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Midea lança primeira campanha institucional no Brasil com Tadeu Schmidt e Manu Gavassi

A Midea, fabricante de eletrodomésticos, passa por um novo momento em sua comunicação: pela primeira vez a empresa lança uma campanha institucional totalmente nacional. Trazendo como protagonistas dos filmes publicitários Tadeu Schmidt e Manu Gavassi, a iniciativa criada pela GALERIA. ag anuncia ao público o portfólio da marca, repleto de produtos tecnológicos e inteligentes para a casa dos brasileiros.
“Depois de alguns anos ganhando participação de mercado no Brasil, chegou a hora de alavancar a marca Midea, e para isto desenvolvemos uma campanha de marketing 360º, consolidando nosso momento de expansão e crescimento no país. A estratégia é nos aproximar dos nossos consumidores, e ao mesmo tempo nos colocar de maneira mais equilibrada na briga com a concorrência”, explica a diretora de marketing da Midea, Simone de Camargo.
Totalizando sete filmes, produzidos pela Tropical Films e Lucha Libre Audio, a campanha reforça a percepção de uma empresa referência em qualidade, inovação e design inteligente, e traz a assinatura global da marca “Midea. Make yourself at home”. No enredo, Manu está na casa do Tadeu – toda equipada com Midea. Juntos, eles apresentam os produtos, conversam sobre os detalhes da geladeira, acionam o ar-condicionado pelo app do celular e ligam a Lava e Seca à distância, evidenciando os melhores atributos de cada um.
A campanha será veiculada na TV aberta. No ambiente digital, os filmes estarão no Instagram, YouTube, TikTok e Facebok. Também haverá peças em mídia Out-Of-Home espalhados pela cidade de São Paulo.
FICHA TÉCNICA:
Título: “Minha Ideia”
Agência: GALERIA. ag
Anunciante: Midea
CCO: Rafael Urenha
Direção de Criação: Silvio Amorim
ACD: Raphael Lucone
Criação: Silvio Amorim, Rebeca Avila, Raphael Lucone, Thomaz Dantas e Vinícius Curi
Atendimento: Ana Coutinho, Fernanda Recupero, Carla Preto, Vitor Lossavaro e Gabriela Teixeira
Aprovação Midea: Simone Camargo, Renata Assis e Rodrigo Esgaib
Mídia: Paulo Ilha, Patrícia Alves, Alexandre Ruiz, Filipe Ogeda, Lucas Cavalcante
PR: Patricia Capuchinho, Mariana Novaes e Fernanda Gil
Projetos: Ana Ribeiro
Produção Gráfica e Digital: Marcos Moura e Durval Brum
Artbuyer: Marcos Moura e Bruna Costa
Fotografia: Felipe Hellmeister
Produção Integrada: Ducha Lopes, Priscilla Sanches, Fábio Truci, Beatriz Brandão, Natália Menken, Ana Ananias, Fernando Sahb, Marcello Pereira e David Souza
Produtora de Imagem: Tropical Film
Diretor: Rog Souza
Produtor Executivo: Gabriel Dagostini
Assistente de Atendimento: Andressa Cardoso
Coordenação de Produção: Renata Munaretto e Elisa Mello
1º Assistente de Direção: Patricia Jaeger
2º Assistente de Direção: Nat Almeida
Diretor de Fotografia: Pepe Mendes
Diretor de Arte: Jaqueline Ramieli
Assistente de Arte: Marri Ricardi
Produção de Objetos: Marystela Baiôco
Assistente de Objetos: Júlia Figueiredo
Produtor de Arte: Matheus Carvalho
Stylist Tadeu Schmidt: Katia Gimenez
Make/Hair Tadeu Schmidt: Ronald Perega
Stylist Mani Gavassi: Antonio Frajado
Make/Hair Manu Gavassi: Guilherme Casagrande
Diretor de Produção: Luciana Oppido
Assistente de Produção: Kika Carvalho e Sara Serra
Coordenadora de Pós Produção: Andréia Figueiredo
Produtora de Pós: Lola Filmes
Head de Pós: Wilson Fernandes
Finalização: Gislaine Garcia
Assistente de Finalização: André Luiz dos Santos
Composição: Ailton Piuí
Colorista: Sergio Cicinelli
Motion: Ebson Clarindo
Produtora de Som: Lucha Libre Audio
Produtor Musical: Paulinho Corcione
Coordenador de Prod: Thacio Palanca
Finalização: Thacio Palanca + Ronald Galdino
Atendimento: Thais Urenha
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








