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Mentos dá um refresh no novo cotidiano de seus consumidores

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Depois de tanto tempo de Pandemia, as pessoas estão começando a sair de casa para retomar, aos poucos, a rotina. Inspirada nessa retomada, a nova campanha de Mentos – marca de balas e gomas de mascar pertencente à Perfetti Van Melle -, chega para dar um refresh nos antigos hábitos e a ajudar a entender como fazer tudo novo de novo, com todo o cuidado que o momento atual pede.

Criada pela DRUID, a comunicação traz aos consumidores brasileiros as pastilhas Mentos Clear Breath, que garantem 30 minutos de refrescância, e Mentos Pure Fresh em embalagem tubo, formato da goma de mascar de casquinha crocante que cabe no bolso. O objetivo da campanha é convidar o consumidor a #DarUmRefreshComResponsa na volta ao rolê, na paquera, no trabalho, nos games e nos estudos.

“Ao abraçar o nosso contexto cultural atual, conseguimos evoluir a utilização do conceito de comunicação da marca e trazer relevância para as novas versões de Mentos nas situações do dia a dia”, explica Bruna Pastorini, Diretora de Planejamento e Dados da DRUID.

Toda campanha possui uma linguagem atual e traz conteúdos de entretenimento para conversar com o público consumidor de forma inclusiva, diversa e divertida. Diferentes iniciativas foram desenvolvidas para o digital, entre elas, Tik Tok, stories, posts e banners. Além disso, a campanha também conta com a participação e co-criação de influenciadores como LOUD Babi, Gusta Stockler, Camila Pudim, Vanessa Lopes, Rodrigo Rossi, Murilo Lorran, Leonardo Latini e Bia Napolitano para criarem conteúdos que trabalharão a comunicação dos produtos e pilares da marca em meio a temas de lifestyle, humor, criação, games e música.

Davide Campi, diretor de marketing da Perfetti Van Melle no Brasil, destaca que além de reforçar o atributo funcional da refrescância, que é uma das principais características de consumo da categoria, a campanha traz o aspecto emocional, refletindo o atual contexto cultural e social dos consumidores de Mentos.

“A campanha mostra que estamos atentos as movimentações e rotina dos nossos consumidores. Essa comunicação mais leve e diversa, reflete no nosso consumidor atual. Queremos estar presentes nesses momentos, com um mix de conteúdo e entretenimento, e ainda reforçamos os diferenciais dos nossos produtos, uma opção que garante 30 minutos de refresh prolongado para a nova rotina e outra que cabe no bolso. Cada versão de Mentos ideal para diferentes situações que vamos viver nos próximos meses, sempre reforçando a cautela que o momento pede”, afirma o diretor.

Ficha técnica: 

Agência: DRUID

Cliente: Mentos

Produto: Clear Breath e Gum Stick

CEO: Claudio Lima

COO: Evandro Guimarães

CGO: Bernardo Mendes

Arte: Ayrton Bená

Redator: Marlon Zanatti

Atendimento: Luiza Câmara e Jessica Santos

Influencer Manager: Isabella Antunes

Planejamento: Bruna Pastorini e Carla Rodrigues

Gerente Projetos: Luiza Câmara

Mídia: Tamires Posenato

Motion & Edição: Renan Godoy

Aprovação Cliente: Marina Rodrigues

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

 

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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