os líderes que já implementaram ou estudam a nova tecnologia, 48% priorizam uma abordagem que inclua a análise dos riscos legais e 41% que estabeleça políticas internas.

Para aproveitar melhor o potencial da GenAI, as organizações precisam primeiro compreender as suas capacidades digitais e avaliar o seu nível de conforto com os riscos associados à tecnologia. A partir disso, é possível tomar decisões sobre como e onde será implementada e desenvolver um roteiro estratégico adaptado às suas necessidades, valores e objetivos.

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