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Natura lança campanha e ações de engajamento durante a semana da Amazônia

Em convite ao engajamento pela conservação da floresta, a Natura inicia a semana de celebração do Dia da Amazônia (5 de setembro) com lançamento de filme e manifesto de Natura Ekos. Na campanha, assinada pela agência Africa, a marca defende que em meio aos índices alarmantes de destruição ambiental, não existe outra possibilidade senão a que preze pelo bem-estar humano E o bem-estar ambiental.
Desta forma, a Natura reforça a importância de uma nova era, a“Era do E”, em que um negócio só será bom se promover desenvolvimento em harmonia com o meio-ambiente e um produto só irá trazer benefícios pessoais quando oferecer também benefícios para o planeta.
Seguindo o conceito “Somos todos uma natureza só”, a comunicação busca conectar todos os seres vivos com a Amazônia, bioma que tem sido extensivamente devastado por incêndios de ações irregulares de garimpo e grilagem de terra.
“Natureza e humanidade compartilham a mesma realidade e fazem parte de um único organismo vivo e interdependente. Por essa razão, tudo o que acontece na Amazônia gera impacto na vida de todos, independentemente da distância”, afirma Andrea Alvares, vice-presidente de Marca, Inovação, Internacionalização e Sustentabilidade da Natura. A executiva lembra que o modelo de impacto positivo precisa ser adotado por indivíduos e organizações não apenas para manter a floresta em pé mas, também, para preservar a vida de todos os seres vivos.
“Somos todos parte de uma natureza só e, por isso, nossas ações refletem inevitavelmente na realidade do outro. A boa notícia é que o poder de mudança está em nossas mãos. E é exatamente esse convite para uma nova consciência e postura que pretendemos fazer ao longo de toda a jornada de comunicação de Ekos, incluindo a Semana da Amazônia”, complementa Sophie Schonburg, Diretora Executiva de Criação da agência Africa.
Recentemente, o grupo Natura &Co (Avon, Natura, The Body Shop e Aesop) anunciou sua Visão 2030, o Compromisso com a Vida, que intensificará suas ações para enfrentar algumas das questões globais e contemporâneas mais urgentes, entre elas, a proteção da Amazônia. Entre os compromissos firmados constam como objetivo a conservação de 3 milhões de hectares até 2030 e a promoção de esforços coletivos para garantir o desmatamento zero desse bioma. Hoje, por meio de seu modelo de negócios, a empresa já contribui para conservação de mais de 1.8 milhão de hectares de terra, uma área equivalente a 12 vezes o tamanho da cidade de São Paulo.
A linha de produtos de cuidados pessoais Natura Ekos foi criada há 20 anos a partir de um modelo de negócios sustentável em parceria com as comunidades da região. A linha é uma das únicas do mundo a conquistar a certificação UEBT (selo internacional que atesta a prática de biocomércio ético) e já impactou positivamente a vida de mais de 5.000 famílias e colaborou para movimentar mais de R$1.8 bilhão em volume de negócios na região, comprovando sua viabilidade e relevância.
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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.
A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.
Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.
Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.
Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.
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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.
A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.
Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.
Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.
O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.









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