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NEOOH vence concorrência e assume mídia OOH de 13 Terminais Urbanos da cidade de São Paulo

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Empresa fará o planejamento e a comercialização de toda a mídia Out Of Home da Praça Unitah, terminais de ônibus interligados às estações das linhas Vermelha e Azul de metrô da capital, impactando mais de 1,5 milhão de pessoas por dia

Uma das principais empresas de out of home do Brasil, a NEOOH passa a ser responsável pela criação e comercialização de mídia em mais 13 terminais urbanos de ônibus de São Paulo. A empresa venceu a concorrência para liderar a instalação, gerenciamento e comercialização dos espaços e projetos publicitários de todas as unidades da Praça Unitah, interligadas a algumas das principais estações de metrô da capital paulista, como Brás, Tatuapé e Penha, na linha Vermelha; e Ana Rosa, Armênia e Santana, na linha Azul.

Inédito no Brasil, o projeto Praça Unitah é inspirado em alguns dos maiores centros de convivência do mundo, oferecendo opções de lazer, gastronomia, conveniência e serviços aos moradores das regiões e aos mais de 1,5 milhões de passageiros que transitam diariamente pelos Terminais.

“A Praça Unitah é um projeto inovador, que muda completamente o conceito de terminais urbanos da cidade. Inspirado nos centros de convivência de maior sucesso ao redor do mundo, o projeto vai transformar o hábito dos usuários de transporte público de São Paulo, com ofertas que se tornarão um exemplo em símbolo de facilidade e bem-estar”, explica Luiz Fernando Ferraz Bueno, presidente da Unitah Empreendimentos.

“Assim como em todos os nossos projetos, a presença da NEOOH na Praça Unitah vai muito além da exploração de mídia, focando a melhor interatividade possível das pessoas com a comunicação. Estamos levando para lá os projetos especiais e equipamentos mais inovadores que temos em tecnologia e impacto, interagindo com o público em um momento em que ele está mais relaxado e não apenas de passagem, o que potencializa muito o consumo de conteúdo e da nossa mídia”, reforça Leonardo Chebly, CEO da NEOOH.

Com a presença exclusiva nos 13 terminais da Praça Unitah, a NEOOH se aproxima ainda mais da liderança do setor de OOH no Brasil. A empresa é a única a estar presente em 5 dos 7 maiores aeroportos do país – Congonhas (SP), Santos Dumont (RJ), Internacional de Brasília (DF), Belo Horizonte (MG) e Viracopos (SP) – e opera com exclusividade a mídia nos Terminais Rodoviários de São Paulo – Tietê, Barra Funda e Jabaquara, entre outros ativos, marcando presença em 20 estados brasileiros e impactando anualmente mais de 750 milhões de passageiros por ano.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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