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Natura celebra aqueles que sonham com um mundo mais bonito em campanha de Natal

Em um ano atípico, repleto de desafios, é fundamental sonhar com um mundo mais bonito. Como forma de agradecimento àqueles que continuaram fazendo a diferença e contribuindo para uma realidade mais equilibrada e harmoniosa, a Natura faz uma homenagem em sua campanha de Natal, com estreia no sábado (28), e um convite para que, além de presente, troquemos também esses sonhos. Embalado pela releitura de “Clube da Esquina 2”, música icônica de Milton Nascimento e Lo Borges e agora interpretada por Luê, artista da Casa Natura Musical, o filme “Um Presente Pro Mundo” traz, em dois minutos, uma retrospectiva dos principais momentos do ano em que essas pessoas, que não deixam de sonhar, se fizeram necessárias.
Com criação da agência Africa, produção da MYMAMA e direção da dupla Kid Burro – Andre Saito e Cesar Nery-,a campanha lembra a todos como o senso de coletividade se espalhou mais do que nunca em 2020. Mesmo diante de tantas dificuldades, a humanidade se uniu de alguma forma: seja por simples gestos de carinho e chances de tirar um sorriso do rosto de alguém, seja por atos de resistência para a preservação do meio ambiente ou pelo trabalho diário dos profissionais da Saúde nas linhas de frente na segurança e no cuidado das pessoas. O filme mostra a conexão entre pessoas, que mesmo distantes ou em realidades distintas, se mantiveram juntas por um mundo mais bonito. Essa sensação de coletividade é traduzida por meio de uma declaração de “amigo-secreto”, em que uma mulher explica que seu presente é, na verdade, para todos aqueles que sonharam, se importaram e cuidaram do outro e de si. O presente do amigo-secreto é, então, para todos. Assista aqui.
“Apesar dos imensos desafios, vivemos um ano em que tivemos que sonhar: com nossos amores perto de nós, com abraços, encontros e afetos e com todos os futuros possíveis. Por isso, a Natura deseja homenagear aqueles que permaneceram com seu sonho de um mundo mais bonito e faz um convite para, mais do que presentes, compartilharmos esse desejo neste Natal”, diz Carlos Pitchu, vice-presidente de Mídia, Conteúdo e Comunicação de Natura &Co.
Além do filme de dois minutos veiculado na TV aberta, fechada e nos canais digitais da Natura, diversas vinhetas especiais e peças digitais feitas para as marcas Ekos, Kaiak, Tododia e Essencial transmitem o conceito de como em cada presente existe a inspiração de um sonho.
“A sensação de que o mundo parou só vale se virmos 2020 de longe. De perto, vimos pessoas se movimentando e seguindo na batalha pelo sonho de um mundo mais bonito. A sociedade reagiu, saiu da zona de conforto e da inércia. E isso merece ser aplaudido. Pois é o único caminho para as mudanças necessárias”, comenta Sophie Schonburg, Diretora Executiva de Criação da Africa.
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.









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