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Mr. Cat lança campanha de Dia dos Pais gamificada

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Alinhada com as tendências da participação ativa do público em campanhas publicitárias, a Mr. Cat apresenta um Dia dos Pais interativo e tecnológico. Para celebrar a data, a marca carioca criou uma experiência 360º gamificada, que promete encantar e atrair clientes no espaço físico e digital. Com investimento de aproximadamente R$ 4 milhões, os consumidores vão poder entrar em uma espécie de floresta encantada para explorar, receber voucher exclusivo e preparar um presente personalizado.

No online, através de uma ação de marketing experience, o usuário será impactado com uma websérie estrelada pelo ator Marcelo Serrado e seus filhos gêmeos. Em uma jornada selvagem, o protagonista de “Cara de Coragem” irá desvendar diferentes enigmas, que darão sequência a uma série de desafios até encontrar seu verdadeiro tesouro. A campanha foi pensada com o objetivo de buscar histórias reais, trazendo o lúdico também para dentro das lojas da marca.

O ponto de venda que recebeu a ambientação de floresta foi o do shopping Downtown, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Por lá, os clientes também podem desvendar enigmas e ganhar 20% de desconto em produto de coleção. Além disso, será oferecida a mesma experiência pela internet, em um site desenvolvido especialmente para a ação, onde será possível ter uma visão em 360º dentro da loja. A plataforma utiliza recursos em 3D e funciona em computadores e smartphones. Ao entrar neste universo, o usuário encontrará Serrado e será chamado para descobrir um enigma que o levará a uma emocionante recompensa. O local está repleto de pistas, todas cheias de boas dicas.

Quem completar o desafio, será direcionado ao site e vai garantir um desconto exclusivs. A Mr. Cat vai oferecer uma curadoria de sapatos com ofertas direcionadas para cada estilo de pai, bônus extras como “Compre e Ganhe”, embalagem especial de presentes e a oportunidade de preparar uma mensagem personalizada em formatos de vídeo, foto ou texto para quem for presentear. Ao terminar a compra, o cliente poderá concluir sua experiência imersiva no jogo e desvendar o enigma. Ainda, quem participar dessa mecânica ganha um voucher de R$100 para compras acima de R$399.

 

Ficha técnica

Empresa Game

Realização: Story Hunt

Direção: Jade Press Goldfreind e Luiza Brener

Roteiro: Isadora Lemes

Coordenador de gamification: Fadi Sami El Didi

Coordenador de Infraestrutura e TI: Igor Carraco

Direção de Arte: Raquel Novaes

Direção de Fotografia: André Horta

Produtora: Jacira Aguiar

Coordenador de Pós-Produção: Bernardo Izecksohn
Mr. Cat

Diretor Criativo: Maxime Perelmuter

Gerente Marketing: Paula Nunes

Coordenadora Marketing: Renata Azevedo

Coordenadora Programação Visual: Joana Ladogano

Designer Programação Visual: Gabriel Castilho

Coordenadora Transformação Digital: Alineh Bittencourt

Designer E-commerce: Marcelle Lima

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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