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Mumuzinho e Otaviano Costa celebram a paternidade com a Riachuelo e fazem programa ao vivo para a data

Em um período de isolamento social e mais momentos em casa em família, a Riachuelo convida o cantor Mumuzinho e o apresentador Otaviano Costa para celebrarem e ressignificarem a paternidade. Com danças coreografadas, brincadeiras e outros momentos divertidos, a varejista comemora o Dia dos Pais em casa e com ações online.
Na próxima sexta-feira, 31 de julho, Mumuzinho e Otaviano estarão presentes na segunda Live Commerce da Riachuelo, em edição especial de Dia dos Pais. O programa no formato live shop da marca une entretenimento, música, desafios e interação com os clientes através de redes sociais e convidados. A primeira edição, transmitida no último sábado atraiu milhares de clientes para o programa comandado pela dupla Simone e Simaria e a jornalista e apresentadora Mônica Salgado e foi a live de moda mais vista do Youtube Brasil. Transmitido a partir do Otalab, estúdio de Otaviano Costa, a segunda edição da live tem o objetivo de oferecer um momento para unir a família para comemorar a data.
Celebrando o amor entre os pais e filhos, a campanha de Pais da Riachuelo foi clicada na casa dos artistas, utilizando estrutura reduzida seguindo as medidas de segurança para garantir a proteção de todos. “Assim como nossas campanhas de Namorados e Mães, a Riachuelo quer comemorar a data reforçando as relações e apostando na proximidade entre as pessoas que este novo momento proporciona, mostrando como a nossa casa é um cenário perfeito para estarmos juntos e como o amor e a cumplicidade podem nos ajudar a atravessar esse momento de forma mais leve”, conta Marcella Kanner, Head de Comunicação Corporativa e Marca da varejista.
Com uma alegria contagiante durante a produção da campanha, Otaviano comenta que é esse o ensinamento que quer deixar para a filha. “Com bom humor, acho que até os problemas mais difíceis ganham contornos menos profundo. Acredito que com humor as soluções podem vir de maneira mais fácil”, declara o apresentador, de acordo com o mote da campanha.
Mumuzinho também comenta que quer ser um companheiro para Hanry, João Davi e Kaik: “Sou um pai amigo, pai que se preocupa, mas não tem jeito, um papinho já me ganha, sou apaixonado pelos meus filhos”, comenta divertido.
Internamente, buscando participar da comemoração de seus colaboradores, a Riachuelo também quer redescobrir a rotina dos pais com seus filhos neste período em casa, e incentivar a união entre eles, com danças e brincadeiras do TikTok que serão compartilhados na rede social interna da marca.
Riachuelo e Futebol
A varejista e o time paulista Corinthians também estão juntos para comemorar a relação entre as famílias. Além da parceria iniciada com a retomada do campeonato paulista de futebol, com patrocínio no uniforme, a varejista estará presente com ativações para o Dia dos Pais junto com jogadores.
No último final de semana, a Riachuelo também esteve presente no jogo do Oeste contra o Corinthians, no qual o logo da marca estava presente em ambos os times. O objetivo da ação foi fortalecer a Campanha de Dia dos Pais com o tema #JuntosNessa. E toda a comissão técnica também vestia polos da coleção.
O time do Fortaleza Esporte Clube também entrou em campo com camisas polos nas cores vermelho, azul e branco. O confronto entre Fortaleza e Sport foi escolhido por ser uma partida importante entre dois campeões nacionais nordestinos.
Coleção Tal Pai, Tal Filho
Para comemorar a data ainda mais unidos, a Riachuelo preparou peças iguais para pais, filhos e filhas, como camisetas, camisas polo, calças, casacos e outras itens. Peças dos temas geeks licenciados pela varejista também são uma opção para presentear, com promoção de 2 camisetas por R﹩49,90 para a data. No e-commerce da marca, os clientes ainda podem encontrar ofertas progressivas de camisas polos e uma seleção de itens para presentear os pais por até R﹩200.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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