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Michel Teló e Thais Fersoza estrelam primeira Campanha publicitária de VidaClass

O objetivo da campanha é expandir e divulgar a marca por todo o território nacional, e fazê-la ser conhecida como uma referência em cuidados com saúde. A VidaClass promove acesso a serviços de saúde acessíveis a qualquer pessoa e é uma opção para quem não tem plano de saúde e não quer esperar pelo atendimento do sistema público.
Esta campanha terá a divulgação do atendimento médico online 24×7 com médicos de um dos hospitais de referência do país, onde o usuário pode usufruir de consultas, prescrições eletrônicas de medicamentos e encaminhamento para especialistas e/ou hospitais, de forma ilimitada pagando uma assinatura mensal. “Queremos que todos tenham acesso ao que existe de mais moderno e referência na saúde do Brasil. Fácil, sem burocracia e sem carências. Médicos 24 horas por dia no telefone, notebook ou celular”, explica Gilberto Barbosa, diretor de operações e marketing da VidaClass.
A escolha do casal Teló e Fersoza para protagonizarem a primeira campanha da empresa vai além do carisma dos dois – “a maioria das pessoas conhece o cantor Michel Teló e a atriz Thais Fersoza, sabe que eles formaram uma bela família e a empatia que eles têm com o público é muito forte. Eles são muito conhecidos, transmitem confiança, credibilidade e harmonia e por conta dessas características, a VIdaClass se sente muito bem representada” – explica Gilberto Barbosa.
A campanha com o casal terá duração de doze meses. Os comerciais foram gravados na última sexta-feira (9) e irão estrear no dia 19/04, transmitidos na TV aberta nas capitais e na TV fechada em todo o país, além das mídias digitais e rádios.
A campanha irá divulgar também uma gama de produtos desenvolvidos especialmente para nichos identificados como de alta vulnerabilidade como caminhoneiros, motociclistas e motoristas de aplicativos, todos eles com soluções para um cuidado com a saúde e tranquilidade para que estes profissionais, suas famílias e suas ferramentas essenciais de trabalho, possam realizar suas atividades.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








