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Carrefour lança cerveja marca própria

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Linha artesanal NAUTA conta com seis rótulos em garrafas e cinco em latas

O Carrefour acaba de lançar uma linha própria de cervejas . Elaborada pelos melhores mestres cervejeiros do Brasil, em parceria com a cervejaria paranaense Way Beer e a fábrica da Startup Brewing em Itupeva, interior de São Paulo, a NAUTA conta com seis opções de rótulos em garrafa e cinco versões em lata.

“A cerveja é uma das bebidas preferidas dos brasileiros e uma das mais consumidas no país e, a procura pelas linhas artesanais tem sido cada vez maior. O consumidor está cada vez mais preocupado em comprar cervejas de boa qualidade, a um preço justo. Assim, vimos a necessidade de uma marca própria de cervejas artesanais”, diz o Diretor Comercial de Marca Própria do Grupo Carrefour Brasil, Allan Gate.

Os rótulos de 600 ml, produzidas pela cervejaria Way Beer, custam R﹩ 11,99 e fazem um convite a uma viagem para os quatros cantos do mundo, com receitas artesanais inspiradas nos países especialistas na produção de cerveja. São elas: Bohemian Pilsner (receita da Republica Checa); Indian Pale Ale (receita dos Estados Unidos); Irish Red Ale (receita da Irlanda); Weissbier (receita da Alemanha); Blond Ale (receita da Bélgica) e Amburana Ale (receita do Brasil). Nossas cervejas em lata, frente as marcas líderes, oferecem 15% de desconto.

Já as cinco opções em lata, produzidas pela Startup Brewing custam R﹩ 7,99 e prometem agradar estilos que vão do clássico ao inovador, atingindo um universo infinito de sabores. Na Witbier, o consumidor poderá provar uma cerveja muito aromática, com forte presença da laranja. Já a Saison, é uma ótima opção para os apreciadores de vinho, já que a receita leva suco de uva. Com duas receitas da famosa IPA, a Nauta tem uma opção mais leve na sua versão Session IPA, com menos álcool e uma mais encorpada e saborosa versão, a IPA. Por fim, a Porter deve ser uma grande descoberta para quem quer conhecer cervejas escuras com corpo leve e um toque de coco, harmonização perfeita entre sabores da fruta com notas de chocolate.

Esta é a primeira vez que o Carrefour vende cerveja marca própria no Brasil. Mas, outros países já contam com a opção, como Espanha, França e Bélgica. A novidade deve atingir uma participação de 10% da categoria das cervejas artesanais do Carrefour e pode ser encontrada em todas as lojas do Carrefour, independentemente do formato.

“Com a NAUTA, queremos proporcionar uma nova experiência aos nossos consumidores, apresentando estilos clássicos e, também, inovadores do mundo das cervejas artesanais. Tudo isso por um preço acessível”, explica Allan .

Entenda as diferenças dos rótulos:
• Bohemian Pilsner (receita da República Checa) / ABV – 4,4% /IBU – 31,2
Criada na cidade checa Pilsen, que lhe concedeu seu nome em 1842, a Bohemian Pilsner é uma cerveja equilibrada, com amargor presente, aromas florais do lúpulo balanceados com as características do malte.

• Indian Pale Ale (receita dos Estados Unidos) / ABV – 5,2% / IBU – 68,0
Esta American Indian Pale Ale recebe os lúpulos cítricos americanos ekuanot e mosaic, que são adicionados à fervura e, para intensificar ainda mais o aroma, são acrescentados novamente na maturação por processo de dry hopping.

• Irish Red Ale (receita da Irlanda) ABV – 5,5% / IBU – 22,3
Elaborada com maltes caramelizados e tostados somados a lúpulos americanos, a Red Ale, um estilo moderno da Irlandia, é uma cerveja avermelhada que equilibra o dulçor do malte e o amargor dos lúpulos.

• Weissbier (receita da Alemanha) ABV – 4,7% / IBU – 8,8
A Weissbier, também chamada de Hefeweizen, é um estilo de cerveja feita com malte de trigo e malte de cevada. A bebida é muito consumida no sul da Alemanha, principalmente no estado da Baviera e em sua capital Munique. É uma cerveja não filtrada cuja fermentação dá um leve aroma a banana e cravo.

• Blond Ale (receita da Belgíca) ABV – 6,6% / IBU – 17,6
A Blond Ale, estilo clássico belga, é uma cerveja de alta fermentação. As leveduras belgas trazem as principais características de aroma e sabor. Uma cerveja seca, com teor alcóolico presente e com deliciosas notas picantes de cravo.

• Amburana Ale (receita do Brasil) ABV – 5,5% / IBU – 22,3
A Amburana Ale é uma cerveja de alta fermentação que recebe uma variedade de maltes caramelizados e tostados, ressaltando o sabor da madeira brasileira amburana, cuja característica é o seu dulçor forte que é transferido para a cerveja e que diminui a percepção do álcool.

• Nauta Witbier – 9 IBUs/ 5,0% ABV
Cerveja Clara, amarelo palha e de corpo leve. Refrescância cítrica da laranja, final seco e com leve condimentação característica do estilo.

• Nauta Saison – 26 IBUs/ 5,8% ABV
Cerveja clara, dourada, de corpo médio. Equilíbrio entre as notas frutadas e taninícas da uva. No início, um frutado marcante, seguido de um final seco.

• Nauta Session IPA – 40 IBUs/ 4,0% ABV
Cerveja Clara, dourada, de corpo leve. Amargor remetendo às notas cítricas e herbais, refrescância do final seco e amargor levemente persistente.

• Nauta IPA – 44 IBUs/ 5,7 ABV
Cerveja Clara, dourado intenso, de corpo médio. As notas do malte remetem ao toffe e equilibram com o amargor herbal e terroso.

• Nauta Porter – 30 IBUs/ 5,5 ABV
Cerveja Escura, de corpo médio-baixo. Notas intensas de chocolate amargo e tosta do malte são complementadas com as notas do coco.

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Habib’s fecha parceria com a BIS e lança novas esfihas folhadas de chocolate

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O Habib’s, rede de fast food, e a Mondelez, dona da marca de chocolates BIS, uniram-se para surpreender os brasileiros e lançarem as esfihas de chocolate HabiBIS.

Juntas, as marcas criaram dois sabores de esfihas folhadas doces que têm tudo para serem a mais nova sensação do momento. Os lançamentos são: folhada de creme de avelã com BIS Branco e folhada de chocolate branco com BIS Original (ao leite).

A campanha do HabiBIS foi desenvolvida em conjunto entre as duas marcas, criando assim, a melhor combinação de esfiha folhada doce com wafer crocante coberto por chocolate Lacta.

“Do mesmo jeito que é impossível comer um só BIS, é improvável alguém comer só uma de nossas esfihas. Então, quando juntamos as duas marcas, o resultado só pode ser um: HabiBIS. Esta parceria reforça o compromisso de ambas as marcas em apresentar novas formas de consumir seus produtos e de surpreender os nossos consumidores. Além disso, ela busca inovar e proporcionar uma experiência única de sabor e qualidade, mostrando o motivo de estarmos há décadas na vida dos brasileiros”, explica Roberto Gnypek, diretor de marketing do Grupo Habib’s.

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Estudos da Russell Reynolds apontam áreas de atenção para uso eficaz de inteligência artificial nas empresas

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À medida que cresce o entusiasmo em torno da inteligência artificial generativa (GenAI), levantamento da Russell Reynolds, alerta sobre cinco áreas que demandam maior atenção dos executivos: cultura, liderança, estrutura organizacional, parcerias comerciais e gestão de riscos. O estudo Navegando na revolução da IA generativa, ressalta que, mais do que investir em novas tecnologias, é preciso desenvolver uma mentalidade tecnológica para implantação eficaz das soluções digitais, aproveitar ao máximo as oportunidades de negócios e fortalecer a segurança cibernética. Além disso, de acordo com a pesquisa Monitor Global de Liderança, também realizada pela consultoria, 65% dos líderes entrevistados afirmaram que estão pesquisando ou experimentando ferramentas, 29% ainda não discutiram a pauta e 7% já implementaram alguma GenAI no seu dia a dia.

“Para enfrentar os desafios dessa nova era tecnológica, é essencial que os executivos compreendam o potencial das IAs e saibam implementá-las de forma equilibrada nos negócios. Além dos riscos associados à segurança cibernética, é preciso avaliar se a empresa tem os talentos certos para conduzir a jornada, se está amparada legalmente para utilização das novas tecnologias e se há alinhamento e engajamento de todo o C-level em relação às mudanças necessárias”, explica Tatyana Freitas, head da prática de tecnologia e digital da Russell Reynolds Associates.

Os estudos da Russell Reynolds revelam a percepção dos executivos sobre a maturidade das suas empresas em relação à GenAI e apontam as questões que precisam ser revisitadas com maior atenção para explorar todo o potencial da tecnologia de forma mais eficaz:

Liderança: enquanto algumas empresas optam por criar a função de diretor de IA (Chief Artificial Intelligence Officer – CAIO), outras preferem incorporá-la a posições já estabelecidas de Tecnologia, como CIO, CTO ou CDO. Independentemente da abordagem, é preciso avaliar se a empresa tem talentos disponíveis ou capacidade de atraí-los e se todo o time executivo tem forte conhecimento sobre as novas tecnologias. Cerca de 72% dos líderes entrevistados concordam que uma forte compreensão da GenAI será habilidade fundamental para futuros diretores. Ao mesmo tempo, apenas 32% estão confiantes de que têm as competências certas para implementar a tecnologia em sua organização.

Cultura Corporativa: empresas orientadas a Tecnologia fomentam uma cultura de inovação e transformação, estabelecendo uma mentalidade de testar e aprender para que seus líderes sejam capazes de questionar produtivamente o status quo e assumir riscos para obter vantagem competitiva. Ao mesmo tempo, é preciso adotar uma abordagem mais deliberada, de integração da IA a processos existentes, para maior engajamento das equipes em encontrar diferentes formas de implementá-la em suas áreas, enxergando essa tecnologia como uma ferramenta que potencializa soluções, ao invés de possível substituta do capital humano.

Estrutura Organizacional: a adoção da GenAI aumenta a importância de áreas como Arquitetura da Informação e Ciência de Dados, além da ética a ser adotada, entre outros fatores. Isso demanda maior integração das funções necessárias para apoiar a sua implementação em diferentes áreas do negócio. Na pesquisa realizada pela Russell Reynolds, cerca de 28% dos entrevistados relataram que suas empresas criaram funções específicas para novas tecnologias abaixo do C-level e 21% que um Chief Artificial Intelligence Officer (CAIO) foi apontado. Além disso, a GenAI permite que executivos direcionem seus esforços para áreas mais estratégicas e tarefas de maior impacto para os negócios, possibilitando redistribuição de talentos e integração de setores.

Estratégias Comerciais: Elaboração de relatórios complexos, perfilamento de clientes para personalização de atendimento e oferta de serviços, identificação de tendências, desenvolvimento de novos produtos. As possibilidades de uso da GenAI são tão numerosas quanto o volume de dados que ela é capaz de analisar, por isso a importância do conhecimento de toda a liderança sobre a tecnologia e da curiosidade sobre os potenciais fluxos de receitas que sua área pode gerar.

Gerenciamento de Riscos: É preciso considerar, ainda, as implicações éticas das ferramentas, com construção de sistemas que considerem o propósito e os valores da organização e tenham normas claras de utilização da GenAI. Entre os líderes que já implementaram ou estudam a nova tecnologia, 48% priorizam uma abordagem que inclua a análise dos riscos legais e 41% que estabeleça políticas internas.

Para aproveitar melhor o potencial da GenAI, as organizações precisam primeiro compreender as suas capacidades digitais e avaliar o seu nível de conforto com os riscos associados à tecnologia. A partir disso, é possível tomar decisões sobre como e onde será implementada e desenvolver um roteiro estratégico adaptado às suas necessidades, valores e objetivos.

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